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Sofia Domingues é licenciada em Bioquimica pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e Doutorada em Neurobiologia pela Universidade de Coimbra.
Investigadora, ao longo de 20 anos, em diversos laboratórios e instituições de referencia mundial (i3S, INL, ICVS).
Trabalha, desde 2021, como especialista em marketing e comunicação na empresa Hidroval, empresa de referência nacional na comercialização de equipamentos de bombagem e pressurização de água.
Desenvolve os projectos de sustentabilidade, educação ambiental e responsabilidade ambiental nos dominios da água, em particular dos oceanos.
O PIEP – Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros, interface da Universidade do Minho, e as empresas Neutroplast, JustDive e Bitcliq venceram o Prémio Inova+ Excelência Empresarial em Sustentabilidade de Recursos Naturais e Ecossistemas, por um projecto que limpa e reutiliza o lixo do fundos dos oceanos.
Chamado “SeaRubbish2Cap”, pretende retirar cinco toneladas de plástico ao largo de Peniche para se produzir mais de 2.5 toneladas de pellets para embalagens.
O João Redol, da Neutroplast, e o Renato Reis, do PIEP, partilham connosco os desafios e ambições deste projecto.
O sarampo é uma infecção provocada por um vírus, caracterizada por febre, tosse, conjuntivite, corrimento nasal e manchas vermelhas na pele.
Transmite-se por contacto directo com gotículas infecciosas ou por propagação no ar quando a pessoa infectada tosse ou espirra.
Habitualmente a doença é benigna, mas, em alguns casos, pode ser grave ou levar à morte.
A vacina do sarampo foi introduzida em Portugal em 1973. Entre este ano e 1977 decorreu a primeira campanha de vacinação em Portugal. Em 1987 a vacina VASPR - sarampo, parotidite epidémica e rubéola foi incluída no PNV aos 15 meses de idade.
Ainda assim Portugal continuou a ter surtos de sarampo (porque a cobertura vacinal não era suficiente) tendo sido o mais grave em 1987-89 com cerca de 12 mil casos e cerca de 30 mortes. No ano seguinte em 1990 foi introduzida uma dose de reforço, entre os 11 e os 13 anos.
Portugal vai a votos no próximo dia 10 de Março e procuramos partilhar o modo como a ciência é abordada nos programas eleitorais de cada um dos partidos com assento parlamentar.
Na possibilidade de podermos ter sido injustos com algum partido, podem e devem consultar as fontes utilizadas para preparar este programa:
Debate sobre Ciência e inovação organizado pelo Público.
Artigo do Professor Miguel Castanho, de 2019, na revista Visão, intitulado "Como é que cada partido trata a Ciência nas suas propostas eleitorais".
O tempo de antena da cultura científica nos programas eleitorais.
Ligação para o programas eleitorais dos partidos com assento parlamentar: PS; AD; BE, CDU, IL, Chega, PAN, Livre
A convidada desta semana volta a ser Daniela Gonçalves. Mestre em Microbiologia pela Universidade de Aveiro e Doutorada em Ciências Farmacêuticas pela Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto (desde 2014).
Professora Coordenadora na área da Ciências Biológicas no ISAVE - Instituto Superior de Saúde, membro do Laboratório de Investigação UCIBIO e do CICS - Centro Interdisciplinar em Ciências da Saúde do ISAVE.
A sua linha principal de investigação é centrada na caracterização fenotípica e genotípica de isolados bacterianos com parede celular GRAM-negativo, em particular Escherichia coli e Klebsiella pneumoniae, provenientes de diferentes origens: infeção, colonização intestinal, ambiente, animais e águas residuais.
O que é importante em idade escolar? Quais são os principais problemas na alimentação dos adolescentes? A questão do excesso de peso e da obesidade pode refletir de alguma forma os hábitos alimentares desde a infância?
Estas são algumas das questões a ser respondidas por Teresa Campos, nutricionista, fundadora da Nutrémia, e Professora no ISAVE, nesta primeira parte do programa sobre nutrição infantojuvenil.
A convidada desta semana é Daniela Gonçalves. Mestre em Microbiologia pela Universidade de Aveiro e Doutorada em Ciências Farmacêuticas pela Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto (desde 2014).
Professora Coordenadora na área da Ciências Biológicas no ISAVE - Instituto Superior de Saúde, membro do Laboratório de Investigação UCIBIO e do CICS - Centro Interdisciplinar em Ciências da Saúde do ISAVE.
A sua linha principal de investigação é centrada na caracterização fenotípica e genotípica de isolados bacterianos com parede celular GRAM-negativo, em particular Escherichia coli e Klebsiella pneumoniae, provenientes de diferentes origens: infeção, colonização intestinal, ambiente, animais e águas residuais.
De que se trata a diversificação alimentar? O que é baby-led weaning? O que fazer quando a criança rejeita, de alguma forma, a alimentação?
Estas são algumas das questões a ser respondidas por Teresa Campos, nutricionista, fundadora da Nutrémia, e Professora no ISAVE, nesta primeira parte do programa sobre nutrição infantojuvenil.
Natural do Porto, Diana Sousa Guedes é licenciada em Biologia e mestre em Ecologia Aplicada pela Universidade de Aveiro. A tese de mestrado focou-se nos padrões espaciais de distribuição do texugo em Portugal.
Em 2020 ingressou no doutoramento em Biologia na Universidade do Porto. A investigação actual centra-se no estudo dos efeitos da poluição marinha e das alterações climáticas nas praias de nidificação das tartaruga-comum em Cabo Verde.
Tem interesse em biogeografia, ecologia de ilhas e análise espacial e, particularmente, do uso de ferramentas tecnológicas para fins de conservação.
Recomendamos que vejam o documentário 'Marés de Plastico', resultado de uma colaboração entre a Diana Sousa Guedes e a ONG BiosCV.
A poliomielite é uma doença infeciosa causada pelo poliovírus, um vírus muito contagioso do grupo dos enterovírus e que se espalha pelas secreções orais e fezes.
Em Portugal o último caso ocorreu em 1986 e desde 2002 que a Europa está considerada como livre de poliomielite.
Os únicos países onde esta doença continua endémica é no Afeganistão e Paquistão. Até que a transmissão do polivirus cesse nestes países, permanecerá endémica e permanece o risco de contágio a outros países.
Em 1988 foi lançada a iniciativa ‘Global Polio Erradication’ (OMS; Rotary, CDC, Unicef e mais tarde pelas fundações Bill e Melinda Gates e Gavi, The Vaccine Alliance).
Em 2000 um recorde de 550 milhões de crianças receberam a vacina oral contra a pólio.
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