
Sign up to save your podcasts
Or


Faça uma SESSÃO CONSULTORIA GRATUITA dos SEUS INVESTIMENTOS conosco: https://clubedovalor.com.br/consultoria-de-investimentos/mkt/podcast-cdv?utm_source=podcast-cdv&utm_medium=p0&utm_campaign=cdv-geracao-leads&utm_content=podcast-ep8-19992425
Neste episódio o Ramiro analisa cinco casos reais de queda financeira: um brasileiro que chegou a ganhar R$ 35 mil por mês entregando pizza nos Estados Unidos e hoje trabalha num supermercado pelo salário mínimo, um investidor que perdeu R$ 150 mil numa usina solar ilíquida prometendo 2% ao mês, um casal que vendeu o imóvel da herança por R$ 420 mil em 70 parcelas sem correção numa casa que o pai nunca topou vender por menos de R$ 600 mil, uma idosa que perdeu R$ 37 milhões num golpe de falso investimento, e uma americana de 65 anos que descobriu que o marido zerou toda a aposentadoria do casal no day trade.
O que conecta os cinco casos não é azar. É uma combinação de erros com nome técnico: padrão de vida que sobe junto com a renda e deixa a reserva em zero, concentração de 100% do patrimônio num ativo sem liquidez e sem contrato, desconto duplo numa venda com pressa, confiança fabricada por um golpe profissional e divisão de tarefas dentro do casal que deixa um dos dois sem visibilidade sobre os investimentos. Cada erro aparece nos números: os R$ 150 mil parados no CDI de 2024 e 2025 teriam virado R$ 190 mil, contra os R$ 60 mil da revenda da usina. A última parcela de R$ 6 mil da herança comprava o equivalente a R$ 4.300 no dia em que o contrato foi assinado. E R$ 37 milhões na Selic rendem perto de R$ 400 mil por mês, sem risco nenhum.
O caso da idosa e do golpe da TDASX abre uma discussão que os próprios apresentadores do rádio não fecham: foi ganância ou o golpe é mais sofisticado do que a gente imagina? O Ramiro toma uma posição clara sobre isso, explica como funciona o esquema do 'abate de porcos' e dá uma checagem de cinco minutos que qualquer pessoa pode fazer antes de transferir dinheiro pra uma instituição nova. O nome técnico do golpe muda, a estrutura não.
O episódio fecha com a ligação da americana: casa quitada de US$ 300 mil, US$ 70 mil guardados e 65 anos. O Ramsey dá o plano dele. O Ramiro dá o dele. Quem chega aos 65 vive em média mais 18,8 anos, o que muda completamente o cálculo do recomeço.
Assista em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=sYmqph947GY
Transforme seus gastos mensais em viagens internacionais com a gestão de milhas do Clube do Valor. A gente analisa seu cartão, seu programa de pontos e seus hábitos de consumo para montar a melhor estratégia para você viajar mais sem colocar um centavo a mais. Começa com um diagnóstico gratuito:
https://clubedovalor.com.br/gestao-de-milhas/mkt/podcast-cdv?utm_source=podcast-cdv&utm_medium=p0&utm_campaign=cdv-geracao-leads&utm_content=podcast-ep7-19961693
---
82% das famílias brasileiras estão endividadas. E não é só quem ganha pouco: entre famílias com renda acima de 10 salários mínimos, o número ainda chega a 72%, com quase 15% delas inadimplentes. Nesse episódio o Ramiro começa quebrando o senso comum de que dívida é problema só de quem tem pouco. O médico que financia casa, carro e viagem ao mesmo tempo porque acha que a renda alta resolve tudo é o mesmo comportamento da menina que usou 25 mil de limite de cartão sem ter renda para pagar, só em escala diferente. A raiz do problema, em todos os casos, é a mesma: antecipar uma conquista que a trajetória ainda não comporta.
Quando faz sentido se endividar, então? O Ramiro monta o framework direto: avalia o custo da dívida e o destino do dinheiro. Rotativo do cartão a 444% ao ano, cheque especial a 136%, crédito pessoal a 110%, financiamento de veículo a 26%, não têm argumento que os justifique fora do contexto de geração de renda. O financiamento imobiliário entra numa zona cinza, porque a taxa em torno de 12,6% ao ano quase empata com o retorno líquido de imposto de renda de um título pré-fixado de prazo longo, e a decisão acaba dependendo muito mais de valores pessoais, estabilidade de renda e tempo de permanência no imóvel do que de uma vantagem financeira óbvia.
O react com a Ana, que foi a público admitindo mais de 100 mil reais em dívidas aos 23 anos, entra aqui não para julgar, mas para mapear os erros passo a passo: misturar conta pessoal com renda do parceiro, tratar cartão como extensão da renda, antecipar a mudança sozinha quando faltava R$ 1.000 para quitar tudo, e aí usar todo o limite disponível de uma vez. O Ramiro aponta que exatamente o mesmo padrão aparece em empresários e profissionais de alta renda, só com zeros a mais. A diferença entre dívida boa e dívida ruim não está no valor, está em o que o dinheiro vai comprar e se aquilo gera retorno acima do custo.
Na segunda parte do episódio, a conversa vai para um fenômeno que a maioria das pessoas não enxerga: o varejo virou banco. A Luizacred lucrou 135 milhões no mesmo trimestre em que a Magazine Luiza deu prejuízo de 72 milhões. A financeira da Riachuelo multiplicou o Ebitda por cinco em três anos. O Mercado Livre viu a carteira de crédito crescer 75%. O parcelado sem juros, que representa 43% do volume total transacionado no cartão, carrega dois riscos que os vendedores nunca mencionam: você começa a usar o crédito como renda sem perceber, e quando não consegue pagar o fechamento, cai numa taxa de 192% ao ano. As três regras que o Ramiro usa pessoalmente para cartão são simples e vêm com exemplo de passagem de lua de mel em Qatar Airways K-Suite por R$ 462 de taxa.
O episódio fecha com uma análise detalhada sobre consórcio, reagindo a um vídeo que faz a conta que os vendedores escondem. A taxa de administração média de 20,84% sobre o valor da carta, num prazo médio de 217 meses, já coloca quem assina um consórcio de 400 mil pagando 483 mil antes de qualquer reajuste. Some o aluguel que continua correndo enquanto a contemplação não vem, o fato de que 78,3% das contemplações imobiliárias em 2024 aconteceram por lance e não por sorteio, e o custo de oportunidade do dinheiro que não está rendendo, e a vantagem do consórcio sobre o financiamento some entre 10 e 11 anos na simulação apresentada. Tem cenário em que faz sentido, o Ramiro admite, mas é uma minoria muito específica, e ele deixa claro por que escolheu não vender consórcio mesmo podendo embolsar 3 a 4% de comissão por carta.
Assista em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=d1VDaHwyDzE
Faça uma SESSÃO CONSULTORIA GRATUITA dos SEUS INVESTIMENTOS conosco: https://clubedovalor.com.br/consultoria-de-investimentos/mkt/podcast-cdv?utm_source=podcast-cdv&utm_medium=p0&utm_campaign=cdv-geracao-leads&utm_content=podcast-ep6-19922436
Todo mundo quer liberdade financeira, mas pouquíssima gente para pra calcular o que isso significa de verdade. Nesse episódio, a conversa começa com uma provocação direta: qual é o conselho mais honesto pra quem quer chegar lá? A resposta não é sobre rentabilidade nem sobre a ação certa — e isso já diz muito sobre o que vem a seguir.
Um dos pontos centrais é a diferença entre o 'número da aposentadoria' e o 'número da liberdade'. O segundo é bem mais simples: soma o custo de moradia, transporte, comida, seguro e lazer. No Brasil, a habitação representa 36,6% das despesas de consumo das famílias, o que significa que zerar ou reduzir esse gasto pode adiantar anos no seu caminho. A pergunta que fica é: faz mais sentido cortar o maior gasto fixo ou criar uma renda extra escalável primeiro?
Os dados mostram que só 33% dos brasileiros conseguiram economizar algum dinheiro em 2025, e 36% têm qualquer tipo de aplicação financeira. Ou seja, a maioria ainda está no estágio zero. A discussão aqui vai fundo em qual movimento tem mais retorno real para quem está começando, e o resultado não é o que o mercado financeiro costuma vender.
O ponto mais polêmico do episódio é sobre a meta em si. Todo mundo sonha em parar de trabalhar, mas há evidências de que parar completamente pode ser uma armadilha. A pergunta que divide a dupla é: liberdade financeira deveria significar 'parar de trabalhar' ou 'poder escolher o trabalho'? A resposta muda completamente o plano de quem está construindo esse caminho.
No fechamento, a conversa converge para três movimentos concretos: calcular o seu número da liberdade, atacar o maior gasto fixo e testar uma renda extra escalável por três a seis meses. Simples no papel, mas a execução é onde quase todo mundo trava — e é exatamente aí que o papo fica mais interessante.
Assista em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=CgAxmX_wqo8
Acesse o MESTRES DO CAPITALISMO - Edição Final: https://mestresdocapitalismo.com.br/edicao-final/mkt/podcast-cdv?utm_source=podcast-cdv&utm_medium=p0&utm_campaign=cdv-geracao-leads&utm_content=podcast-ep5-19889155
Nesse episódio, Ramiro Gomes Ferreira e João Miller, sócio do Clube do Valor e planejador CFP, vão direto ao ponto sobre o que é liberdade financeira de verdade: ter um patrimônio cujo retorno acima da inflação cubra o seu custo de vida. A conta de referência é simples: cada R$ 1 milhão investido, com retorno de 6% ao ano acima da inflação, gera uma renda mensal estimada de cerca de R$ 5.200. O primeiro erro que eles apontam é confundir renda com patrimônio: quem ganha R$ 20 mil por mês está quase entre os 1% mais ricos do Brasil, mas 70% dos brasileiros com renda acima de 10 salários mínimos estão endividados.
Num simulador, eles mostram quanto tempo leva para chegar a uma renda passiva igual à renda ativa, com retorno real de 6% ao ano, que descrevem como uma estimativa moderada, já arrojada. Poupando 15% da renda, são cerca de 35 anos; com 25%, cerca de 27 anos e meio; com 33%, de 23 a 24 anos. No exemplo de quem ganha R$ 20 mil por mês, 15% são R$ 3.000 por mês, o que forma cerca de R$ 4 milhões em dinheiro de hoje ao fim dos 35 anos, o bastante para render R$ 20 mil por mês.
Na sequência, reagem a um vídeo de um empresário que, depois de ganhar os primeiros milhões de dólares, percebeu que virar milionário não resolvia todos os seus problemas. Ramiro cita Warren Buffett como exemplo de quem não enriqueceu com juros compostos, e sim empreendendo.
Os três erros de quem ganha bem e não acumula patrimônio, segundo eles: confundir renda com patrimônio; buscar aprovação; e a falta de um método simples para construir riqueza, já que regras com muitos percentuais, como as de 50/30/20, acabam atrapalhando. A saída que defendem é automatizar uma taxa de poupança.
O episódio termina com sete contas que todo mundo deveria saber fazer: o custo efetivo total das suas dívidas; a reserva de emergência, de 6 a 12 meses da sua remuneração; o número e o prazo da sua liberdade financeira, pela regra dos 4% ou dos 6%; quanto aportar por mês para chegar lá; quanto custa se algo der errado, com o seguro que repõe a renda da família; o custo da própria ignorância; e quanto você deve doar da sua renda.
Assista em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=uhD6FA2zeLw
Ramiro e Felipe Almeida, sócio do Clube do Valor e planejador CFP, partem de uma frase: você pode comprar qualquer coisa, mas não tudo. Por maior que seja a renda, os recursos são finitos e as opções, infinitas. Daí vem um dado da ANBIMA que incomoda: só 12% de quem conseguiu poupar em 2025 transformou esse dinheiro em investimento. E uma conta simples: uma família com renda de R$ 20 mil que poupa 20% dos 35 aos 65 anos, investindo a 6,2% acima da inflação, chega a cerca de R$ 3,9 milhões em dinheiro de hoje — o bastante para uma renda passiva de R$ 19,6 mil por mês, praticamente a renda que tem hoje.
Depois, a polêmica de que renda passiva não existe como te venderam. Eles separam a promessa de ganhar dinheiro dormindo, que é golpe, do que de fato funciona — e mostram por que nem o canal do Clube do Valor no YouTube é renda passiva. A regra que fica: renda ativa vem antes da passiva. Na sequência, reagem a um vídeo sobre três marcos de patrimônio (R$ 10 mil, R$ 100 mil e o primeiro milhão) e refazem as contas com inflação: aportando R$ 2.500 por mês, os primeiros R$ 100 mil levam uns 3 anos, e o milhão, uns 19.
No fim, contam os atalhos que tentaram e não funcionaram — Ramiro com day trade aos 18 anos, atrás de 1% ao dia; Felipe, que passou pelas opções binárias e perdeu uns R$ 30 mil em quase um ano de day trade — e o que realmente mudou a vida deles: no jogo dos juros compostos, o que mais pesa é quanto você aporta, e para aportar mais é preciso aumentar a renda. Fecham reagindo a um vídeo que diz que a classe média alta está quebrada: sete em cada dez famílias com renda acima de 10 salários mínimos estão endividadas.
Conheça os serviços do Clube do Valor: https://clubedovalor.com.br/consultoria-de-investimentos/mkt/podcast-cdv?utm_source=podcast-cdv&utm_medium=p0&utm_campaign=cdv-geracao-leads&utm_content=podcast-ep4-19850332
Assista em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=TgQFq7re-tQ
Ramiro escreveu num papel que teria R$ 1 milhão até novembro de 2017. Bateu a meta em 2019, dois anos atrasado, tirou um print e seguiu a vida. Anos depois errou feio o orçamento da reforma do primeiro imóvel e consumiu quase todo aquele primeiro milhão. É disso que ele fala com Mateus Moron, sócio do Clube do Valor e planejador CFP: o que muda quando o número chega, e o que não muda.
No meio da conversa entram os dados. Uma pesquisa americana aponta US$ 2,3 milhões como o patrimônio para alguém se considerar rico, e mostra que oito em cada dez se sentem ricos em saúde e relacionamentos, mas bem menos em dinheiro. Um estudo com 10 mil milionários americanos: 79% não receberam herança, e nenhum apontou uma ação individual como fator principal do enriquecimento.
Depois eles reagem a três conteúdos — um papo reto sobre dinheiro, os maiores mitos das finanças pessoais do Ben Felix e a ideia de que bastam R$ 10 mil guardados. Concordam com uma parte, discordam de outra. E insistem numa conta incômoda: aumentar o quanto você aporta por mês é bem mais fácil do que dobrar o retorno da carteira.
Conheça os serviços do Clube do Valor: https://clubedovalor.com.br/consultoria-de-investimentos/mkt/podcast-cdv?utm_source=podcast-cdv&utm_medium=p0&utm_campaign=cdv-geracao-leads&utm_content=podcast-ep3-19786806
Assista em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=HUfU6Zki2dQ
Ramiro Gomes Ferreira comprou um Mini Cooper conversível com metade da primeira distribuição de lucros do Clube do Valor. Ficou feliz por algumas semanas. Depois virou rotina. O episódio começa aí: o que o dinheiro compra que muda mesmo alguma coisa, e o que só parece que muda.
Ele defende usar dinheiro para comprar tempo — delegar tarefas de casa, morar perto do trabalho — e cita um estudo com 850 milionários sobre gastar dinheiro para ganhar tempo livre. Depois testa na conta a frase de que tudo muda depois dos R$ 100 mil: do zero aos primeiros R$ 100 mil são cerca de 5 anos; dali ao primeiro milhão, mais 13. E nessa primeira etapa 73% do patrimônio vem do que você aporta, não do rendimento. Ele bateu os próprios R$ 100 mil no fim de 2016.
Na segunda parte, o que evitar: promessa de riqueza rápida, viver no limite do que se ganha, dívida cara (o rotativo do cartão em 428% ao ano), sócio sem valores alinhados e acomodação. Ele mostra onde ele mesmo perdeu — day trade e opções consumiram os R$ 20 mil com que começou a investir.
Conheça os serviços do Clube do Valor: https://clubedovalor.com.br/consultoria-de-investimentos/mkt/podcast-cdv?utm_source=podcast-cdv&utm_medium=p0&utm_campaign=cdv-geracao-leads&utm_content=podcast-ep2-19786803
Assista em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=Hp9HsBA6nSo
O Banco Mundial diz que uma pessoa com R$ 694 por mês não é pobre. Uma família de quatro, R$ 2.800. Ramiro Gomes Ferreira e Bruno Strack, cofundadores do Clube do Valor, abrem o podcast discutindo se esse número tem alguma relação com a vida real no Brasil — e por que um estudo brasileiro chega a R$ 7.106 para a mesma família. No outro extremo, uma renda individual de cerca de R$ 35 mil já coloca alguém no 1% mais rico do país.
No meio da conversa eles assistem ao relato de um criador que perdeu mais de R$ 100 mil em apostas. Reconhecem a mesma mecânica que já viveram: Ramiro convenceu o pai a colocar R$ 20 mil na mão dele para fazer day trade. Em um mês e meio viraram R$ 14 mil — e ele correu mais risco ainda para tentar recuperar.
Cada um conta os piores erros financeiros da própria vida. O do Ramiro que é menos óbvio: anos com meta de poupar 80% da renda e uma vida adiada por isso. Hoje ele poupa 15% e se obriga a não passar de 25%.
No fim, o caso de um casal que ganha R$ 24 mil por mês e não consegue pagar escola particular, plano de saúde e carro.
Conheça os serviços do Clube do Valor: https://clubedovalor.com.br/consultoria-de-investimentos/mkt/podcast-cdv?utm_source=podcast-cdv&utm_medium=p0&utm_campaign=cdv-geracao-leads&utm_content=podcast-ep1-19786799
Assista em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=JussGa_81AU
From the publisher's feed
Clube do Valor Podcast é o podcast em que Ramiro Gomes Ferreira, cofundador do Clube do Valor, senta com amigos, investidores e empreendedores para conversas sem roteiro sobre dinheiro,…

18 Listeners