“Eu fico”, diziam há uns anos uns cartazes de Paulo Portas para a Câmara de Lisboa. Portas não ficou. Mas o “eu fico” voltou a ser lembrado a propósito da possibilidade de António costa ser presidente do Conselho Europeu e ter recusado, para não ser acusado de deserção como foi Durão Barroso, em 2004. Episódios lembrados por Eunice Lourenço, editora de Política da Renascença, e Octávio Lousada Oliveira, jornalista da Visão, no São Bento á Sexta desta semana, onde também comentam as estreias nas listas de Rui Rio.