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Onde estão fincadas as raízes da sua confiança? No esforço humano que passa ou na fonte que nunca seca?
Nesta quinta-feira da segunda semana da Quaresma, a liturgia nos conduz por uma verdadeira radiografia do coração. A primeira leitura, do profeta Jeremias, apresenta dois caminhos: o do homem que confia apenas em si mesmo, comparado a um arbusto no deserto, e o daquele que deposita sua esperança no Senhor, como árvore plantada junto às águas. O Salmo reforça essa imagem da solidez de quem se enraíza na Palavra. No Evangelho, a parábola do rico e do pobre Lázaro revela o drama da indiferença: uma distância pequena que se transforma em abismo eterno quando o coração se fecha à misericórdia.
A confiança autêntica em Deus não nos aliena do mundo; ao contrário, gera frutos concretos de caridade. Quem cria raízes na graça aprende a enxergar os “Lázaros” colocados à porta da própria vida. A conversão não depende de sinais extraordinários, mas da escuta fiel da Palavra já recebida. Hoje, a liturgia nos chama a escolher: viver no deserto do egoísmo ou construir pontes de compaixão que nascem da fé.
Gostou desta reflexão? Junte-se à nossa comunidade: curta e inscreva-se para caminharmos juntos.
Paz e bem!
Por Harlei Noro | Liturgia diária com apoio AI.
By Liturgia Et VitaOnde estão fincadas as raízes da sua confiança? No esforço humano que passa ou na fonte que nunca seca?
Nesta quinta-feira da segunda semana da Quaresma, a liturgia nos conduz por uma verdadeira radiografia do coração. A primeira leitura, do profeta Jeremias, apresenta dois caminhos: o do homem que confia apenas em si mesmo, comparado a um arbusto no deserto, e o daquele que deposita sua esperança no Senhor, como árvore plantada junto às águas. O Salmo reforça essa imagem da solidez de quem se enraíza na Palavra. No Evangelho, a parábola do rico e do pobre Lázaro revela o drama da indiferença: uma distância pequena que se transforma em abismo eterno quando o coração se fecha à misericórdia.
A confiança autêntica em Deus não nos aliena do mundo; ao contrário, gera frutos concretos de caridade. Quem cria raízes na graça aprende a enxergar os “Lázaros” colocados à porta da própria vida. A conversão não depende de sinais extraordinários, mas da escuta fiel da Palavra já recebida. Hoje, a liturgia nos chama a escolher: viver no deserto do egoísmo ou construir pontes de compaixão que nascem da fé.
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Paz e bem!
Por Harlei Noro | Liturgia diária com apoio AI.