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A dor que não conhecemos ou fingimos não sentir
Enquanto assistia ao documentário Filho da Mãe (disponível na Prime Vídeo @primevideobr), a fala da atriz Mônica Martelli @monicamartelli me impactou muito. Mônica disse que a gente deve se “apaixonar pelos amigos”, enquanto lembrava do ator Paulo Gustavo.
Semana passada, no aniversário da queridíssima amiga Célia Arribas @ce_arribas, em um caloroso papo com a sua namorada Andréa Gesteira @deagesteira, ela me disse, a queima roupa, que “um coração só está verdadeiramente aberto quando se parte”.
Ambas falas soaram como um coice sensorial.
Sabe aqueles momentos, quando você é arremessado para trás sem saber de onde veio o golpe?
Sim, apaixonar-se por amigos não tem a ver como amor erótico.
E ter um coração partido não quer dizer apenas tristeza.
São apenas grandes oportunidades para um ser humano virar gente de verdade.
Um coração partido é o aviso de que a hora da faxina chegou, e que vamos descobrir muitos cacos, teias de aranha e poeira em lugares que nem imaginávamos.
Como fazer aulas de inglês criativas usando a música
Maria Violante @maria_violante_ é professora de inglês das redes de ensino em Resende e Itatiaia.
Ela é mestre em educação, tendo estudado letras na UERJ e na UFSC.
Atualmente, mora em Resende.
Maria já lecionou inglês em escolas bilíngues, particulares e públicas no Rio, em SP e em Florianópolis
A revolução criativa de um jovem executivo brasileiro em uma grande multinacional britânica
CONVIDADO: Jose Carlos Felner @josecarlosfelner
Felner é um executivo Sênior com mais de 45 anos de experiência de sucesso na indústria Farmacêutica.
Ele iniciou sua carreira como Representante de Vendas, chegando à Presidência da GSK, onde atuou por mais de 40 anos.
Ele também foi responsável por consolidar um modelo colaborativo com o setor público para que toda a população tenha acesso mais amplo a medicamentos e vacinas, sendo reconhecido como uma das 100 personalidades da saúde mais influentes do Brasil na década de 2010-2020.
Felner foi membro do Conselho Comercial Global da GSK Vaccines, com Sede na Bélgica.
Como a inteligência emocional pode ajudar a desenvolver as nossas habilidades criativas
O papo de hoje é com o professor Jacson Andrade @gramaticaemquadrinhos
Foi super legal entender, por exemplo, o que as palavras "colher", "escolher" e "inteligência" têm em comum.
E mais: arte, educação, inteligências artificiais, processos de escolhas, inteligência emocial, etc.
Agradecimento especial ao professor Sandro Ribeiro @professor.sandroribeiro pela indicação!
Jacson Andrade é graduado em Letras, mestre em Linguística Aplicada, graduando em Psicologia e pós-graduando em Neurociência e Comportamento.
Além disso, desde 1999, Jacson atua como palestrante.
Empresas criativas são fábricas de ideias. Não se trata de produzir coisas ou prestar serviços. O grande desafio é inovar em sua cultura de comunicação para gerar ideias ainda melhores.
Fale comigo, agora!
#culturaorganizacional #vulnerabilidade #sucesso #comunicação #colaboração #criatividade #imaginação #futuro #carreira #habilidadesparaofuturo
Como a vulnerabilidade pode ajudar lideranças a serem mais criativas e produtivas?
Mais uma episódio marcante, quando falamos do tema proibido na maioria das empresas: vulnerabilidade.
E para abrilhantar ainda mais esse encontro épico, convidei a minha querida amiga LUCIANA ITHO, que deixou o papo ainda mais rico e divertido.
***
A professora pega o desenho da minha mão.
─Nossa, tá feio isso aqui, você usou as cores todas erradas ─ ela diz alto.
Eu tinha apenas 7 anos.
Desde aquele dia, tive medo da minha criatividade.
CRÔNICAS DA VIDA CRIATIVA
A criatividade é um animal selvagem.
É mais fácil assustá-la do que domesticá-la.
Crianças passam por situações semelhantes a que eu vivi, todos os dias.
Seja na escola, em casa ou na empresa sempre há palavras que arranham a nossa autoestima.
Claro que não vivemos apenas de elogios, mas o processo de exploração e descoberta é um rito de passagem, uma metamorfose.
Tudo é muito frágil quando abraçamos a coragem de ir por caminhos novos.
Se uma criança pinta o céu de rosa ou uma árvore de azul, o que ela espera não é aceitação apenas, mas provar que consegue pensar por conta própria e que tem coragem pra isso, mesmo que inconscientemente.
É a mesma coisa quando um adulto busca resgatar a sua criatividade e enfrentar antigos medos, na tentativa de ser uma pessoa melhor e um profissional mais eficiente.
Crescemos com muita gente tentando nos “ensinar” como as coisas devem ser, sem espaço para experiências genuínas de aprendizado, quando a criança se permite criar a sua própria versão da realidade e manter viva e livre a sua criatividade.
Escolas e empresas crescem e evoluem quando valorizam a opinião das pessoas que questionam o que está pronto, e dividem suas descobertas com outras pessoas.
A criatividade é um animal selvagem.
Ela se aproxima sorrateira quando cria confiança, mas foge ao menor barulho.
Esses sons são a crítica de outras pessoas.
Devemos aprender a lidar com isso, porque a criatividade é filha das nossas emoções.
E se elas não estiveram equilibradas é impossível criar inovação.
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Quer saber mais sobre Criatividade e Habilidades para o Futuro?
@barterwilliam
ou aqui linktr.ee/barterwilliam
#sensibilidade #comunicação #interação #inovação #socioemocional #arte #educação #criatividade #imaginação #vulnerabilidade #futuro #carreira #habilidadesparaofuturo
Como a comunicação influencia na criatividade e vice-versa?
A dor é parte da poesia de nossa existência.
Como os jogos despertam o interesse de estudantes e melhoram seus resultados?
Com Hanna Guimarães @hanna.guimaraes
Um papo super descontraído sobre games, criatividade e o futuro da educação.
Hanna é empreendedora, designer de jogos e professora de Educação Física.
Ela se formou em Administração e Educação Física pela UFJF e tem pós-graduação em Administração pela FGV.
Hanna é TEDx Speaker e mestranda em Administração pela UFJF.
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Quer saber mais sobre Criatividade e Habilidades para o Futuro?
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