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A @higuera viu-me. No final de 2019 quando conversamos pela primeira vez senti uma serenidade diferente. Iniciámos um processo em conjunto e durante 2 meses eu senti-me acolhida, ouvida e abraçada.
Mas não foi sobre isso que conversámos. Conheci a história do seu filho Lourenço no podcast Inspiração para Uma Vida Mágica do Pedro e da Mia onde a Ana conta pela primeira vez o "tsunami" da(s) sua(s) vidas. Nesta conversa falamos sobre o pós, sobre emoções, comunicação consciente, em particular com as crianças. Conversar sobre a(s) morte(s) e o(s) luto(s) continua a ser tabu, mas é algo tão urgente e tão importante (eu acrescento, interessante!). Falar sobre isto, principalmente com os nossos filhos e pessoas queridas torna-nos vulneráveis e aproxima-nos. (pelo menos, é nisso que eu e a Ana tanto acreditamos!)
A Ana viu-me e deu-me a honra de a ver mais um bocadinho e poder acrescentar tanto valor a este meu projeto (mas acima de tudo à minha vida!). Obrigada ao Lourenço por isso. E obrigada à Ana por se pôr ao serviço com a sua história.
A Bárbara é daquelas pessoas que nos trazem algo bonito à nossa vida: H-U-M-I-L-D-A-D-E. Foi uma chapada de luva branca quando estive a primeira vez presencialmente com ela. Já sabia quem era a Bárbara (ou achava que sabia, apenas conhecia parte do seu trabalho) e quando vi que fazia parte do grupo da formação de Doulas fiz mil um julgamentos.
Quase um ano depois aqui está ela, a contar-me de coração aberto algo tão íntimo como a história das suas gravidezes e partos.É, até à data o episódio mais curto mas a prova de que trinta minutos dão para tanta coisa. Quando voltei a ouvir tirei notas, emocionei-me e sorri. Estou num lugar vantajoso porque conheço a Bárbara e partilho com ela (e com outras pessoas tão bonitas!) um lugar vulnerável e seguro onde podemos ser totalmente autênticos.
Quero só acrescentar que a Bárbara é a primeira pessoa que conheço que tem filhos em, literalmente, 10 minutos. A verdade é que não é o mais comum mas é possível. Ah, além disso tem estatura baixa e isso não a impediu de engravidar cinco vezes, e ter seis filhos, "quatro neste plano terrestre e dois algures num plano diferente".
Oiçam e partilhem se assim fizer sentido. E sintam-se à vontade para perguntar o que quiserem. Estamos cá para ajudar a encontrar a resposta!
Podem ver o trabalho da Bárbara aqui:
Site
A Carolina é Mulher, Mãe e Doula. Tal como eu, encontrou várias respostas no ser Doula após um pós-parto intensivo do seu primeiro filho.
Mas não é (só) sobre isso que conversámos. Convidei a Carolina a conversar sobre racismo, de forma a ouvir e sobretudo aprender. Sou branca e portuguesa. Sempre me considerei inclusiva e até ativista. Arrogância e ignorância a minha que nada sei sobre isso porque falo e ajo sempre de um lugar privilegiado. É até agora a minha conversa mais desafiante porque ao vivo demonstro alguns pensamentos imediatos que à partida não são muito positivos e bastante julgadores. Uma conversa espontânea, portanto!
Uma vez mais é uma conversa gravada em casa, com vários sons de fundo: crianças, um bébé cá fora e outro na barriga (sim, não conversamos sobre isso mas a Carolina está novamente grávida! yeah!). Vida real, portanto e, a meu ver, ainda bem. Continua a ser um prazer ter a oportunidade de conversar com tantas pessoas numa fase tão exigente para todos.
Saquem do papel e da caneta e vamos todos (des)aprender e (re)contar as nossas histórias para caminharmos, acredito eu, para um mundo melhor.
Podem ouvir o episódio na aplicação Spotify ou em GooglePodcasts (os links diretos estão na bio👆)
(Podem também ler o artigo da Carolina sobre diversidade cultural e a saúde materna no site da Associação Portuguesa Pelos Direitos da Mulher na Gravidez e no Parto (APDMGP) , vale bem a pena!)
Conversei com a Laura (@_bolbo) a primeira vez há sete meses sobre arte e mudanças da cidade para o campo. Sem hesitar já em Fevereiro deste ano aceitou o meu convite para covnersar no podcast. Mais, de imediato e sem saber nada sore mim (nomeadamente que estava grávidae tão ligada a estes temas) enviou-me a "história que eu poderia explorar". Assim, sem rodeios e de uma forma que me fez ficar colada ao chão! (Quando ouvirem o episódio aposto que vão perceber!)
É a história da sua maternidade, dos seus partos, desafios e conquistas que trago ao meu podcast. Quebra todas as regras e excpções quando conta como foi rápida a sua recuperação pós cesarina e foi a primeira pessoa que conheci a vivenciar (mais do que) um parto vaginal após cesariana. É um "study case" para várias situações e tem uma forma de partilhar as coisas que não me canso de ouvir a nossa conversa.
Começamos há 14 anos atrás a falar de conhecimento e consciência corporal e acabamos na atualidade a conversar sobre a importância da parentalidade consciente em todas as relações e de felizes coincidências. Gravámos o episódio a um Domingo e estive quase 3 horas (!!!) à conversa. Mas acalmem os nervos que só 1h25 está on-line. Mas vale cada segundo.
Ouçam e partilhem connosco o que sentiram :)
✨
Podem conhecer e seguir a Laura em @_bolbo, @bolbokids e @findingslow_phtography!
A Joana é (mais!) uma pessoa que conheci através das redes sociais. Numa das minhas pesquisas por projetos bonitos que se criaram em Portugal na área da educação encontrei a Woodlandkids. Quando percebi que ainda estava na fase de projeto e angariação de fundos fiquei ainda mais fascinada: o conceito único de uma escola ecológica e sustentável estava a nascer e eu tinha o privilégio de acompanhar de perto todo o processo.
Mas o que me prendeu mesmo foi a Joana, a sua capacidade de fazer acontecer, a partilha transparente de informação e o amor que põe em tudo o que está relacionado com a educação: primeiro a do seu filho Gabriel e depois a do país. Se a Joana fosse uma palavra seria sonho e a educação em Portugal sairia a ganhar se todas as crianças tivessem acesso a uma Woodland. Reformulo, o país e o mundo precisam de mais Joanas e de mais Woodlands.
Após três meses de pandemia (a conversa aconteceu antes disso) é uma lufada de ar fresco ouvir esta conversa para nos relembrar que é URGENTE(!) reflectir sobre o sistema educativo em Portugal e da importância das instituições educativas na criação de um mundo sustentável, com menos lixo, poluição e assente nos afectos e emoções.
Podem(os) apoiar a Woodlandkids através do Patreon e da aplicação SweatCoin. Para saber detalhes e esclarecer todas as dúvidas por favor invistam tempo a conversar com a Joana e a conhecer todos os detalhes da WoodlandKids. Vale mesmo a pena!
Quando há um ano conheci a Catarina Gaspar não sabia o que isto ia dar.
A Catarina é Mulher, Mãe, Doula, Professora de Kundalini Yoga e eu podia estar aqui mais uma série de minutos a descrever tudo o que ela é e faz.
Foi a primeira pessoa a quem contei que estava grávida, foi minha Doula e é talvez a pessoa que mais me incentivou e apoiou para a materialização de todo este(s) projeto(s).
Conversámos quando estava grávida de 33 semanas (celebrámos amanhã 14 de Fernando Luís) sobre algo que nos apaixona: as emoções. A Catarina deixa muito claro que não é técnica nem terapeuta, mas foi na formação da rede de doulas e na prática de Kundalini Yoga que encontrou várias respostas para aquilo que sempre fez sentido para si: o que fazer com as emoções?
Numa conversa simples, leve e fluída conversamos sobre algo tão necessário e urgente. Mal sabíamos nós o que aí vinha. Acredito que dentro de todas as grandes questões que temos vivido vale a pena voltar ao mais básico: O que sinto? Em que parte do corpo? E o que posso fazer com essa informação?
Por isso, de emoção em emoção vem comigo e com a Catarina e diz-nos o que estás a sentir. Vamos conversar?
Podes ver todo o trabalho da Catarina aqui:
- Doula: Acompanhamento Pré-Concepção, Gravidez, Parto e Pós-Parto: Site e Instagram
- Podcast MommyTalks By Essence: Spotify e Youtube
Olá. Eu sou a Rita. E este é o meu podcast.
Sou Mulher, Mãe e Companheira. Sou de conversas, de escrever e de pessoas. Sou curiosa, autodidacta e sonhadora.
No podcast irei conversar com pessoas que me inspirem, que me tirem da zona de conforto e que me façam (des)construir. Irei conversar com pessoas presencialmente e à distância; com amigos de longa data e pessoas da minha rede de apoio; com especialistas em determinado tema ou pessoas que conheci no mundo digital. Uma coisa é certa: será fluído, divertido e interessante, como uma boa conversa se quer!
Por fim, deixa-me dizer-te que tudo isto se baseará em intenções comuns: congruência, paixão e verdade. E que o que eu sou e sinto será determinante para a fluidez e flexibilidade que quero alcançar todos os dias.
Bem-vindo, estou sempre à tua espera!
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