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Nos últimos dias, duas notícias ocuparam o debate público — uma em Sorocaba, outra em Brasília. À primeira vista, parecem realidades distintas. Mas, quando aproximadas, revelam um ponto em comum: a urgência de se discutir ética pública, moralidade administrativa e o respeito aos limites constitucionais entre os Poderes.
Em Sorocaba, a proposta de doar um terreno público de R$ 7 milhões para a ACAP, entidade que há anos recebe recursos da Prefeitura e que foi fundada por um casal diretamente envolvido na sua gestão, acendeu um alerta legítimo.
O terreno fica no Jardim São Carlos, área nobre da cidade, e seria destinado à instalação de um centro de atendimento para idosos.
A justificativa do Executivo fala em “investimento social estratégico”. Mas o histórico da entidade, os vínculos pessoais de sua direção e o aumento expressivo dos repasses durante a gestão do prefeito afastado Rodrigo Manga tornam necessária uma análise fria e rigorosa.
Quando um governo decide entregar patrimônio público a uma instituição privada que já é financiada com dinheiro do contribuinte, o mínimo que se exige é transparência absoluta, motivação incontestável e distância segura de conflitos de interesse.
Nosúltimos dias, duas notícias ocuparam o debate público — uma em Sorocaba, outraem Brasília. À primeira vista, parecem realidades distintas. Mas, quandoaproximadas, revelam um ponto em comum: a urgência de se discutir éticapública, moralidade administrativa e o respeito aos limites constitucionaisentre os Poderes.
EmSorocaba, a proposta de doar um terreno público de R$ 7 milhões para a ACAP, entidadeque há anos recebe recursos da Prefeitura e que foi fundada por um casaldiretamente envolvido na sua gestão, acendeu um alerta legítimo.
Oterreno fica no Jardim São Carlos, área nobre da cidade, e seria destinado àinstalação de um centro de atendimento para idosos.
Ajustificativa do Executivo fala em “investimento social estratégico”. Mas ohistórico da entidade, os vínculos pessoais de sua direção e o aumento expressivodos repasses durante a gestão do prefeito afastado Rodrigo Manga tornam necessáriauma análise fria e rigorosa.
O volume de operações via Pix atingiu um novo recorde na última sexta-feira (28), durante a Black Friday, data marcada por grande movimentação no comércio.
Segundo o Banco Central, foram realizadas 297,4 milhões de transações em um único dia, superando a marca anterior de 290 milhões.
O montante financeiro movimentado chegou a R$ 166,2 bilhões, reforçando, de acordo com o BC, a relevância do Pix como infraestrutura digital pública essencial para a economia brasileira.
No quadro Economia e Negócios, o economista Geraldo Almeida comentou o impacto desse crescimento histórico, destacando como o uso intensificado do Pix demonstra mudanças no comportamento de consumo e consolida o meio de pagamento como protagonista nas datas de grande fluxo comercial.
O deputado federal Vitor Lippi (PSDB), representante da região de Sorocaba, participou nesta sexta-feira (5) do Jornal da Cruzeiro, oportunidade em que analisou a recente decisão monocrática do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A determinação estabelece que apenas a Procuradoria-Geral da República (PGR) pode solicitar o impeachment de ministros da Corte. Lippi avaliou os impactos da medida no equilíbrio institucional e destacou a importância de preservar mecanismos de controle democrático, apontando que o tema ainda deve gerar debates no Congresso.
Durante a entrevista, o parlamentar também tratou das emendas parlamentares, com destaque para investimentos na área da saúde, setor que considera prioritário para Sorocaba e região.
Lippi comentou ainda as projeções econômicas que indicam possível redução do salário mínimo no próximo ano, tema que tem preocupado parlamentares e especialistas.
Por fim, abordou o cenário político local, comentando articulações e desafios que devem marcar o ano eleitoral em Sorocaba.
Para tirar dúvidas sobre esse assunto, o repórter Vinicius Lara conversou com o médico-veterinário Jonathan Jordar, que deu orientações e dicas sobre as melhores opções para garantir a segurança e o bem-estar do seu pet durante uma viagem.
O jornalismo da rádio Cruzeiro FM conversou com o Major Vagner Martins da Silva, Diretor do Núcleo de Prevenção da Defesa Civil, sobre os novos investimentos e como eles serão aplicados.
O aumento foi especialmente acelerado entre o final dos anos 2000 e 2013, quando o número de motos triplicou, além de um salto de 42% somente entre 2015 e 2024.
A popularização do veículo tem relação direta com seu baixo custo, facilidade de mobilidade e expansão do trabalho por entregas, levando inclusive a um marco histórico em março de 2022, quando o país registrou, pela primeira vez em três décadas, mais emplacamentos de motos do que de carros em um mês.
Diante desse cenário, o advogado e especialista em trânsito Renato Campestrini alerta, no quadro Mobilidade Urbana, para a necessidade de maior atenção à segurança dos motociclistas.
Segundo ele, o crescimento acelerado da frota reforça a importância de condução responsável, formação adequada e uso rigoroso de equipamentos obrigatórios, como o capacete.
Campestrini destaca que, embora a moto seja uma solução ágil e econômica, sua condução exige habilidade, preparo e consciência dos riscos, pontos fundamentais para reduzir acidentes e promover uma mobilidade urbana mais segura.
A Polícia Militar realizou nesta quinta-feira (4) a entrega de 38 novas viaturas para municípios da área de abrangência do Comando de Policiamento do Interior 7 (CPI-7). Durante uma solenidade também foi divulgado um balanço de ocorrências criminais de 2025.
Acompanhe a reportagem de André Fazano.
Um estudo inédito realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) a pedido da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca) revela a força das grandes corporações de capital aberto na economia brasileira.
Apesar de representarem apenas 270 empresas em um universo superior a 21 milhões de CNPJs, essas companhias têm peso desproporcional na geração de riqueza, arrecadação tributária e movimentação socioeconômica do país.
De acordo com o levantamento, as empresas abertas concentram R$ 639,6 bilhões em tributos, além de R$ 344,3 bilhões em salários e benefícios pagos aos seus funcionários.
Somados ao volume de produção e serviços, esses números fazem com que o grupo represente 17% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, evidenciando sua relevância estrutural para o país.
O economista Geraldo Almeida, no quadro Economia e Negócios, destacou que o estudo confirma a centralidade dessas organizações para o desenvolvimento econômico brasileiro.
Segundo ele, o desempenho das companhias abertas não se limita ao mercado financeiro, mas alcança toda a cadeia produtiva e trabalhista.
O economista também ressaltou que a alta concentração de riqueza e de recolhimento de impostos demonstra a necessidade de fortalecer o ambiente de negócios, melhorar a competitividade e incentivar a abertura de capital de novas empresas.
Para ele, ampliar o número de corporações com acesso ao mercado de capitais é um caminho para diversificar a economia e distribuir melhor a capacidade de geração de riqueza.
O estudo da FGV e da Abrasca reforça que, embora numericamente pequenas, as companhias abertas desempenham papel fundamental para o equilíbrio e o dinamismo econômico do Brasil — um tema que, segundo Geraldo Almeida, deve estar no centro das discussões sobre crescimento sustentável e modernização do setor produtivo.
No quadro Sexo e Vida, o médico Lister Salgueiro, especialista em Reprodução Humana, chamou a atenção para os avanços da ciência e da medicina no tratamento da infertilidade feminina, ao mesmo tempo em que alertou para o cenário global de queda das taxas de natalidade.
Segundo ele, as novas tecnologias e abordagens clínicas têm ampliado de forma significativa as chances de mulheres com dificuldades reprodutivas realizarem o sonho da maternidade.
Salgueiro comentou dados recentes divulgados pela Organização das Nações Unidas (ONU), que apontam um declínio consistente nos índices de natalidade em diversos países.
A entidade já recomenda que os governos invistam em saúde e políticas públicas para reverter o quadro.
Para o especialista, a diminuição da fertilidade impacta diretamente a reposição populacional, trazendo desafios futuros para a economia e o bem-estar social.
O médico também destacou um avanço importante no Brasil: a existência de uma lei que garante acesso ao tratamento de infertilidade pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A legislação, criada pela deputada estadual Maria Lúcia Amary e sancionada pelo então governador João Doria, estabelece que mulheres sem condições financeiras possam buscar atendimento especializado.
Apesar disso, Salgueiro ressalta que a medida ainda carece de maior divulgação, pois muitas pacientes desconhecem que têm direito a avaliação e tratamento por meio da rede pública.
Ele enfatiza que a infertilidade não deve ser tratada como tabu e reforça a importância da informação qualificada para que mulheres e casais possam buscar ajuda no momento certo.
Ao relacionar o avanço científico com as políticas públicas de apoio à fertilidade, Salgueiro defende uma atuação integrada entre especialistas, governo e sociedade, de modo a enfrentar tanto os desafios individuais da infertilidade quanto os impactos coletivos da queda da natalidade.
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