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Na hora de limpar a casa, quem tem animais de estimação precisa redobrar a atenção. Muitos produtos comuns do dia a dia contêm substâncias tóxicas que podem colocar a saúde dos pets em risco.
O jornalismo da rádio Cruzeiro FM conversou com o médico veterinário Jean Souza sobre os principais cuidados que devem ser adotados durante a limpeza doméstica para garantir a segurança dos animais.
No Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, celebrado nesta terça-feira (28), o engenheiro e supervisor de Segurança Ocupacional do Seconci-SP, Cláudio Rodrigues, destaca a importância da prevenção de acidentes e da construção de uma cultura de cuidado dentro das empresas. Em participação no quadro Mãos à Obra, ele relata sua própria experiência com um acidente que mudou sua visão sobre segurança, reforçando que cada ocorrência envolve impactos profundos na vida dos trabalhadores e de suas famílias, além de prejuízos à produtividade e à organização do trabalho.
Cláudio também chama atenção para o fato de que muitas empresas ainda tratam a segurança do trabalho apenas como uma exigência legal, sem compreender plenamente seus efeitos práticos e humanos. Ele aponta que a prevenção vai além do risco físico, envolvendo também saúde mental, riscos psicossociais e gestão de cultura organizacional. O especialista destaca ainda a atuação do Seconci-SP no apoio às empresas da construção civil, por meio de treinamentos, palestras e orientação técnica, e reforça a importância de investir em prevenção como forma de preservar vidas e fortalecer o ambiente de trabalho.
O delegado da Polícia Civil Acácio Aparecido Leite comentou, em entrevista ao Jornal da Cruzeiro na manhã desta terça-feira (28), os desdobramentos do inquérito que investiga o atropelamento que resultou na morte de uma criança de 10 anos em Sorocaba. Segundo ele, o motorista, de 50 anos, dirigia sob efeito de álcool no momento do acidente, conforme apontou o exame de alcoolemia.
Durante a entrevista, o delegado esclareceu pontos da legislação que permitiram que o condutor responda ao processo em liberdade após audiência de custódia, mesmo diante de um caso de homicídio culposo. Ele destacou que a investigação está em andamento e que todos os elementos serão analisados para a responsabilização dentro do que prevê a lei.
O embate recente envolvendo o ministro Gilmar Mendes, o ex-governador Romeu Zema e o ministro Alexandre de Moraes reacende um debate delicado — e necessário — sobre os limites entre liberdade de expressão, atuação institucional e o papel dos poderes na democracia brasileira.
De um lado, temos a iniciativa de incluir Zema no chamado inquérito das fake news, conduzido pelo Supremo Tribunal Federal, sob relatoria de Moraes. A motivação: a divulgação de um vídeo satírico, com fantoches, que ironiza ministros da Corte e faz referências a decisões judiciais e relações envolvendo figuras públicas. Para Gilmar Mendes, o conteúdo ultrapassa o campo da crítica e atinge a honra pessoal e institucional.
Do outro lado, o próprio Zema sustenta que se trata de sátira — um recurso historicamente utilizado como forma de crítica política — e afirma que o episódio levanta dúvidas sobre os limites da atuação do Judiciário frente à manifestação de opinião.
Esse cenário ganha ainda mais complexidade quando parlamentares da oposição anunciam um pedido de impeachment contra Gilmar Mendes, alegando preocupação com um possível precedente: o de investigar agentes políticos por manifestações críticas às instituições.
O que está em jogo aqui vai além de nomes ou episódios isolados. Trata-se de uma tensão estrutural entre poderes — Executivo, Legislativo e Judiciário — que, em teoria, deveriam operar de forma harmônica e independente, mas que, na prática, frequentemente se cruzam em disputas de narrativa, influência e legitimidade.
É preciso reconhecer: o Supremo Tribunal Federal tem um papel fundamental na defesa da Constituição. Sua atuação, como o último baluarte da Lei Maior, especialmente em tempos de instabilidade política, muitas vezes se torna decisiva para garantir direitos e conter abusos.
No entanto, quando decisões judiciais passam a alcançar o campo da opinião política, abre-se um espaço sensível, onde o risco de interpretação sobre excessos também cresce.
Por outro lado, agentes políticos — especialmente aqueles em posição de destaque ou com pretensões eleitorais — também carregam responsabilidade sobre o impacto de suas palavras e ações.
A liberdade de expressão é um pilar democrático, mas não é absoluta. Quando a crítica se aproxima da desinformação ou de ataques pessoais, o debate público pode se deteriorar.
O problema é que, nesse tipo de confronto, nem sempre os limites são claros.
Quando o Judiciário age para investigar, pode ser acusado de censura. Quando políticos atacam instituições, podem alegar liberdade de expressão. E, no meio desse fogo cruzado, a sociedade observa, muitas vezes, sem saber exatamente onde termina o direito e começa o abuso.
Outro ponto que merece reflexão é a crescente judicialização da política e, ao mesmo tempo, a politização da Justiça. Quando decisões judiciais passam a ter impacto direto em disputas políticas, ou quando atores políticos recorrem constantemente ao Judiciário para resolver impasses, cria-se uma dependência perigosa; e um ambiente de desconfiança.
A fala de Zema, ao afirmar que o STF “está podre”, e a reação institucional que se segue, ilustram bem esse desgaste. O debate público deixa de ser sobre ideias e passa a ser sobre ataques e respostas, elevando o tom e reduzindo o espaço para diálogo qualificado.
Diante disso, cabe uma pergunta ao ouvinte: até que ponto estamos normalizando conflitos institucionais que deveriam ser exceção, e não a regra?
A democracia não se sustenta apenas em leis ou decisões judiciais. Ela depende, sobretudo, de confiança nas instituições, nos processos e nos próprios atores públicos. Quando essa confiança se fragiliza, abre-se espaço para radicalizações, simplificações perigosas e perda de equilíbrio.
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O jornalista Alexandre Garcia analisa novas informações em torno do caso Banco Master e comenta sobre outros temas relacionados à economia e à política brasileira.
O mestre em gestão pública Marco Vinholi, ex-secretário estadual e ex-deputado estadual em São Paulo, participou na manhã desta sexta-feira (24) do Jornal da Cruzeiro e comentou os possíveis efeitos da proposta de redução da jornada de trabalho no Brasil, com destaque para a mudança na escala 6 por 1.
Durante a entrevista, Vinholi destacou que a medida, embora tenha como objetivo melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores, pode trazer uma série de desafios para a economia brasileira.
Entre os principais pontos levantados está o aumento dos custos operacionais para empresas, especialmente em setores que dependem de mão de obra intensiva.
Segundo ele, a necessidade de contratar mais funcionários para compensar a redução da jornada pode pressionar as folhas de pagamento e impactar diretamente a competitividade dos negócios.
Outro aspecto citado foi o risco de redução na produtividade, sobretudo em atividades que exigem continuidade operacional. Vinholi apontou que, sem um planejamento adequado e políticas de transição, empresas podem enfrentar dificuldades para manter níveis de produção, o que pode refletir em preços mais altos para o consumidor final.
O ex-secretário também chamou atenção para possíveis efeitos no mercado de trabalho. De acordo com ele, o aumento de custos pode levar empresas a frear contratações formais ou até buscar alternativas como automação e terceirização, o que poderia impactar a geração de empregos no curto prazo.
Além disso, Vinholi ressaltou que mudanças estruturais dessa magnitude exigem amplo debate e análise técnica, considerando as particularidades da economia brasileira. Ele defendeu que qualquer alteração na jornada de trabalho deve vir acompanhada de medidas que garantam equilíbrio entre a proteção ao trabalhador e a sustentabilidade das empresas.
A discussão sobre a redução da jornada e o fim da escala 6 por 1 segue em pauta no país, mobilizando diferentes setores e especialistas, que divergem sobre os possíveis benefícios e riscos da proposta.
"Meu coração, não sei por quê, bate feliz quando te vê.” Os versos de Carinhoso, de Pixinguinha, perduram na memória auditiva de boa parte dos brasileiros quando se fala do gênero musical choro, ou chorinho, como é mais conhecido. Neste dia 23 de abril, celebra-se o Dia Nacional do Choro, conhecido por sua melodia envolvente e seu caráter improvisacional, conquistando admiradores no país e ao redor do mundo.
A data faz alusão ao dia em que provavelmente nasceu Pixinguinha, um dos ícones desse gênero musical brasileiro.
Ouça a reportagem especial de Cibelle Freitas.
O padre Flávio Jorge Miguel Júnior, presidente da Santa Casa de Misericórdia de Sorocaba, destacou a inauguração das novas obras do hospital e a presença do ministro da Saúde no evento. Segundo ele, toda a infraestrutura e a fachada da unidade passaram por melhorias significativas, resultado de investimentos viabilizados por emendas parlamentares.
O dirigente ressaltou ainda que os recursos também permitiram a aquisição de novos equipamentos médicos, ampliando a capacidade de atendimento e a qualidade dos serviços prestados à população.
Durante sua fala, o padre chamou a atenção para a importância da vacinação. Ele alertou que a baixa adesão às campanhas tem contribuído para o retorno de doenças consideradas erradicadas no Brasil, reforçando a necessidade de conscientização da população para manter a imunização em dia.
Em comentário no quadro Poder e Política, o jornalista Alexandre Garcia aborda o ágio de R$ 2,4 bilhões registrado no segundo semestre de 2024, período anterior à compra do Banco Master, levantando questionamentos sobre os aspectos financeiros e a transparência da operação, ao mesmo tempo em que destacou movimentações políticas envolvendo o PT, partido do governo federal, relacionadas ao código de ética proposto por Edson Fachin no STF, cenário que evidenciaria divergências internas ao contrariar posicionamentos associados ao ministro Flávio Dino, compondo um quadro de tensões entre decisões econômicas e articulações institucionais no país.
A psicóloga Kamila Hangai Monteiro, do Seconci-SP, participou do quadro Mãos à Obra do Jornal da Cruzeiro desta quarta-feira (22) para destacar a importância das mudanças trazidas pela atualização da NR-1.
Em vigor desde maio de 2025, a norma exige que empresas passem a avaliar e gerenciar riscos psicossociais no ambiente de trabalho, ampliando o olhar para além da saúde física dos colaboradores. Com o início das fiscalizações previsto para maio de 2026, a especialista reforça que o cuidado com a saúde mental deixou de ser opcional e passa a ser uma responsabilidade direta das organizações.
Durante a entrevista, Kamila também abordou a relação entre comportamento humano e acidentes, inclusive no trânsito, tema relevante diante dos índices registrados em Sorocaba. Segundo ela, atitudes como dirigir sob estresse, uso do celular ao volante, excesso de confiança e negligência ao cansaço são fatores de risco que tendem a se repetir no ambiente corporativo. Por isso, a recomendação é que empresas incorporem a avaliação psicossocial em suas rotinas e ofereçam suporte aos trabalhadores, incluindo acompanhamento psicológico, como o disponibilizado pelo Seconci-SP às empresas contribuintes.
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