Ciência USP - USP

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  • Ciência USP #20: O que dizem mães e cientistas sobre a maconha medicinal?
    A regulamentação da maconha medicinal tem sido tema de forte debate em Brasília. Enquanto a diretoria da Anvisa não decide como regulamentar um uso que já é feito por meio de autorizações judiciais, Ciência USP conversou com mães e cientistas para entender quais são os efeitos medicinais das plantas do gênero Cannabis e o que está em jogo na disputa pelas novas regras.
    Neste episódio, o médico Antônio Zuardi, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, explica qual é o atual estado das pesquisas com os canabinoides – as substâncias da maconha que se ligam aos receptores do nosso sistema endocanabinoide. Zuardi lidera os esforços de construção do novo Centro de Pesquisas em Canabinoides, uma parceria da USP com uma empresa farmacêutica nacional.
    Contamos as histórias de duas mães que buscaram nos canabinoides ajuda para tratar os filhos. As duas crianças foram diagnosticadas com Síndrome de Dravet, um tipo severo de epilepsia, mas responderam de formas muito diferentes aos produtos de Cannabis.
    Conversamos, ainda, com os professores Erik Amazonas, da UFSC, e Luís Fernando Tófoli, da Unicamp.
    Também neste episódio…
    Pesquisadores do Instituto de Biociências (IB) da USP desenvolveram uma técnica inovadora, que combina células-tronco e impressão em 3D para produzir tecidos hepáticos humanos para serem usados em transplantes.
    E o caso do primeiro paciente tratado com células CAR T na América Latina. Ele chegou ao Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto com um câncer terminal e saiu de lá pouco depois de um mês com remissão total da doença.
    Ficha técnica
    Apresentação: Silvana Salles
    Produção: Ivanir Ferreira, Rose Talamone, Maju Petroni, Silvana Salles e Luiza Caires
    Edição de som: Guilherme Fiorentini e Tabita Said
    Apoio: equipe audiovisual do Jornal da USP
    32 min
  • Ciência USP #19: Sobreviventes do câncer de mama remam por reabilitação e vida plena
    Na Raia Olímpica da USP, localizada na zona oeste de São Paulo, um grupo de mulheres rema todas as semanas em um barco chinês no ritmo de um bumbo que leva na proa uma carranca de um dragão. Elas são sobreviventes do câncer de mama, doença que afeta milhares de mulheres todos os anos – só em 2018, foram diagnosticados cerca de 59 mil novos casos no Brasil.
    Para marcar o Outubro Rosa, o Ciência USP conversou com a médica fisiatra Christina May Moran de Brito, coordenadora do Serviço de Reabilitação do Hospital Sírio-Libanês e do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), que trouxe ao Brasil o Remama, um programa de reabilitação de pacientes que passaram pelo tratamento quimioterápico e cirúrgico e têm no remo uma ferramenta de fortalecimento muscular, de combate à reincidência da doença e diminuição de linfedema (inchaços nos braços).
    As remadoras que participam do Remama ajudam a desconstruir o mito de que pacientes após o tratamento não poderiam fazer grandes esforços físicos, nem carregar peso do lado em que sofreram a mastectomia parcial ou total para a retirada do câncer. Remar faz bem à saúde física e eleva a autoestima das mulheres sobreviventes de câncer de mama.
    Também neste episódio…
    Talvez você já tenha ouvido falar em placebo. E o “placebo honesto”, você conhece? Um pesquisador da Faculdade de Medicina da USP mediu o efeito dessa modalidade de intervenção sem princípio ativo no desempenho esportivo de mulheres ciclistas. E os resultados são surpreendentes.
    Ficha técnica
    Apresentação: Silvana Salles
    Produção: Ivanir Ferreira, Alan Petrillo, Luiza Caires e Silvana Salles
    Edição: Tabita Said, Thales Figueiredo, Beatriz Juska e Guilherme Fiorentini
    19 min
  • Ciência USP #18: Prevendo crises financeiras
    Onze anos atrás, uma grave crise financeira se espalhou dos Estados Unidos para o mundo. Desde então, os economistas procuram meios de prever quando algo semelhante pode acontecer novamente. E mais: um relato da Semana do Clima em Nova York e um estudo que encontrou um novo candidato ao tratamento da doença de Chagas.
    24 min
  • Ciência USP #18: Prevendo crises financeiras
    Onze anos atrás, uma grave crise financeira se espalhou dos Estados Unidos para o mundo. Desde então, os economistas procuram meios de prever quando algo semelhante pode acontecer novamente. Um destes economistas é o norte-americano Robert Engle, ganhador do prêmio Nobel de economia em 2003. Recentemente, ele publicou com um colega de Singapura um artigo no qual descreve um modelo para estimar a probabilidade de crise financeira em diversos países. Convidamos o professor Márcio Nakane, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP para comentar o estudo.
    E também neste episódio…
    Uma pesquisa publicada na revista especializada PLOS Tropical Neglected Disease descobriu que uma droga utilizada no tratamento do mal de Alzheimer também pode tratar doença de Chagas. O estudo, ainda na fase experimental, foi feito com camundongos e foi liderado pelo professor Ariel Silber, do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP.
    Também trazemos um relato do Ignacio Amigo, da Climate Tracker, sobre a Semana do Clima em Nova York. Ele viajou aos Estados Unidos para acompanhar a Cúpula do Clima da ONU e as outras atividades da semana.
    Ficha técnica
    Apresentação: Silvana Salles
    Produção: Ivanir Ferreira e Silvana Salles
    Edição: Tabita Said, Thales Figueiredo e Beatriz Juska
    24 min
  • Ciência USP #18: Prevendo crises financeiras
    Onze anos atrás, uma grave crise financeira se espalhou dos Estados Unidos para o mundo. Desde então, os economistas procuram meios de prever quando algo semelhante pode acontecer novamente. E mais: um relato da Semana do Clima em Nova York e um estudo que encontrou um novo candidato ao tratamento da doença de Chagas.
    24 min
  • Ciência USP #18: Prevendo crises financeiras
    Onze anos atrás, uma grave crise financeira se espalhou dos Estados Unidos para o mundo. Desde então, os economistas procuram meios de prever quando algo semelhante pode acontecer novamente. Um destes economistas é o norte-americano Robert Engle, ganhador do prêmio Nobel de economia em 2003. Recentemente, ele publicou com um colega de Singapura um artigo no qual descreve um modelo para estimar a probabilidade de crise financeira em diversos países. Convidamos o professor Márcio Nakane, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP para comentar o estudo.
    E também neste episódio…
    Uma pesquisa publicada na revista especializada PLOS Tropical Neglected Disease descobriu que uma droga utilizada no tratamento do mal de Alzheimer também pode tratar doença de Chagas. O estudo, ainda na fase experimental, foi feito com camundongos e foi liderado pelo professor Ariel Silber, do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP.
    Também trazemos um relato do Ignacio Amigo, da Climate Tracker, sobre a Semana do Clima em Nova York. Ele viajou aos Estados Unidos para acompanhar a Cúpula do Clima da ONU e as outras atividades da semana.
    Ficha técnica
    Apresentação: Silvana Salles
    Produção: Ivanir Ferreira e Silvana Salles
    Edição: Tabita Said, Thales Figueiredo e Beatriz Juska
    24 min
  • Como a desigualdade racial pode ser reproduzida na formação do policial militar
    A desigualdade racial na sociedade brasileira é presente. E quando se trata do acesso da população ao direito à vida e segurança não é diferente. Nesta edição de Os Novos Cientistas, a socióloga Letícia Pereira Simões foi entrevistada sobre seu estudo de mestrado, em que analisou como essa desigualdade racial é reproduzida dentro da Polícia Militar (PM) do estado de São Paulo.
    Sob orientação do professor Sérgio França Adorno de Abreu, Letícia iniciou sua pesquisa a partir de constatações de que, na cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, segundo dados de 2012, para cada pessoa branca vítima fatal de ações da polícia, outras quatro pessoas negras eram mortas. “Isso me chamou atenção na época. Foi quando optei por estudar o fenômeno aqui na cidade de São Paulo”, contou a socióloga.
    A partir de então, Letícia passou a pesquisar o fenômeno na cidade de São Paulo. Na pesquisa A (in)visibilidade da questão racial na formação dos soldados da Polícia Militar, a socióloga buscou refletir sobre o policiamento democrático em sociedades racialmente desiguais. Assim, visitou um quartel de formação de soldados da PM. Além disso, ela realizou  um levantamento da literatura nacional que trata da temática da violência policial e do uso excessivo da força por policiais. Os resultados confirmam a indicação da literatura de que a instituição se recolhe perante temas de desigualdade racial e discriminação pela polícia. “Ainda há a dificuldade em se falar sobre o racismo na sociedade brasileira”, ressaltou Letícia.
     
    14 min

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Descobertas científicas, resultados de pesquisas, assuntos do momento e debates que chacoalham o mundo da ciência. O podcast é uma produção da editoria de Ciências do Jornal da USP.