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Episódio assim em cima do joelho, mas como a convidada é repetente, também não se pode pedir muito.
Não vão aprender grande coisa, mas acho que se vão rir do quão parvo tudo isto consegue ser. E cuidado com o mercúrio retrogrado que já causou aqui estragos. Depois não digam que não vos avisei.
O mais chocante deste episódio, foi termos falados de fetiches sexuais e a nossa mãe vai ouvir. Com licença que já gravamos tarde e tenho que ir dormir.
Um episódio bem simples. Eu e perguntas dos meus convidados que eu ainda não tinha ouvido.
Novo logo, com a ajuda de Simão Cardoso na foto e do Fábio Ventura no design. O Fábio tem muito jeito para isso e para tatuar, @fabioventuratattoo, sigam-no e marquem com ele que não se arrependem nunca.
É assim, neste episódio HÁ PASSATEMPO COM PRÉMIO!
Respondam livremente (viram o que fiz aqui?) à questão "Para ter os meus dentes limpos, eu ...", e a melhor frase ganha um fantástico prémio UAU.
É mandar DM para @ricardodassetas.E se quiserem mandar mais alguma coisa, também pode. hehe.
Num hotel, han? Fitufiu.
A uma distância considerável porque alguém foi apanhado pelo Corona, han? Mas também não se safou neste corpo. E também já estava no seu velório.
Passo mais tempo com o Paulo do que com qualquer outra pessoa e já temos horas e horas de conversas, temas, discussões, violência ...
Mas olhem, estivemos aqui e tentámos recriar um pouco do que é uma conversa do nosso dia-a-dia. Só ficou a faltar uma interpretação Fado de hits pop e funk brasileiro.
Beeeeeeeeeeeem, a conversa esticou ou quê? Na realidade já esperava, porque falar é com a Inês e fazer observações pertinentes é com o Duarte.
Foi uma montanha russa com loopings lixados, mas deu sempre para sair de lá vivo. Ah, e calma, que este episódio foi gravado com público e com reacções in momentum.
E no fim, aviso já que há um segmento novo, e não foi a troca de vinho por cerveja e amendoins.
Primeiro quero avisar que o som não ficou grande coisa, que gravar com dois micros não é tão fácil quanto parece. Tentei fazer o que estava dentro do meu alcance para que o som ficasse o melhor possível, mas prometo resolver a questão nos próximos episódios. Peço desculpa desde já, mas também não quis mandar a conversa ao lixo.
Para além de ser um gajo mesmo porreiro, o Jomi é uma pessoa que gosta muito de aproveitar o simples da vida e estar perto dele é estar "pazilove". Temos muitas histórias juntos que aqui contamos.
Aprendam sobre a industria do vidro que saber não ocupa lugar, mesmo que não tenha nada de interessante para se saber.
Quis voltar ao formato à trois, desta vez com a Catarina Oliveira e o Fábio Silva, que estavam com medo de vir falar sozinhos comigo.
Uma coisa que têm em comum é que são chefes das expressões mais engraçadas que alguma vez ouviram.
Se precisarem de alguma coisa da Catarina, procurem-na num Centro de Saúde mais próximo, ou mais longe, e comprem manteigas de amendoim "Casca Rija" ao Fábio. Não partem os dentes. Hehe. não tem graça. Mas eles têm.
Este episódio foi gravado a 19 de março, e não podia não o gravar com o meu pai, que já o queria como convidado.
O meu pai faz mesmo jus ao seu nome e tem um coração enorme. É um homem do caralh*, já agora, palavra proferida no episódio.
De tudo o que falamos, o mais bonito foi mesmo vê-lo a recordar momentos da sua infância, e ficam aqui gravados, para que um dia mais tarde, eu o possa sempre ir ouvir. Pode parecer egoísta, mas o pai é meu.
Divirtam-se com ele, por favor.
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