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Neste episódio falei sobre regueifa, paladar infantil e paladar de velha. Contei que adoro saber fofocas, que descobri um nicho de homens gostosos que adoram o meu trabalho, falei sobre o Lux. Contei que fui a dois podcasts, falei sobre as eleições brasileiras e o posicionamento do João Gomes e falei sobre a acampada em Lisboa.
Elogiei a peça Nós, Sozinhas da Sara Barros Leitão, o livro Cartas de Amor para Meninas Mal Comportadas da Eliana Nzualo e a exposição Troca o Passo da Ana Malta (Num Para).
Terminei falando sobre sonhos e mulheres que descobrem (demasiado tarde) que estão grávidas.
De volta ao formato habitual, conto que voltei a treinar, que experimentei um restaurante novo e adorei, elogio os meus amigos Ivo e Kwan que fazem um dos meus sets preferidos de sempre, conto como foi ir a rampa do vale de Santo António pela primeira vez e como foi o concerto do Djavan. Passei o dia no spa, como boa dondoca que sou e atuei no café central, na graça. Conto como reajo quando homens elogiam o meu trabalho.
Recomendo que vão ouvir o novo EP da Inês Marxx: saber a que sabe e o início do livro A Viagem Inútil de Camila Sosa Villada e revelo mais uma das minhas manias idiotas de leitura.
Esta semana pensei sobre o facto dos homens de esquerda serem mais bonitos, o facto dos artistas de direita serem mais broncos e termino com uma dissertação sobre o conceito de “one of the guys”.
Neste episódio conto como foram todas as datas de "30 por uma linha", o meu primeiro solo de stand up.
Neste episódio conto que voltei ao cycling, falo sobre o vizinho nu, o vizinho que espirra alto, sons que homens fazem de manhã e pessoas (homens) que escarram na rua e a jogar futebol.
Conto como foi o Festival Cuca Monga, as minhas 4 atuações da semana e recomendo sítios para irem ver stand up. Dou breves opiniões sobre os Globos de Ouro, conto que fui ver o Adolescência, Sexo e Morte no Acampamento Miasma e falo sobre a polémica do comentador que chamou vulgor ao cabelo encaracolado da Sofia Ribeiro (contando a minha experiência e transição capilar).
Neste episódio, conto como foi o concerto de Sigur Rós, como foi ver o MacBeth na reabertura do Dona Maria II e descobrir que tenho claustrofobia. Falei sobre o facto de ser supersticiosa, precisar de terapeuta da fala, ir ao curto circuito, ir à feira da luz e como decoro texto de stand up. Conto como foi receber roupa da Guaja e como foi a listening party do Janeiro. Exponho a minha opinião sobre o o Não há Papéis para Velhos do Carlos Coutinho Vilhena e digo o que penso sobre viver com outras pessoas, relações de vizinhança e termino com uma pequena dissertação sobre pessoas que trabalham com idosos e como isso me fascina.
Neste episódio falo sobre ter ido a Ayamonte, sobre expor homens nojentos que comentam as minhas publicações, explico porque é que devemos girar o pito à primeira e porque é que a male loneliness epidemic me dá tesão. Conto como foram os anos do Faro, como foi ver o "Portas-te mal, vais para a Mitra", confesso que fazer exercício ajuda a ressaca, disserto sobre exercício físico e Alzheimer muscular durante demasiado tempo. Conto porque é que sou procurada em Itacaré, falo sobre o "É sempre a hora da nossa morte amém" da Mariana Salomão Carrara e termino com uma levíssima dissertação sobre… A morte.
Neste episódio falo-vos do Avante, do sotavento algarvio, conto a vez que quase bati na avó duma amiga minha, falo sobre ter inveja de quem tem avós e exponho a trend de IA nos anos 80.
Falo sobre o novo livro que estou a ler e os livros que comprei no alfarrabista e feira do livro do Avante.
Dou a minha breve opinião sobre os cancelamentos no festival do Seinfeld, o meu take sobre idolatrar ped0filos e ped0phile culture e como essa cultura ped0fila rege os padrões de beleza. Falo sobre a Jameela Jamil e exponho a minha opinião sobre os dois lados: mulheres muito bonitas são mais pressionadas para serem sempre bonitas ou, por outro lado, têm já esse privilégio e, por isso, podem desafiar o padrão doutras formas? Termino com a minha opinião sobre retirar tatuagens.
No episódio desta semana falo sobre o mock festival, sobre croquetes de arroz doce. Exponho a minha opinião sobre o concerto da Lauryn Hill, explico porque me recuso a tomar banho em certos balneários mas adoro tomar noutros e conto como não vivo sem visitas semestrais à minha osteopata preferida. Falo sobre o documentário de Uma Nêspera no Cu e leio dois poemas do livro “Canções de Atormentar” da Angélica Freitas. Termino dissertando sobre o facto do Linkedin ser o sítio mais ridículo do mundo e o que acho das battles de formar aura.
Neste episódio conto que, para além do WhatsApp, também não acompanho a minha conta bancária, que fui ao Leroy comprar tintas e cenas para as plantas, como não podemos ir com a roupa que quisermos ao Leroy. Conto que apanhei um motorista de Flixbus que era comediante, como foi ir ao Algarve em Agosto. Falo de perfumes irritantes, de pessoas que se vestem todas de bege e tiram fotografias à frente de carros alheios. Explico porque é que ter sobrinhos é a melhor coisa do mundo, leio e critico Clarice Lispector e falo sobre a polémica de patroa esclavagista e irrito-me com patrões sem noção.
Neste episódio faço um recap do Vodafone Paredes de Coura, com laivos de crítica musical (sou especialista). Falo, levemente, sobre o debate com mulheres conservadoras e sobre o Tomás do Despolariza e exponho o meu problema em não conseguir ver e acompanhar o WhatsApp (e o Instagram e o email e a minha conta bancária).
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