Escute histórias de 12 ex-alunos do projeto das 40 horas de Angicos, realizado em 1963 no sertão do Rio Grande do Norte. São conversas sobre a alfabetização com consciência crítica concebida por Paulo Freire. Para lembrar da alegria grande que é ler e escrever. E perceber o rastro que as palavras deixam.
Nomes dos ex-alunos por ordem de entrada na conversa:
2. Maria Eneide de Araújo
8 e 9. Anita Maria e Francisco de Assis
12. Francisco Firmino da Silva
Concepção e edição por André Gravatá / Trilha sonora: músicas Maneirinha e Tango do urubu, de Alício Amaral, no álbum Rabeca Primeira Sonora / Tratamento final do áudio por Mad Sounds
Agradecimento especialíssimo para Serena Labate pelo apoio em toda a jornada e escuta crítica desta edição
Obrigado imenso para todas as pessoas da 8ª Diretoria Regional de Educação e Cultura de Angicos; e para Paulo Roberto Padilha por abrir caminhos pra essa jornada; e para Marcos Guerra e Valquíria Félix da Silva por nos ajudarem a entender detalhes dessa história
Nossa pesquisa aconteceu também com o apoio de pessoas que colaboram com a campanha de financiamento recorrente no Catarse; e de mais diversas pessoas que adquiriram nosso bordado “vejo vida vindo vasta”. Obrigado ao Felipe Stocco, Josefa Gravatá e José Gravatá por se envolverem tanto nesse processo
Retratos desenhados pela artista Serena Labate https://bit.ly/retratosangicos
Reportagem "De repente, eu aprendi", escrita por André Gravatá e publicada na revista Piauí de dezembro (acesso do texto completo só para assinantes) https://piaui.folha.uol.com.br/de-repente-eu-aprendi/
Filme de 1963 que mostra a realidade de Angicos e o processo das 40 horas https://www.youtube.com/watch?v=64qUSQbc1fk
>> As quarenta horas de Angicos: uma experiência pioneira de educação, por Carlos Lyra
>> 40 horas de esperança: o método Paulo Freire, por Calazans Fernandes e Antonia Terra