Cruzeiro FM 92,3

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Cruzeiro FM 92,3 episodes

  • Economia e Negócios: Ford amplia presença tecnológica no Brasil

    O futuro da mobilidade já está em movimento, e o Brasil começa a assumir um papel mais relevante nessa transformação. A Ford, uma das montadoras mais tradicionais do mundo, sinaliza essa mudança ao anunciar um novo ciclo de investimentos focado na eletrificação e no desenvolvimento de tecnologia produzida em solo brasileiro.


    A reinauguração do Centro de Desenvolvimento e Tecnologia de Tatuí, na Região Metropolitana de Sorocaba, simboliza essa virada: mais do que uma modernização estrutural, representa uma mudança de mentalidade e o reconhecimento de que inovação nasce da combinação entre conhecimento local e visão global.


    No quadro Economia e Negócios desta segunda-feira (24), o economista Geraldo Almeida comenta a iniciativa e destaca o impacto estratégico desse movimento para o setor automotivo nacional.

    5 min
  • Vereador comenta crise na saúde e defende retorno de Manga ao comando de Sorocaba

    O vereador João Donizete Silvestre (União Brasil), líder do governo na Câmara de Sorocaba, comentou a atual situação do município diante do afastamento do prefeito Rodrigo Manga. Ele reconheceu as dificuldades que a cidade enfrenta, principalmente na área da saúde, citando problemas no fornecimento de medicamentos e no atendimento à população.


    O parlamentar destacou que esses desafios têm impactado diretamente os serviços essenciais e exigem respostas rápidas da administração.


    João Donizete também abordou temas como corrupção e a contratação de empresas ou organizações sociais para gerir unidades de saúde, apontando a necessidade de maior rigor e transparência nesses processos.


    Apesar das dificuldades, o vereador manifestou seu desejo de que Rodrigo Manga retorne ao cargo, afirmando acreditar que a presença do prefeito pode contribuir para reorganizar a gestão e superar os impasses vividos pela cidade.

    36 min
  • Poder e Política: Alexandre Garcia critica diferenças de tratamento do STF entre Lula e Bolsonaro

    O jornalista Alexandre Garcia, no quadro Poder e Política desta segunda-feira (24), comenta o que considera diferenças de tratamento do STF em relação ao presidente Lula e ao ex-presidente Jair Bolsonaro, ressaltando que, segundo ele, ambos enfrentaram situações semelhantes, mas receberam respostas distintas da Corte. Garcia também menciona a situação do deputado Alexandre Ramagem, que deixou o país e atualmente se encontra nos Estados Unidos.


    O comentarista aborda ainda os critérios exigidos para a escolha de um ministro do Supremo Tribunal Federal, como o requisito constitucional do “notável saber jurídico”. Segundo Garcia, o tema ganha relevância diante da indicação de Jorge Messias, feita pelo presidente Lula, para ocupar uma cadeira no STF.

    6 min
  • Defesa de Bolsonaro intensifica mobilização para reconquistar prisão domiciliar

    Em meio à turbulência política e jurídica gerada pela recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), os advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro já traçam estratégia para reverter a prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes.


    A medida foi tomada após a divulgação de um vídeo e relatório apontando que Bolsonaro tentou, com um ferro de solda, abrir a tornozeleira eletrônica usada por ele enquanto estava em prisão domiciliar.


    Segundo os relatos oficiais, o alerta de rompimento ocorreu por volta das 0h08 do dia 22 de novembro, quando os agentes do monitoramento detectaram sinal de avaria no dispositivo.


    O ex-presidente, em vídeo gravado pela equipe do Centro Integrado de Monitoração Eletrônica (CIME), admitiu que usou um ferro quente — posteriormente identificado como ferro de solda — para manipular o “case” da tornozeleira.


    De acordo com o próprio relatório do CIME, a estrutura apresentou “sinais claros e importantes de avaria” e marcas de queimadura ao redor de toda a circunferência, no local de fechamento.


    Para a corte, esses indícios reforçam um risco de fuga, sobretudo aliado à vigília convocada por apoiadores do ex-presidente nas proximidades de sua residência.


    Foi com base nesses elementos que Moraes justificou a decisão de converter a prisão domiciliar em preventiva, alegando necessidade de “garantia da ordem pública”.


    Segundo o advogado criminalista Marcelo Valdir Monteiro, durante entrevista no Jornal da Cruzeiro desta segunda-feira (24), a defesa de Bolsonaro deverá demonstrar ao STF a deterioração da saúde de Bolsonaro — afirmando que ele faz uso contínuo de medicamentos antidepressivos e ansiolíticos — para reforçar o pedido de retorno ao monitoramento eletrônico em casa.

    22 min
  • Economia e Negócios: Petrobras conquista certificação para combustível sustentável de aviação

    A Petrobras alcançou um marco histórico ao obter a certificação para produzir e comercializar combustível sustentável de aviação (SAF) pela rota HEFA, em sua Refinaria Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro. Este é um passo significativo na direção de descarbonizar o setor de transporte aéreo, alinhando a companhia aos padrões internacionais de sustentabilidade. A certificação ISCC CORSIA, que foi concedida à Petrobras, assegura que o SAF produzido na Refinaria atende aos requisitos rigorosos de rastreabilidade e redução das emissões de gases de efeito estufa, cumprindo também as exigências ambientais que serão implementadas no Brasil a partir de 2027.

    No quadro "Economia e Negócios", o economista Geraldo Almeida comenta sobre essa importante conquista, destacando o impacto positivo que a certificação terá não apenas para a Petrobras, mas também para o setor de aviação no país. Ele enfatiza que, além de contribuir para a transição energética e o cumprimento das metas de sustentabilidade, a produção de SAF coloca o Brasil como líder regional na inovação e responsabilidade ambiental no mercado de combustíveis.

    5 min
  • Mobilidade Urbana: Renato Campestrini chama a atenção para pontos na legislação que precisam de mais rigor

    O especialista em mobilidade urbana Renato Campestrini abordou, em sua coluna, questões cruciais para a segurança no trânsito, destacando a necessidade urgente de implementar um sistema de aviso que alerte o condutor de veículos sobre a caçamba levantada. Tal medida visa prevenir acidentes graves causados pela imprudência ou esquecimento do motorista, transformando a tecnologia em uma aliada fundamental para a proteção da vida nas rodovias e vias urbanas.


    Além disso, Campestrini reforçou seu posicionamento rigoroso quanto à legislação de trânsito, defendendo a adoção de tolerância zero para o consumo de álcool ao volante, em contraposição à atual Lei Seca, que, em sua visão, ainda permite uma margem de segurança que deveria ser completamente eliminada em prol de um trânsito efetivamente mais seguro e responsável. Campestrini fala sobre outros pontos no quadro Mobilidade Urbana.

    6 min
  • Editorial: Um marco implacável e necessário

    A aprovação, por 370 votos a 110, do texto-base do Projeto de Lei 5582/2025, o chamado Marco Legal de Enfrentamento ao Crime Organizado, define um momento raro no Congresso Nacional: o de convergência em torno de uma pauta reconhecidamente urgente e fundamental para a sociedade brasileira.


    Num país em que facções criminosas se infiltram nas comunidades, nos presídios e, muitas vezes, nas próprias estruturas do Estado, consolidar um marco legal capaz de enfrentar essa realidade é mais do que uma escolha política — é uma necessidade civilizatória.


    O debate foi intenso, ruidoso e, em muitos momentos, tenso. O governo federal enviou o texto original após mais de seis meses de estudos, e encontrou na Câmara um relator determinado a imprimir sua visão sobre o tema: o deputado Guilherme Derrite, do PP de São Paulo, que se licenciou do cargo de secretário de Segurança Pública do governo Tarcísio de Freitas exclusivamente para assumir essa missão legislativa.


    E essa informação não é apenas protocolar: a experiência acumulada no comando da segurança pública paulista moldou de maneira decisiva o projeto que chega agora ao Senado.


    Derrite apresentou cinco versões do relatório. Cinco. Um número que revela disputa política, pressões de todos os lados, revisões técnicas e a tentativa de equilibrar as necessidades dos estados, da Polícia Federal, do Ministério Público, do Judiciário e dos sistemas de segurança pública.


    E, ao fim desse processo, a Câmara aprovou um texto considerado por muitos parlamentares como o mais duro já elaborado pelo Legislativo brasileiro no enfrentamento às facções.

    Entre os pontos centrais, está o aumento das penas: de 20 para 40 anos a membros de facção ou milícia, podendo chegar a 66 anos para líderes — um marco punitivo inédito.


    O tempo necessário para progressão de regime sobe para 85% da pena, praticamente inviabilizando benefícios penais como graça, indulto, liberdade condicional ou anistia para integrantes dessas organizações.


    Outro eixo fundamental é a perda de bens, ponto que gerou uma das maiores divergências entre governo e relator.


    O Executivo defendia que o Estado pudesse assumir, desde cedo, o patrimônio ilegal dos criminosos. Derrite foi criticado por inicialmente condicionar essa transferência ao fim da ação penal, o que poderia levar anos. O relator, então, ajustou o texto.


    No novo parecer, ficou estabelecida a possibilidade de perdimento prévio, ainda no inquérito, quando houver risco de dissipação de patrimônio e a origem lícita não puder ser comprovada.


    Foi, sem dúvida, uma vitória para os órgãos de investigação, incluindo a Receita Federal e o Banco Central, que continuarão atuando no confisco imediato de bens.


    Também houve reação forte sobre o destino dos recursos apreendidos. A Polícia Federal alertou que a distribuição para fundos estaduais fragilizaria seu financiamento.


    Derrite recuou parcialmente e encaminhou a parte da PF para o Fundo Nacional de Segurança Pública, preservando, assim, o fluxo necessário para investimentos em inteligência e operações. Um movimento que, novamente, revela a complexidade de conciliar interesses e responsabilidades.

    8 min
  • Economista fala sobre influências do caso Master e dá dicas sobre investimentos seguros

    O economista Renato Vaz Garcia comentou, em entrevista concedida ao Jornal da Cruzeiro na manhã desta sexta-feira (21), os impactos do caso envolvendo o Banco Master no sistema econômico e na economia brasileira como um todo. Segundo ele, episódios dessa natureza tendem a gerar insegurança no mercado e entre os consumidores, reforçando a necessidade de atenção às instituições financeiras com que cada pessoa se relaciona. Apesar do cenário sensível, o economista destacou que é fundamental que os brasileiros mantenham o hábito de reservar parte da renda para investimentos, mesmo que sejam valores modestos, visando a construção de um patrimônio sólido a longo prazo.


    Renato Vaz Garcia alertou, porém, que essa busca por investimentos deve ser acompanhada de cuidados rigorosos, especialmente diante do aumento de golpes e promessas de rentabilidade fácil. Ele reforçou que aplicações de alto risco, como o uso de dinheiro em sites de apostas (bets), podem comprometer de forma grave a saúde financeira das famílias. O economista orienta que o cidadão busque informações confiáveis, analise o nível de risco de cada opção e evite decisões impulsivas, lembrando que proteger o patrimônio é tão importante quanto fazê-lo crescer.

    39 min
  • Poder e Política: Alexandre Garcia comenta ofensiva da PGR e movimentos do PT

    O jornalista Alexandre Garcia, no quadro Poder e Política desta sexta-feira (21), comenta a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República contra Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo, acusando-os — segundo a PGR — de tentar provocar sanções internacionais contra autoridades brasileiras para pressionar o STF no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro.


    Garcia também analisa a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de nomear José Dirceu para atuar na reestruturação do PT, movimento que, segundo ele, busca revitalizar a imagem do partido. O comentarista aborda ainda a repercussão internacional da decisão do presidente norte-americano Donald Trump de autorizar a abertura dos arquivos relacionados ao caso Epstein, tema que volta a gerar debate público e questionamentos sobre possíveis implicações políticas.


    7 min

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