Quando a fé vira peso e aparência, Jesus revela um caminho: misericórdia, cura e recomeço na mesa da graça.
Neste 10º Domingo do Tempo Comum, a liturgia nos conduz ao coração da fé: Deus quer misericórdia, não sacrifício vazio. Em Oséias, ouvimos o chamado a um amor verdadeiro, que não desaparece como o orvalho da manhã. O Salmo recorda que o culto que agrada a Deus nasce da gratidão e da confiança. Em Romanos, Abraão aparece como modelo de quem espera contra toda esperança. No Evangelho de Mateus, Jesus chama um pecador público, senta-se à mesa com os excluídos e revela que veio para curar os doentes, não para confirmar a autossuficiência dos justos.
Esta Palavra toca diretamente a nossa vida quando a religião corre o risco de virar apenas rotina, aparência ou obrigação. Jesus não espera que você esteja perfeito para se aproximar. Ele entra na sua coletoria interior, no lugar onde há medo, cansaço, culpa ou estagnação, e diz: segue-me. A misericórdia de Deus não ignora as feridas, mas as transforma. A mesa de Jesus continua aberta para quem deseja recomeçar com humildade, fé e confiança.
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Paz e bem!
Por Harlei Noro | Liturgia diária com apoio AI.