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Quase de um dia para o outro, usar máscaras virou, ou pelo menos já devia ter virado, um hábito. Como foi tudo tão rápido, é normal que muitas dúvidas aparecem sobre como usar o adereço e qual, exatamente, a sua utilidade e eficácia.
Conversamos com a doutora Viviane Alves, professora do departamento de Microbiologia da UFMG para tirar algumas dúvidas
Redação: Ana Elisa Figueiredo
Revisão: Mônica Bucciarelli
A procura por álcool e álcool em gel 70% aumentou drasticamente por causa da pandemia, levando até a falta de estoque nos supermercados. Por que o indicado é álcool 70%? Se ele mata o vírus, um álcool mais, entre aspas, potente, não funcionaria melhor? Pois é… Não é bem por esse caminho
Falamos com a doutora Viviane Alves, professora do departamento de Microbiologia da UFMG sobre essa porcentagem do álcool
Redação: Ana Elisa Figueiredo
Revisão: Mônica Bucciarelli
O famoso banho nas compras é um dos novos hábitos adotados nesta pandemia. Lavar os produtos de supermercado, apesar de estranho, é uma ótima forma de evitar infecções. Mas precisa mesmo lavar tudo? E qual a melhor forma de higienizar os produtos?
A doutora Viviane Alves, professora do departamento de Microbiologia da UFMG, conversou com a gente sobre o assunto
Redação: Ana Elisa Figueiredo
Revisão: Mônica Bucciarelli
Nesse período de pandemia, às vezes temos a sensação que tem vírus em todos os lugares por onde passamos. Algumas pessoas até acham que eles estão entrando pela janela. Mas, será que tem tanto vírus por aí? Além disso, se tiver… esse vírus vai estar vivo?
Convidamos a doutora Viviane Alves, professora o Departamento de Microbiologia da UFMG para falar desse tempo de vida do vírus no ambiente, a chamada estabilidade
Redação: Ana Elisa Figueiredo
Revisão: Mônica Bucciarelli
Estranho pensar que um vírus que parou cidades e vidas pode ser destruído, no ambiente, só usando água e sabão ou álcool. Como um serzinho tão perigoso, ao mesmo tempo, também é muito frágil? E por que esses simples produtos funcionam tão bem?
A doutora Viviane Alves, professora do departamento de microbiologia da UFMG, tem as respostas
Redação: Ana Elisa Figueiredo
Revisão: Mônica Bucciarelli
Nem sempre a gente lembra de cobrir a boca quando vamos espirrar ou tossir. Agora em tempos de coronavírus, qualquer pessoa próxima com uma tosse já faz a gente entrar em alerta e dar aquela afastada. E é pra fazer isso mesmo! As gotículas de saliva que liberamos nesse momento de tosse ou espirro são onde os vírus estão.
A doutora Viviane Alves, professora do Departamento de Microbiologia falou com a gente sobre essas gotículas.
Redação: Ana Elisa Figueiredo
Revisão: Mônica Bucciarelli
No início da pandemia, foi muito veiculado que idosos e pessoas no grupo de risco eram o alvo do novo coronavírus. Quer dizer então que jovem saudável não morre de COVID-19? Infelizmente, não é isso que vimos acontecer em vários casos. O que pode acontecer então pra uma pessoa jovem e saudável morrer por causa da doença?
A a doutora Giliane Trindade, professora do Departamento de Microbiologia da UFMG comenta
Redação: Ana Elisa Figueiredo
Revisão: Mônica Bucciarelli
Essa pandemia que vivemos com certeza causou muitas mudanças. Ficamos presos em casa, o comércio fechou, viagens foram canceladas, aulas suspensas, trabalhos interrompidos…Apesar de parecer que estamos num momento de paralisação, na verdade, estamos ativamente lutando contra o vírus.
A doutora Giliane Trindade, professora do Departamento de Microbiologia da UFMG dá detalhes.
Redação: Ana Elisa Figueiredo
Revisão: Mônica Bucciarelli
Em filmes, às vezes tem aquela imagem do cientista vilão, que inventa alguma maldade da qual ele tira proveito. Há quem diga que esse é o caso do coronavírus que causou essa pandemia, acreditando que ele tivesse sido criado em laboratório.
A doutora Giliane Trindade, professora do Departamento de Microbiologia da UFMG discute essa polêmica
Redação: Ana Elisa Figueiredo
Revisão: Mônica Bucciarelli
Pense naquele sabonete que mata 99,9% das bactérias, o método contraceptivo 99% eficaz. Nada é 100% certo. Falhas acontecem, por exemplo, em testes médicos, como os da COVID-19. Ambos os testes têm suas limitações, tanto o teste molecular, chamado de PCR, no qual o material é coletado com um tipo de cotonete passado no interior do nariz; quanto o teste rápido, chamado de sorológico, que testa o sangue.
Convidamos a professora Giliane Trindade, doutora pelo Departamento de Microbiologia da UFMG para esclarecer sobre os possíveis problemas dos testes para a doença
Revisão: Mônica Bucciarelli
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