Confraria do Tropeiro

Confraria do Tropeiro

By Confraria do TropeiroSociety & CultureDocumentaryHistory
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Confraria do Tropeiro episodes

  • 226- Bruxas e Assombrações
    Hoje é 31 de outubro. Dia das Bruxas!
    Em muitos lugares do mundo, crianças vestem fantasias, casas são enfeitadas com abóboras iluminadas e as bruxas, os fantasmas e outras criaturas assustadoras tomam conta das ruas.
    Embora a tradição seja importada, não é preciso viajar longe para encontrar histórias de bruxas e assombrações.
    O nosso Rio Grande também tem as suas!
    E são histórias antigas, que passaram de geração em geração, entre os moradores das estâncias, das comunidades missioneiras, das vilas de pescadores e dos povoados espalhados pelo Sul.
    Neste Dia das Bruxas, a Confraria do Tropeiro vai percorrer esses caminhos, recuperando histórias antigas e recentes de gente que jura ter encontrado pelo caminho, alguma coisa do outro mundo. Histórias de bruxas, fantasmas e almas penadas.
    Venha ouvir (se tiver coragem), um programa que desvenda os mistérios de bruxas e assombrações.

    ​​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Locução: Mario Lima

    ​​​​​​POESIAS E MÚSICAS
    Disseram que era feitiço
    De Moises Menezes
    Por Liliana Cardoso e Alexandre Brunetto

    Milonga Bruxa
    De Carlos Omar Villela Gomes, Pirisca Grecco e Ricardo Martins
    Por Pirisca Grecco

    A Bruxa Da Estância
    De Leonardo Quadros
    Por Leonardo Quadros

    Canção da Meia-Noite
    De Zé Flávio
    Por Oly Jr, Angelo Primon, Mário Tressoldi  Valdir Verona

    Cirandeia
    De Kauanny Klein
    Por Kauanny Klein

    Tio Simão
    De Telmo de Lima Freitas
    Por Luiz Carlos Borges

    ​TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. 

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.

    Jeferson Monteiro
    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
    1 hr 34 min
  • 225 - A Serra Gaúcha
    ​Muito antes das primeiras levas de imigrantes subirem a Serra Gaúcha, os povos indígenas já habitavam seus campos e florestas.
    Depois vieram jesuítas, rebanhos missioneiros, os primeiros estancieiros e os tropeiros que abriram caminhos pelos Campos de Cima da Serra, ligando o Rio Grande aos mercados de São Paulo.
    Vacaria, Bom Jesus e São Francisco de Paula guardam as marcas desse passado biriva.
    No século XIX, a chegada dos imigrantes alemães e, a partir de 1875, dos italianos transformou profundamente a região. Surgiram colônias, lavouras, vinhedos, povoados e cidades que se tornariam importantes centros industriais e culturais.
    Neste episódio da Confraria do Tropeiro, vamos percorrer essa história, resgatando personagens, datas e acontecimentos que explicam a formação da Serra Gaúcha.
    Venha ouvir um programa onde a tradição campeira e a herança dos imigrantes se encontram nos caminhos da história.
    Venha ouvir, a colonização da Serra Gaúcha.

    ​​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Locução: Mario Lima


    ​​​​​​POESIAS E MÚSICAS
    Imigrante
    De Osmar Ransolin
    Por Osmar Ransolin e Kayke Mello

    Os Imigrantes
    De Hermes Lopes e Juliano Moreno
    Por Juliano Moreno

    Coração Italiano
    De Salvador Lamberty e Walther Morais
    Por Walther Morais

    Caminhos do Jaguarí
    De Mauro Ferreira, Cláudio Lena e Luiz Bastos
    Por César Passarinho

    Serrano sim senhor
    De Flori Wegher, Glênio Vieira e Jauro Von Gehlen
    Por Os Serranos

    Cancioneiro das Coxilhas
    De Honeyde Bertussi e Adelar Bertussi
    Por César Oliveira & Rogério Melo

    ​TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. 

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.

    Jeferson Monteiro
    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
    1 hr 45 min
  • 224- Os Cavaleiros de Cristo
    ​Uma ordem de cavaleiros nascida das ruínas dos Templários.
    Uma cruz que deixou as fortalezas de Portugal para atravessar os oceanos nas velas das caravelas.
    E uma história que, séculos depois, alcançaria os caminhos de tropas do Sul do Brasil.
    Fundada em 1319, por iniciativa do rei D. Dinis, a Ordem de Cristo esteve ligada às grandes navegações portuguesas, às expedições do infante D. Henrique e à chegada da armada de Pedro Álvares Cabral ao Brasil.
    Mas qual seria a relação dessa antiga instituição da cavalaria com os homens que abriram estradas, fundaram povoações e combateram nas fronteiras meridionais?
    Venha ouvir essa extraordinária trajetória, que segue das fortalezas de Tomar até os campos e caminhos tropeiros do Sul do Brasil.
    Venha ouvir, a Ordem dos Cavaleiros de Cristo.

    ​​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Locução: Mario Lima

    ​​​​​​POESIAS E MÚSICAS
    Das Visagens de um Templário
    De Rodrigo Canani Medeiros
    Por Rodrigo Canani Medeiros e Jader Leal

    Pedra do Porto
    De Martim César e Marco Aurélio Vasconcellos
    Por Marco Aurélio Vasconcellos.
     
    Notícias da Terra Brasilis
    De Martim César e Marco Aurélio Vasconcellos
    Por Marco Aurélio Vasconcellos

    Céus de Castilla y León
    De Martim César e Marco Aurélio Vasconcellos
    Por Marco Aurélio Vasconcellos

    Num velho baú sem chave
    De Martim César e Paulo Timm
    Por Martim César

    Litorâneo
    De Chico Saga e Mário Tressoldi
    Por Chão de Areia e Índio Rufino

    ​​TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. 

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.

    Jeferson Monteiro
    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
    2 hr 6 min
  • 223 - Santos e Padroeiros
    ​Nos antigos caminhos tropeiros, muitas povoações começaram ao redor de uma capela. Ali se celebravam missas, batizavam crianças, realizavam casamentos e se reuniam famílias de fazendeiros, comerciantes e viajantes.
    A devoção acabava marcando o nome e a identidade de uma comunidade.
    E os birivas, eram os responsáveis por dar nome e santo para cada localidade dessas.
    Foi assim que Nossa Senhora dos Prazeres entrou na história de Lages, Nossa Senhora da Oliveira na de Vacaria e Santo Antônio no credo de antigas povoações gaúchas e paranaenses.
    Neste episódio da Confraria do Tropeiro, seguimos os caminhos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná para contar a fundação de oito cidades e descobrir como fé, tropas e estradas se encontraram na formação do nosso Sul.
    Venha ouvir um programa que vai percorrer esses caminhos, para conhecer o registro de fundações e devoções da região Sul.
    Venha ouvir, santos e padroeiros.

    ​​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Locução: Mario Lima

    ​​​​​​POESIAS E MÚSICAS
    Tropeando
    De Colmar Duarte
    Por Pedro Júnior da Fontoura e Kayke Mello

    Nos Campos do Guarda-Mor
    De Osmar Ransolin, Arthur Boscatto e Felipe Silveira
    Por Rédea Solta

    O Sonho da Nova Póvoa
    De Carlos Omar Villela Gomes e Angelo Franco
    Por Angelo Franco e Nilton Ferreira

    Tropeiro das Lagens
    De Iradi Rodrigues e Jones Andrei Vieira
    Por Jones Andrei Vieira

    Dores do Ofício Tropeiro
    De Marcos Eduardo Neto e Lucas Soares
    Por Lucas Soares e Daniel Silva

    Assovio
    Por Daniel Silva e Ricardo Bergha
    De Dudi Marafigo, Arthur Costa de Almeida e Gabriel Maculan

    Romaria
    De Renato Teixeira
    Por Walther Morais e Luiz Carlos Borges

    ​TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. 

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.

    Jeferson Monteiro
    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
    1 hr 41 min
  • 222 - Políticos e caudilhos
    ​As eleições no Brasil nem sempre tiveram a tranquilidade com que atravessamos o dia da votação. Há discussões, provocações, acusações e conflitos nas redes sociais.
    A disputa política provoca tensões, separa opiniões e, por vezes, compromete relações. Ainda assim, o eleitor comparece, escolhe seus candidatos e espera que o resultado seja respeitado. Em teoria, quando o Judiciário não intervém para substituir a escolha popular por uma decisão política, a eleição cumpre sua função: estabelecer quem recebeu autorização para governar e quem deverá permanecer na oposição.
    Mas nem sempre essa organização democrática foi respeitada.
    Houve períodos em que o controle do poder determinava quem podia votar, quais votos seriam reconhecidos e quem acabaria declarado vencedor. A votação acontecia, mas seus resultados podiam ser manipulados por aqueles que comandavam o processo.
    Em tempos assim, quando uma eleição era roubada, ou quando os derrotados entendiam que ela havia sido roubada, a reação podia ultrapassar os protestos.
    Chefes políticos reuniam seguidores, convocavam combatentes e procuravam resolver pelas armas aquilo que as urnas não haviam encerrado.
    O Rio Grande conheceu essas experiências. Governantes foram combatidos por adversários que recusavam sua autoridade. Eleições contestadas alimentaram revoluções. Comandantes que não disputavam cargos tiveram participação na luta para afastar quem governava.
    Venha ouvir um programa que conta parte dessa história para você.
    Venha ouvir, políticos e caudilhos.

    ​​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Locução: Mario Lima

    ​​​​​​POESIAS E MÚSICAS
    Branco ou Colorado
    De Jayme Caetano Braun
    Por Jayme Caetano Braun e Lucio Yanel

    Milonga de Honório Lemes
    De Rodrigo Bauer e Chico Sarat
    Por Leopoldo Rassier

    Prosa Dos Lenços
    De João Pantaleão Leite, Luiz Lanfredi e Chico Brasil
    Por Os Monarcas, Cristiano Quevedo e Shana Muller


    Milonga Maragata
    De Francisco Luzardo e Tiago Cezarino
    Por César Oliveira & Rogério Melo

    Memorial de um Lenço
    De Osmar Ransolin e André Teixeira
    Por André Teixeira

    Petiço de São Borja
    De Jayme Caetano Braun e Joca Martins
    Por Joca Martins

    ​TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. 

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.

    Jeferson Monteiro
    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
    1 hr 45 min
  • 221 - Na casa das sete mulheres
    ​As guerras não alcançam as pessoas da mesma forma. Para alguns, ela surge numa carga de combate em campo aberto. Para outros, numa trincheira. E para tantos, é a notícia de perda, uma estrada vazia e o partir para o nunca mais.
    Entre 1835 e 1845, a guerra tomou campos, povoados e caminhos do sul do Brasil.
    Mudou a rotina de famílias.
    Ao redor da família de Bento Gonçalves, uma casa se tornou o lugar onde o tempo cristalizou a espera.
    Guardando o cotidiano das conversas interrompidas, de pequenas decisões, de lembranças repetidas e planos adiados.
    Sete mulheres atravessaram esse cenário.
    Cada uma enfrentou a angústia da guerra à sua maneira. Juntas, dividiram o mesmo teto e um destino ligado aos caminhos do conflito.
    Demonstrando que a coragem não se prova apenas de lança em punho, mas na palavra dita, no trabalho silencioso, na companhia oferecida e na decisão de seguir adiante por mais um dia.
    Esta é uma história de partidas e permanências, de laços postos à prova e de uma família cercada por um tempo difícil. É também a história do Continente em guerra, visto pela janela de um casa de estância.
    Venha ouvir a história dessas mulheres que se mantiveram atentas aos rumores do mundo, tentando reconhecer o som de quem regressa.
    Venha ouvir, a Casa das Sete Mulheres.

    ​​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Locução: Mario Lima

    ​​​​​​POESIAS E MÚSICAS
    Sou a Mulher do Tropeiro
    De Pedro Júnior da Fontoura
    Por Liliana Cardoso e Kayke Mello
     
    Sete Vidas
    De Marcus Viana
    Por Adriana Mezzadri e Marcus Viana
     
    Ciranda do Tempo
    De Osmar Ransolin e Kauanny Klein
    Por Kauanny Klein
     
    Prenda Minha
    De Telmo de Lima Freitas
    Por Quarteto Coração de Potro
     
    Pampeanas
    De Vaine Darde e Elton Saldanha
    Por Bibiana Alves, Fernanda Lopes e Analise Severo
     
    Guerreiras
    De Érlon Péricles
    Por Maria Alice, Analise Severo, Juliana Spanevello e Shana Müller
    ​​
    ​TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. 

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.

    Jeferson Monteiro
    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
    1 hr 22 min
  • 220 - Nos Campos das Vacarias
    Vacaria não é apenas uma cidade no alto da serra. É um nome que nasceu no tempo das reduções missioneiras, cresceu no rastro das tropas e encontrou, entre campos e pinhais, uma identidade própria.
    Nesta edição da Confraria do Tropeiro, abrimos os caminhos da sua história: a “baqueria” dos jesuítas, as rotas tropeiras, a formação da cidade, os tempos da República, o nascimento do Rodeio Crioulo Internacional e a transformação provocada pelo ciclo da maçã e pela força da pecuária.
    No fim da jornada, a história ganha vida, na voz Rafael Ferreira, Luis Alberto Barcellos e Valter Amarante, três Irmãos que nos acolheram com generosidade e amizade, numa noite épica para este tropeiro da cultura.
    Venha ouvir um programa sobre um povo e uma gente que fez do passado, a força para continuar construindo o futuro.
    Venha ouvir, nos Campos da Vacaria.

    ​​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Locução: Mario Lima
    Entrevistados: Rafael Ferreira, Luis Alberto Barcellos e Valter Amarante

    ​​​​​​POESIAS E MÚSICAS
    Canto e registro para quem foi espera
    De Osmar Ransolin
    Por Osmar Ransolin e Jefferson Monteiro

    Do Cimo da Serra
    De Diego Muller, João Sampaio e Érlon Péricles
    Por Érlon Péricles
     
    O campo invade a cidade
    De Rafael Ferreira e Carlos Eduardo Nunes
    Por Angelo Franco

    Das Vacarias
    De Don Arabi Rodrigues e Rodrigo Lucena
    Por Adriano Lima

    Eu Sou Daqui
    De Gujo Teixeira e Marcelo Oliveira 
    Por Marcelo Oliveira

    Rodeio de Vacaria
    De Jose Mendes
    Por Berenice Azambuja

    ​TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. 

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.

    Jeferson Monteiro
    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
    1 hr 43 min
  • 219 - John Vaz - Revivendo Bento Gonçalves
    ​Há 190 anos, em 11 de setembro de 1836, a vitória farroupilha na Batalha do Seival abriu caminho para a Proclamação da República Rio-Grandense.
    Um acontecimento que atravessou gerações e permanece vivo na história e na identidade da gente do Sul.
    Quase dois séculos depois, um renomado ato brasileiro resolve contar essa história, trazendo aos palcos, ninguém menos que Bento Gonçalves. Pesquisando motivos, fatores e figuras que moldaram a Guerra dos Farrapos, e ajudaram a forjar a identidade do próprio povo gaúcho.
    E a Confraria do Tropeiro apresenta em celebração aos 190 anos da Proclamação, uma entrevista histórica com o ator, diretor e historiador John Vaz, contado partes das história de vida, da carreira, e do espetáculo “Bento Gonçalves e a Revolução Farroupilha”.
    Nesta conversa especial, vamos conhecer os bastidores da montagem, o trabalho de pesquisa, a construção do personagem e o desafio de representar um dos nomes centrais da Revolução Farroupilha.
    Quando a história encontra o teatro, personagens do passado recuperam voz, presença e humanidade.
    Venha ouvir John Vaz - revivendo Bento Gonçalves.

    ​​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Locução: Mario Lima

    ​​​​​​POESIAS E MÚSICAS
    Farrapo
    De Jayme Caetano Braun
    Por Jayme Caetano Braun e Lucio Yanel

    Em cada Setembro
    De Osmar Ransolin e Cristiano Quevedo
    Por Cristiano Quevedo

    ​Hino Rio-Grandense
    De Francisco Pinto da Fontoura e Joaquim José Medanha
    Por Ernesto Fagundes e Luciano Maia

    Coração Farroupilha
    De Luiz Coronel e Sérgio Rojas
    Por Miro Fagundes

    Garibaldi, herói, marujo e gaudério
    De Luiz Coronel e Sergio Rojas
    Por Leopoldo Rassier

    ​​
    Os cavaleiros da noite
    De Antonio Augusto Fagundes
    Por Cristiano Quevedo

    ​TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. 

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.

    Jeferson Monteiro
    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
    1 hr 36 min
  • 218 - Alfredo Zitarrosa
    ​Há vozes que interpretam canções. Que marcam estilos. Que mudam tendências.
    E há vozes que acabam se confundindo com a própria identidade de um povo.
    Alfredo Zitarrosa foi assim.
    Com seu estilo único de interpretação, transformou a milonga, a poesia e as raízes do folclore uruguaio em uma obra capaz de atravessar fronteiras e gerações.
    Cantor, compositor, poeta, jornalista e homem profundamente ligado à cultura de sua terra, Zitarrosa fez da música uma forma de memória. Em suas canções estão a campanha uruguaia, o homem simples, o amor, a ausência, a injustiça, o pertencimento e aquela imensa paisagem humana que existe entre o campo e o Rio da Prata.
    Sua história também atravessou alguns dos momentos mais difíceis do Uruguai no século XX. E sua voz, mesmo quando tentaram silenciá-la, continuou chegando ao povo.
    Nesta edição da Confraria do Tropeiro, fomos a Montevideo para contar em detalhes, a vida e a obra de um dos maiores nomes da música popular latino-americana.
    Um programa para compreender o homem, o artista e a força de uma música que se tornou parte da memória coletiva do povo uruguaio.
    Venha ouvir, Alfredo Zitarrosa.

    ​​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Locução: Mario Lima

    ​​​​​​POESIAS E MÚSICAS
    Canção para Alfredo
    De Hamlet Lima Quintana
    Por Confraria do Tropeiro

    Milonga de Pelo Largo
    De Dino Gastón Ciarlo
    Por Alfredo Zitarrosa

    Stephanie
    De Alfredo Zitarrosa
    Por Alfredo Zitarrosa

    Candombe del olvido
    De Alfredo Zitarrosa e Juan Des Crescenzio
    Por Alfredo Zitarrosa

    Adagio en mi país
    De Alfredo Zitarrosa
    Por Alfredo Zitarrosa

    A Don José
    De Rubén Lena
    Por Alfredo Zitarrosa

    ​TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. 

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.

    Jeferson Monteiro
    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
    1 hr 49 min
  • 217 - Folclore Gaúcho
    ​Folclore é o saber do povo. É a memória que atravessa gerações e permanece viva nas crenças, nos costumes, nas festas, nas danças, nos cantos, nos mitos e nas lendas que ajudam uma comunidade a reconhecer sua própria identidade.
    No Rio Grande do Sul, essa memória nasceu de muitos caminhos e de diferentes povos.
    Neste episódio vamos conhecer quatro matrizes distintas da manifestação folclórica: o universo tropeiro e biriva das danças do Planalto, a herança luso-ibérica das Cavalhadas, a força da cultura afro-gaúcha preservada no Maçambique de Osório, e a religiosidade popular luso-açoriana dos Ternos de Reis.
    Quatro manifestações. Quatro origens.
    Quatro formas de preservar uma história que não está apenas nos livros, mas também nos gestos, nos sons, na fé e na memória do povo.
    Venha conosco nesta verdadeira viagem pelas tradições que ajudaram a formar a identidade cultural do Rio Grande do Sul.
    Venha ouvir, o folclore gaúcho.

    ​​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Locução: Mario Lima

    ​​​​​​POESIAS E MÚSICAS
    Herança
    De Apparício Silva Rillo
    Por José Henrique Azambuja

    Birivas
    De Airton Pimentel e Gilberto Carvalho
    Por Rui Biriva

    Cavalhadas do Sul
    De João Lucas Cirne
    Por João Lucas Cirne

    Um Terno Pela Paz
    De Carlos Catuípe, Ivo Ladislau e Mário Tressoldi
    Por Chão de Areia e Monycah Ramos

    Nega Maçambiqueira / Congado e Paixão / Sou do Morro / São Benedito / Pagando Promessa
    De Carlos Catuípe, Kako Xavier e Ivo Ladislau
    Por Loma Pereira e Tribo Maçambiqueira

    Para um tropeiro de sonhos
    De Osmar Ransolin e Quinto Oliveira
    Por Jean Kirchoff

    ​TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo .  Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada. 

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.

    Jeferson Monteiro
    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
    1 hr 52 min

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