Os clássicos não envelhecem e 400 anos depois do nascimento de Molière, o “sítio inventado” pelo dramaturgo francês continua de portas abertas e “é um edifício que se manterá até ao fim dos tempos”. As palavras são de Miguel Loureiro, actor e encenador português que levou a palco, em 2016, o “Impromptu de Versalhes”, “um improviso sobre a própria condição de estar em cena” num assumido jogo de espelhos.
Último dia de campanha para a segunda volta das eleições legislativas francesas, que vai decorrer no próximo domingo. Em jogo está a manutenção, ou perda, da maioria do Presidente Emmanuel Macron na Assembleia Nacional nos próximos cinco anos.
"A situação está cada vez pior, Angola está a perder o combate de luta contra a fome. O sul de Angola continua a ser assolado pela seca e fome", explica-nos Oséias Manuel Caxinde, professor e representante do Fórum Regional para o Desenvolvimento Universitário (FORDU).
A aliança de esquerda e a coligação que apoia o Presidente francês ficaram taco a taco na primeira volta das legislativas em França. As projecções podem ser lidas como “uma vitória” da união de esquerda e como um “grande desgaste do Presidente da República e do seu partido”, considera Diogo Sardinha, investigador da Universidade de Lisboa. O antigo presidente do Colégio Internacional de Filosofia, em Paris, faz aqui a análise da primeira volta das legislativas deste domingo.
Para combater o terrorismo jihadista que atinge a província de Cabo Delgado, a União Europeia (UE) criou uma Missão de Formação Militar da UE em Moçambique (EUTM Moçambique). O objectivo: formar e equipar 11 unidades de reacção rápida nas forças armadas moçambicanas.
Angola tem eleições gerais no próximo dia 24 de Agosto. Os eleitores angolanos vão escolher o novo Presidente da República e representantes da Assembleia Nacional.
O Museu do Louvre apresenta, de 10 de Junho a 10 de Outubro, “A Idade de Ouro do Renascimento português”, com obras de Nuno Gonçalves, Jorge Afonso, Cristóvão de Figueiredo, Gregório Lopes, Mestre da Lourinhã e Frei Carlos. A exposição quer fazer renascer o interesse pela arte portuguesa dos séculos XV e XVI, até agora pouco conhecida em França.
De acordo com declarações do ministro da Economia e Finanças de Moçambique, a retoma das actividades de exploração do gás na Bacia do Rovuma, no norte da província de Cabo Delgado, permanece numa incógnita.
"O sistema democrático em Moçambique não pode funcionar com base na desconfiança", alerta o historiador moçambicano, António Sopa, lembrando que "ainda existe muita desconfiança entre os partidos políticos do país".
"Neste momento está a passar pela maior crise humanitária da história do nosso país", alerta o director executivo do Centro para Democracia e Desenvolvimento. Adriano Nuvunga acredita que de alguma maneira "é a corrupção que impede o Estado de lidar com o extremismo violento no norte de Moçambique. É a corrupção que permite que o exército moçambicano tenha 7000 soldados fantasmas".
9 min
About Convidado
From the publisher's feed
De segunda a sexta-feira (ou, quando a actualidade o justifica, mesmo ao fim de semana), sob forma de entrevista, analisamos um dos temas em destaque na actualidade.