A França homenageia, esta segunda-feira, dois professores assassinados em ataques a escolas, um há três dias, Dominique Bernard, e outro há três anos, Samuel Paty. Este é “um trauma terrível” para os docentes, explica António Oliveira, professor de português na região de Paris, que diz não ter medo de ensinar, mas que admite ter colegas que “receiam abordar certos assuntos”. António Oliveira diz que “a escola é um símbolo” contra o obscurantismo e é, por isso, “o maior inimigo” dos extremistas.