Neste programa, vamos conhecer o projecto Ecoblasa, na ilha de São Tomé. O seu fundador, Elísio Nunes, abriu-nos as portas de sua casa e do seu quintal, onde instalou uma oficina que produz carvão apenas com cascas de coco. Uma visita guiada a um projecto pioneiro e sustentável, que se apresenta como "uma alternativa ao abate indiscriminado de árvores", num país particularmente vulnerável aos efeitos das alterações climáticas.
O aumento do custo de vida, a pobreza, a falta de oportunidades profissionais e a corrupção são alguns dos temas que preocupam os são-tomenses. A poucos dias das eleições legislativas, regional e autárquicas em São Tomé e Principe, a RFI foi ouvir as queixas e as expectativas dos que vão votar no domingo, 25 de Setembro.
A poucos dias das eleições legislativas, autárquicas e regional de 25 de Setembro, em São Tomé e Príncipe, o analista político Celsio Junqueira considera que a principal surpresa deverá vir do eleitorado que se mostra menos permeável ao “banho”. No seu entender, volta a haver uma bipolarização política entre o MLSTP-PSD e o ADI, apesar de o movimento Basta tentar impor-se como uma terceira via. O analista descreve, ainda, a campanha como “morna" e sem o "élan de outros tempos".
O Partido de Todos os Santomenses (PTOS) é uma das 11 forças políticas na corrida às eleições legislativas de 25 de Setembro em São Tomé e Príncipe. O seu líder, Aniceto de Sousa Penhor, explica que o projecto do partido passa por uma “revolução para rentabilizar”, desde logo, as áreas da educação e da saúde. O objectivo é transformar num “parente de receita” aquilo que diz ser visto como “um parente da despesa pública”.
O Partido Novo é uma das 11 forças políticas na corrida às eleições legislativas de 25 de Setembro em São Tomé e Príncipe. O seu líder, Abílio do Espírito Santo, explica que, se ganhar, vai “abrir um debate público” para formar o que chama de “governo de unidade nacional” porque considera que “o povo é que tem que decidir” num país em que o maior problema, a seu ver, é a corrupção.
Levar “os filhos das roças” à Assembleia Nacional de São Tomé e Príncipe é o objectivo da coligação MCI/PS-PUN, uma das 11 forças políticas na corrida às eleições legislativas de 25 de Setembro. Adalberto Catambi, o porta-voz da coligação, explica que o movimento quer o “despertar da comunidade rural” e a sua presença “a níveis de decisão do país” para acabar com o “ciclo vicioso” da pobreza e melhorar as condições de vida “dos mais desfavorecidos”.
O CID-STP é uma das 11 forças políticas na corrida às eleições legislativas de 25 de Setembro em São Tomé e Príncipe. O seu líder, Nelson Carlos Carvalho, apresenta o partido como “uma alternativa”, com o objectivo de avançar para uma “renovação política” em que o combate à corrupção é uma das prioridades.
O Movimento de União para o Desenvolvimento Amplo de São Tomé e Príncipe (MUDA-STP) é uma das 11 forças políticas na corrida às eleições legislativas de 25 de Setembro em São Tomé e Príncipe. O seu líder, Tomás da Vera Cruz, explica que o objectivo do movimento é ser o “catalisador do desenvolvimento no país”, algo que passa pelo combate contra o que descreve como “corrupção endémica” e pela exploração de “potenciais inexplorados” de São Tomé e Príncipe.
O partido UDD é uma das onze forças políticas na corrida às eleições legislativas de São Tomé e Príncipe de 25 de Setembro. “Criar um clima de estabilidade governativa e social” é o objectivo do partido, de acordo com o seu líder, Carlos Neves, que aponta como prioridades a revisão da Constituição, a reforma da Justiça e da administração pública, a melhoria do sistema de ensino e a aposta na saúde.
Miguel Gomes é o cabeça-de-lista do MDFM/UL às eleições legislativas de São Tomé e Príncipe de 25 de Setembro. O professor de Direito foi padre durante anos, nos quais conheceu “de perto a realidade social”, mas deixou-se converter pela política que encara como uma missão. Miguel Gomes promete “fazer uma política diferente” e estar “mais próximo do povo”, mas avisa que “não se resolve a pobreza dando assistência” e aponta que “o mal de São Tomé e Príncipe é a má governação”.
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De segunda a sexta-feira (ou, quando a actualidade o justifica, mesmo ao fim de semana), sob forma de entrevista, analisamos um dos temas em destaque na actualidade.