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O solo é o maior patrimônio de uma nação, conservá-lo é investir no futuro. Essa frase de Paulo Carneiro Ribeiro, está eternizada em um monumento localizado na praça Bento Munhoz da Rocha Netto, em Campo Mourão no Centro-Oeste do Paraná. Este monumento marcou na época o lançamento do Plano Nacional de Conservação de Solos em 1976. E hoje dia 4 de setembro comemora-se 50 anos deste marco com um evento realizado pela Coamo, a prefeitura de Campo Mourão e a Associação dos Agrônomos.
Novos postos de recebimento inaugurados em Amambai e no distrito de Itahum, em Dourados, trazem diversos benefícios no escoamento da produção dos cooperados dessas regiões.
O diretor de suprimentos e assistência técnica, Aquiles de Oliveira Dias, detalha as etapas de produção do insumo e apresenta os investimentos realizados na área de sementes da Coamo.
Produtores locais já estão sendo atendidos pela nova unidade da cooperativa e entregando sua produção nas estruturas da Coamo no Norte do Paraná.
Grandes volumes de produção e desafios na fase de recebimento marcaram ciclo produtivo no Centro-Oeste do Paraná.
Celso Paggi, que gerenciou a unidade da Coamo em Toledo (PR) por 10 anos, relata como foi a safra de milho no Oeste do Paraná e comenta sobre a expansão da cooperativa em novas regiões do Estado.
Com investimento milionário, nova estrutura deve iniciar suas operações de recebimento já na próxima safra de verão.
Carolina Kuk é historiadora e destaca a importância da preservação da memória e do legado no cooperativismo para as atuais e futuras gerações.
A diversificação das atividades tornou-se uma estratégia para ampliar a rentabilidade, reduzir riscos e garantir sustentabilidade econômica às propriedades rurais. Em Dez de Maio, distrito de Toledo, no Oeste do Paraná, o cooperado Júlio Cesar Pauli, reúne em uma mesma área a produção de grãos, piscicultura, bovinocultura e a criação comercial de pacas, demonstrando que diferentes atividades podem conviver de forma planejada e complementar.
A história da família na região começou ainda na década de 1950, quando os pais chegaram ao município. A agricultura sempre esteve presente na propriedade, inicialmente com o cultivo de grãos e a criação de bovinos. Com o passar dos anos, novas oportunidades foram surgindo e a família passou a investir em outras atividades, sempre avaliando o potencial de cada uma delas e as condições para ampliar as fontes de renda.
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