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Nesta conversa as críticas Julia Guimarães e Luciana Romagnolli abordam a obra Marcha a Ré em sua versão como performance e como filme (dirigido por Eryk Rocha). A partir de uma reflexão sobre os múltiplos sentidos da ação proposta, debatem os vínculos com o contexto político e social do país, o caráter híbrido entre arte e manifesto e seu funcionamento como um contradispositivo cênico.
By Horizonte da CenaNesta conversa as críticas Julia Guimarães e Luciana Romagnolli abordam a obra Marcha a Ré em sua versão como performance e como filme (dirigido por Eryk Rocha). A partir de uma reflexão sobre os múltiplos sentidos da ação proposta, debatem os vínculos com o contexto político e social do país, o caráter híbrido entre arte e manifesto e seu funcionamento como um contradispositivo cênico.