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Covid-19 o que sabemos até agora?


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Coronavírus, Covid-19, pandemia, quarentena, isolamento social, vacinas, sintomas respiratórios e circulatórios. Afinal, do que se trata esse vírus? E essa doença causada por ele? Hoje no Panorama Analisa vamos fazer um apanhado de informações e olhar para tudo o que sabemos sobre esse vírus e a enfermidade causada por ele.

O coronavírus veio no início de 2020 como um vírus sobre o qual poucos sabíamos e chegou para ficar, pelo menos até agora. A Covid-19 já contagiou diversas personalidades políticas importantes ao redor do mundo, como o presidente norte-americano Donald Trump, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, o presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko e o próprio presidente Jair Bolsonaro. Nem a realeza foi poupada: o príncipe Charles, do Reino Unido, e o príncipe Albert II, de Mônaco, testaram positivo para a doença, como noticiou o G1(https://glo.bo/38EH9FS).
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Segundo um levantamento de consórcio de veículos de imprensa divulgado pelo G1 (https://glo.bo/2ImTQKJ) na última sexta-feira, dia 13 de novembro, o Brasil chegou ao total de 164.332 óbitos por Covid-19 desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 365, uma variação 16% a menos em comparação à média de 14 dias atrás. A média móvel contabiliza os óbitos registrados na semana anterior e divide o número por sete, para evitar distorções causadas pela subnotificação existente em finais de semana e feriados. A redução na média móvel indica uma tendência de queda nas mortes por Covid no país.

Pelo mundo, a situação não é muito diferente. Países da Europa como Portugal, França, Espanha, Alemanha e Holanda enfrentam novas altas nos contágios e medidas restritivas à circulação. Mas o número de mortes parece estar, pelo menos por enquanto, mais controlado do que na primeira onda de Covid, segundo informou a BBC (https://bbc.in/32FqON6).

Ao que tudo indica, o período inicial de quarentena, logo em março, quando diversos países optaram por cessar os serviços, permitiu que os governos se planejassem e organizassem as estruturas hospitalares para comportar a demanda, como explicou a BBC (https://bbc.in/32FqON6).
As recomendações da OMS
Ainda em abril, a Organização Mundial da Saúde fez uma lista com pontos a serem considerados antes da reabertura de mais atividades nos países, depois da primeira quarentena. Como divulgado pelo site TecMundo (https://bit.ly/38Fpf5Q), para os estabelecimentos reabrirem, segundo a OMS, a transmissão da Covid-19 deveria estar controlada no país e o sistema de saúde precisaria conseguir detectar, testar, isolar e tratar todos os casos, além de rastrear todas as pessoas com quem o paciente teve contato. Os riscos de surtos também deveriam estar minimizados em contextos especiais, como instalações de saúde e asilos. Medidas preventivas precisariam ser adotadas em locais de trabalho, escolas e demais lugares onde seja essencial a presença de pessoas, e os riscos de importação deveriam ser administrados. Além disso, para reabrir portas e fronteiras, as comunidades deveriam estar completamente educadas, engajadas e empoderadas para se ajustarem às novas normas sanitárias.
Onde é mais fácil se infectar com Covid-19
Nem todos os países seguiram da mesma maneira as orientações dadas pela OMS. Mas em meio a incertezas sobre a data exata de uma vacina produzida em larga escala e sobre quais medidas são eficientes e eficazes tanto em nível de saúde quanto em nível econômico, pesquisadores da Universidade de Stanford, na Califórnia, usaram dados de movimentação de pessoas em dez cidades dos Estados Unidos e criaram um modelo que sugere os lugares onde há mais chances de alguém se infectar com o novo coronavírus. O estudo foi feito sem considerar o uso de máscaras e com reabertura total de funcionamento dos estabelecimentos.

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