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FAQs about CNN Brasil Business:How many episodes does CNN Brasil Business have?The podcast currently has 1,134 episodes available.
January 18, 2023Política econômica de Lula se mostra mais afinada; nos EUA, recessão bate à portaA condução da política econômica do novo governo segue na base do discurso.Ainda assim, há duas mudanças sutis com forte efeito. A primeira delas reside no fato de que apenas o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), têm falado sobre economia -- alinhados e, ao mesmo tempo, cada um no seu quadrado.O segundo é que o rumo da prosa está na direção correta, e com força o suficiente para mostrar uma intenção real de reverter a fragilidade das contas públicas.Esses dois fatores confirmam que funcionou a bronca do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aos ministros que pregam mais radicalismo, e Haddad conseguiu apaziguar, ao menos por enquanto, as expectativas sobre seu trabalho.Mas a política não dorme, e nem sua agenda. Esta quarta-feira (18) será marcada pela tentativa de emplacar uma mudança no valor do salário mínimo e na política de reajustes do piso.Lula encontra as centrais sindicais em Brasília e vai ouvir delas uma longa defesa pelo aumento do valor dos atuais R$ 1.302, que cabem nas contas públicas.No episódio desta quarta, o CNN Money mostra os argumentos dos sindicatos e os riscos que a sedução populista impõe -- não só à gestão pública, mas ao crescimento econômico caso a adoção de uma política de reajuste do salário mínimo promova aumentos acima da produtividade brasileira.Nos Estados Unidos, os balanços trimestrais de grandes bancos mostram que a redução da atividade econômica por lá já é uma realidade, dando sinais de que uma recessão se aproxima.Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo....more20minPlay
January 17, 2023Crise da Americanas se agrava; reajuste do salário mínimo volta ao debateO desfecho da crise da Americanas parece estar muito longe de acontecer, à medida que mais peças deste quebra-cabeça desencontrado parecem surgir de todos os lados, todos os dias. Os bancos estão na linha de frente dessa briga, tentando derrubar a liminar que protege a gigante varejista de credores por 30 dias. O BTG Pactual foi o primeiro a tomar uma ação na Justiça e teve seu pedido negado, enquanto outras instituições, expostas ao risco da Americanas, se perguntam qual será, afinal, o tamanho dessa fatura, ainda mais ao considerar a possibilidade de recuperação judicial.Na última segunda-feira (16), a agência classificadora de risco S&P Global rebaixou a nota da Amerianas para "D", de "Default" (calote, em inglês), e outras, como a Fitch Ratings e a Moody's, também devem seguir o mesmo caminho.Diante das turbulências do dia, as ações da varejista despencaram 38% na segunda, cotadas a R$ 1,94. No pregão anterior ao anúncio sobre os problemas fiscais, na última quarta-feira (11), os papéis da Americanas valiam R$ 12.Do lado político, o episódio desta terça-feira (17) do CNN Money ainda se debruça sobre a batalha pelo aumento do salário mínimo, que voltou a ganhar espaço com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), na Suíça para o Fórum Econômico Mundial.As centrais sindicais ressuscitaram o aumento do mínimo a R$ 1.342, que pedem desde o ano passado, ao passo que a ala política do governo quer emplacar ao menos R$ 1.320. O custo fiscal desse aumento varia de R$ 7 bilhões a R$ 17 bilhões, provando uma contradição dos programas sociais do país: o valor é baixo para quem recebe e alto para quem paga. Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo....more23minPlay
January 16, 2023Caso Americanas avança com briga de peixe grande; Fazenda quer reforma tributária em 2023A briga envolvendo o escândalo da Americanas entrou em um novo capítulo envolvendo a empresa, seus acionistas e seus credores -- e um nada amigável.No final de semana, o BTG Pactual tentou suspender a decisão da Justiça, divulgada na sexta-feira (13) com o mercado já fechado, que blindava a varejista de bloqueios de bens e cobranças antecipadas da dívida bilionária de R$ 40 bilhões, conforme assumida pela empresa.A petição do banco de investimentos, um dos maiores credores da Americanas, acusa os três maiores acionistas da empresa -- Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, do grupo 3G -- de fraude e má-fé, para dizer o mínimo.O pedido deve ser apreciado nesta segunda-feira (16) pela Justiça do Rio de Janeiro. A Americanas respondeu acreditar que a proteção será mantida e que em breve irá apresentar sua equipe de negociação com credores.Com a agenda de indicadores esvaziada, o escândalo contábil da Americanas, já apontado como o maior do país, deve provocar volatilidade no mercado e uma batalha de gente grande, com bilionários conhecidos aqui e lá fora. Uma briga de "foice afiada", como disse um gestor à CNN.No episódio desta segunda, o CNN Money também se volta à determinação da equipe econômica de aprovar a reforma tributária ainda neste ano e ao diálogo que a Fazenda mantém com o Banco Central. Em Davos, na Suíça, a analista Priscila Yazbek volta ao podcast para contar das expectativas para o primeiro dia do Fórum Econômico Mundial, cujos olhos deverão se voltar ao Brasil após os ataques aos Três Poderes no domingo passado (8).Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo....more19minPlay
January 13, 2023Plano "improvável" de Haddad agrada mercado; Americanas vive ressaca após "terremoto"O anúncio de medidas econômicas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), ocupou um espaço na agenda do novo governo para falar do país, e não da gestão da crise política instalada depois dos ataques aos Três Poderes no último domingo (8).A iniciativa foi bem recebida, como uma atuação pragmática da equipe econômica.O plano de Haddad agradou, mesmo que não tenha surpreendido pelo peso maior na arrecadação de receitas, e não na redução de despesas: a possibilidade de acabar com o rombo de mais de R$ 230 bilhões esse ano conta com apenas R$ 50 bilhões na ponta de corte de gastos.O sucesso das medidas é possível, porém improvável, como o próprio ministro admitiu. Ele já vai se dar por satisfeito se terminar o ano entregando um déficit abaixo de 1% do PIB - o que é bem factível, segundo analistas.Como o diabo mora nos detalhes, há muita incerteza sobre o alcance das medidas. A seta do roteiro apresentado por Haddad aponta para o lado correto, na visão de muita gente que inclusive já esteve em uma equipe econômica. Chegar no destino, porém, é outra história.Sem resistir ao apelo que sua fala produz, Haddad também deu mais uma cutucada com vara curta no Banco Central (BC) em seu discurso na última quinta-feira (12).No episódio desta sexta-feira (13), o CNN Money se debruça sobre alguns dos detalhes do plano de Haddad e traz uma primeira leitura de analistas sobre o pacote anunciado, além da repercussão do "terremoto Americanas", que causou efeitos não só no mercado, mas na confiança sobre a governança de varejistas brasileiras.Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo....more22minPlay
January 12, 2023Contenção de novas ameaças em Brasília leva mercado ao 6º dia seguido de altasQuatro dias após os ataques aos Três Poderes que chocaram o país, a resposta de Brasília à provocação de grupos bolsonaristas diante de ameaças de novos atos criminosos foi mais rápida e contundente.Com a percepção de que o risco de uma nova rodada de vandalismo antidemocrático está contido, o mercado financeiro engatou no sexto dia de viés positivo, com bolsa em alta e dólar e juros em queda.Líderes na fila de compras, os investidores estrangeiros ainda não voltaram com o mesmo apetite do ano passado, mas já é o suficiente para a condução dos negócios para o azul.Mas nem tudo são flores nos jardins da Faria Lima: nesta quinta-feira (12), o mercado terá que lidar com a surpresa da saída-relâmpago de Sergio Rial, presidente da Americanas, depois da descoberta de um rombo de R$ 20 bilhões no balanço da empresa, uma das maiores varejistas do país.Além disso, o episódio desta quinta do CNN Money ainda traz um levantamento exclusivo da corretora Avenue, que mostra que milhares de brasileiros acham que a grama do mercado internacional é bem mais verde que a da Faria Lima. Segundo os dados divulgados, a abertura de contas no exterior está três vezes acima do período pré-eleição.O dia ainda guarda o que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), deve anunciar como o primeiro pacote econômico do governo Lula, e as expectativas para o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, que começa na próxima semana e promete assentar mais um capítulo da discussão sobre o que vai ser da economia global no pós-pandemia.Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo....more19minPlay
January 11, 2023Escalada de tensão 3 dias após barbárie em Brasília fragiliza percepção de normalidadeEsta quarta-feira (11) já começa sob ameaças de uma nova onda de atos criminosos e protestos violentos. O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, confirmou à CNN que há um esquema de reforço acionado na segurança nacional.Essa escalada de tensão acontece três dias depois da barbárie que vimos acontecer no domingo (9) em Brasília.Convocação feita nas redes sociais por grupos bolsonaristas mostra algumas coisas: primeiro, que a união entre instituições democráticas, mostradas ainda no domingo e durante toda segunda-feira, pode não ser barreira suficiente para conter essas ameaças criminosas e antidemocráticas.Na terça-feira, tivemos a derrubada de torres de transmissão de energia no Paraná e em Rondônia. Ou seja, a resposta do governo também não está garantindo a normalidade.Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo....more18minPlay
January 10, 2023Com cenário controlado após ataques em Brasília, mercado mira em riscos de médio prazoA reação do mercado financeiro aos atos criminosos de domingo em Brasília foi de apenas uma suave correção de preços. Aquele assombro com a destruição do patrimonio público acabou sendo superado por uma demonstração cabal da união dos Três Poderes, todos vítimas do vandalismo visto na capital federal.Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo....more19minPlay
January 06, 2023Reunião ministerial nesta sexta (6) é oportunidade de ouro para alinhar discursosO ruído promovido pelo novo governo abaixou nesses últimos dois dias e pode ser minimamente contido na primeira reunião ministerial com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que vai acontecer na manhã desta sexta-feira (6).Em seu discurso de posse, Simone Tebet (MDB) encontrou a palavra que resume o porquê de tanta turbulência em poucos dias de governo: divergência. A nova ministra do Planejamento falava da diferença de pensamento que tem com seus pares da equipe econômica, mas, no final, foi capaz de identificar a divergência de alguns dos nomeados por Lula com a realidade do país como o problema maior.No encontro que o presidente terá com os ministros nesta sexta, urge uma inversão da direção apontada até agora por muitos dos aliados que querem mudar o passado, em vez de preparar o futuro com os avanços feitos até aqui. Corrigir muitas distorções, sim, mas sem criar tantas outras no caminho.O maior desejo do terceiro mandato de Lula é colocar os mais pobres no Orçamento, onde a batalha por recursos não se dá apenas entre os ministérios.Com tantos discursos pregando por mais gastos sem combinar com o Congresso Nacional, que hoje é dono de uma boa fatia do cofre, o governo estanca.Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo....more22minPlay
January 05, 2023Lula aciona freio de arrumação para conter falatório desencontrado de ministros"Se a palavra é de prata, o silêncio é de ouro."O ditado popular está na ordem do dia depois do falatório desencontrado dos novos ministros do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), cujas 72 horas de governo foram marcadas por um dia de bombas e outro de desmentidos.O esforço disperso de consertar as bravatas ideológicas dos nomaeados por Lula custou ao novo governo a primeira crise de confiança e, ao país, perdas bilionárias na Bolsa de Valores e o aumento do custo do crédito com a alta dos juros futuros.Um dos principais ativos que o presidente não pode se dar ao luxo de perder tão cedo é a gestão sobre a comunicação de seu governo -- e, acima de tudo, sobre o quê comunicar, quem vai falar e em que momento.Ansiedade e busca por protagonismo político marcaram o início do terceiro mandato de Lula. O freio de arrumação, acionado na última quarta-feira (4), funcionou: a reunião convocada para sexta-feira deve colocar cada ministro em sua devida cadeira e função.O descontrole percebido até agora intensifica a cobrança por um plano mais claro sobre qual será o fio condutor da política econômica nos próximos quatro anos.Afinal, como diz outro ditado, a credibilidade cai da janela e sobe de escada.Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo....more25minPlay
January 04, 2023Primeiros dias do governo Lula escancaram falta de coordenação entre ministrosOs primeiros dias do novo governo oferecem um festival de declarações de ministros.De revisão da Reforma da Previdência ao patamar dos juros do consignado, os escolhidos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se posicionam sem considerar as consequências. Até a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, discursou em uma posse de ministro, prometendo rever a Reforma Trabalhista.O mercado corrige os preços, porque muito do risco percebido até a posse não era considerado real. Na visão dos operadores, a falta de coordenação entre os ministros não parece uma boa estratégia para engatar um novo governo, e o resultado é a geração de ainda mais instabilidade no cenário econômico.O poder de Fernando Haddad (PT) se dilui por fogo-amigo e por ele mesmo. Na última terça-feira (3), ele qualificou a taxa de juros como uma "anomalia fora de propósito", e, embora sua fala tenha sentido ao olhar o patamar da Selic a 13,75% a.a., descumpriu uma regra básica: ministro da Fazenda não fala de juros.Na sequência, seu número 2, Gabriel Galípolo, disse que não dá para ter controle de gastos com gatilho pela dívida pública. Tem muito economista que concorda -- ainda mais porque o debate sobre a política fiscal não é simplista --, mas Galípolo quebrou outra regra do cargo: não gastar palavra com o que não vai fazer, porque sugere a ausência de decisão sobre o que fazer.Não são regras escritas e tabuladas em cláusula pétrea, mas orientações que prezam pelo bom-senso e pela promoção de previsibilidade, coesão e, mais do que tudo, clareza sobre os rumos do governo.Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo....more25minPlay
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