A participar na COP 27 em Sharm el Sheikh, Egipto, esteve a Plataforma das Organizações da Sociedade Civil para Mudanças Climáticas de Moçambique, que congrega mais de duas dezenas de organizações não-governamentais moçambicanas e que, entre outros, defende a inclusão da sociedade civil nas tomadas de decisão e a descentralização das políticas e programas climáticos.
Devido à sua localização geográfica, à sua pequena dimensão, à fragilidade dos seus ecossistemas e ao baixo nível de desenvolvimento socioeconómico, São Tomé e Príncipe é extremamente vulnerável aos efeitos das alterações climáticas. A delegação de São Tomé e Príncipe presente na COP 27 sublinhou que os países mais poluidores devem ajudar de forma rápida os mais expostos às alterações climáticas.
Angola apresentou na COP 27, a decorrer em Sharm el Sheikh, Egipto, uma série de iniciativas nacionais tendentes a contribuir para o esforço global de combate às alterações climáticas. Sobre as “Perdas e danos”, Giza Gaspar Martins, coordenador da delegação técnica de Angola na COP 27, reconheceu a dificuldade do assunto.
O sucesso da COP 27 que decorre até amanhã em Sharm el Sheikh, no Egipto, depende do dossier “perdas e danos”. Uma pasta que entrou in extremis na agenda da Cimeira do Clima e que é defendida de forma acérrima pelo G77, grupo dos países em desenvolvimento.
Recta final da COP 27 que decorre em Sharm el Sheikh, Egipto. A meio da Convenção sobre o Clima, decorreu uma jornada dedicada à Agricultura e Alimentação. O sector agrícola é um dos mais importantes e aquele que mais rapidamente se tem de adaptar às alterações climáticas.
À boleia da guerra na Ucrânia e da consequente crise energética, aumentou a corrida aos combustíveis fósseis. África está no centro desta corrida e Moçambique não é excepção. Para segundo plano, ficam os interesses e direitos dos povos africanos.
Cabo Verde defende com “unhas e dentes” o debate da questão das “perdas e danos” na Conferência do Clima que decorre em Sharm el Sheikh, no Egipto. Um dossier que ao longo dos anos tem vindo a ser adiado e que agora se encontra no centro de debate. Na COP 27 Cabo Verde pediu ainda a conversão da dívida pública em “investimento climático".
O Egipto está a ser acusado de ter efectuado detenções arbitrárias e em massa para silenciar a dissidência durante as duas semanas da COP 27. A Amnistia Internacional denuncia a detenção de cerca de 1600 pessoas nas últimas semanas. As organizações de defesa dos direitos humanos estimam que no Egipto existam, pelo menos, 60.000 presos políticos.
Estamos em contagem decrescente para o Mundial mais caro e, certamente, um dos mais controversos da História. A faltar menos de uma semana para o arranque do mundial 2022, previsto para domingo, 20 de Novembro, o habitual fervilhar ainda não se manifestou e surgem inúmeras polémicas em torno desta edição: direitos humanos, condições de trabalho, pegada ecológica ou ainda corrupção.
A província da Zambézia foi, no passado, uma das províncias mais prósperas de Moçambique, contribuindo com 60% do PIB e 75% das exportações do país. "Com a independência do país, as grandes companhias da província da Zambézia foram nacionalizadas e colapsaram", descreve o empresário moçambicano na área da construção civil, Armando Cardoso.
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