Tradução do Isabelle Paiva, Revista Diálogos do Sul Lena — ou Magdalena, como se chamava de verdade — abre o saco e pega o que pensa ser o último pedaço de champurrada, mas, para sua surpresa, um punhado de pedaços menores se mistura ao pozolero. Assombrada, fecha os olhos e volta a olhar dentro do saco; aquilo parece um grande precipício. Com urgência, fecha os olhos outra vez, desejando que, ao abri-los, não encontre novamente a grande depressão, mas ela está ali, imóvel. Nesse momento, Lena entra em um estado de estupor, como na primeira vez em que viu a terra vermelha…
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