Crypto Storm

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By EmpiricusBusinessInvesting
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Crypto Storm episodes

  • #115: O que se pode esperar da regulamentação cripto neste ano?
    Nesta edição do podcast Crypto Storm, Lucca Benedetti, Valter Alencar e Narriman Silva falam sobre assuntos que continuarão relevantes durante 2022: atuação do Federal Reserve (Banco Central dos Estados Unidos), regulação do mercado cripto, além do desempenho deste e suas perspectivas.
    Os apresentadores começam falando sobre o desempenho do bitcoin (BTC) no início da semana, quando sua cotação ficou próxima de US$ 43 mil. Valter comenta que esse desempenho, provavelmente, poderia ser resultado de novos comunicados das “Big Techs” em relação a cripto. Meta, antigo Facebook, estaria desenvolvendo sua plataforma de tokens não fungíveis (NFTs), enquanto o Google poderá permitir compras com criptomoedas por meio de cartões pré-pagos.
    Empresas nativas do setor cripto, como a corretora Coinbase, também anunciaram novidades. A corretora cripto firmou uma parceria com a Mastercard para possibilitar a compra de NFTs de sua futura plataforma por meio de cartões da gigante de pagamentos.
    Em seguida, os apresentadores passam ao tópico ligado ao cenário econômico americano e, portanto, ao Federal Reserve e sua atuação. Valter explica que, com o aumento da inflação e da taxa de juros nos Estados Unidos, a tendência dos investidores é deixar ativos de alto risco de lado, e aderir a ativos de menor risco. Com isso, as criptomoedas são afetadas, ao menos no curto prazo.
    Ao relembrar a transição do analógico para o digital, que aconteceu ao longo das últimas décadas, Lucca faz a comparação com o mundo cripto, ao comentar que este parece estar em sua fase inicial, semelhante à época em que havia internet discada. Quanto ao atual estágio do mundo cripto, Narriman aponta que algumas pessoas ainda têm receio de adentrar esse mercado, embora já seja possível ver o potencial que este apresenta, por meio de algumas redes, como a Ethereum, que oferece diversos serviços financeiros de maneira transparente.
    Aperte agora o play para saber mais sobre os possíveis impactos da regulamentação do setor nos criptoativos e sobre os possíveis rumos do preço desses ativos.
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    36 min
  • #114: Quais são as perspectivas da indústria cripto para 2022?
    Nesta edição do podcast Crypto Storm, Lucca Benedetti, Valter Alencar e Narriman Silva falam sobre perspectivas para o setor cripto e quais áreas têm grandes chances de crescimento em 2022.
    Os apresentadores começam falando sobre a atualização da Ethereum. A transição para a Ethereum 2.0 foi postergada no final do ano passado, e deverá acontecer em junho deste ano. Segundo Lucca, esta será a atualização mais complexa da rede, pois marcará uma transição entre protocolos de consenso, saindo do proof-of-work (PoW) e indo para proof-of-stake (PoS). Devido à alta complexidade dessa transição, a atualização poderá ser postergada novamente.
    Os apresentadores explicam algo que é, muitas vezes, entendido erroneamente em relação à Ethereum 2.0, que está ligado às taxas da rede. Lucca ressalta que a fusão para a Ethereum 2.0 não pretende abaixar as taxas de gás da rede, ao menos inicialmente.
    Em seguida, os apresentadores comentam a segunda perspectiva para 2022, ligada à guerra das soluções de escalabilidade. Afinal, quais serão as soluções que irão atrair mais projetos e usuários neste ano?
    Aperte agora o play para saber mais sobre essa e outras perspectivas do mundo cripto para 2022.
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    47 min
  • #112: Os criptoativos poderão voltar a subir neste final de ano?
    Nesta edição do podcast Crypto Storm, Lucca Benedetti, Valter Alencar e Narriman Silva iniciam comentando sobre a reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) dos Estados Unidos, em que são tomadas decisões quanto à política monetária, ao controle inflacionário, além das perspectivas econômicas do país.
    Segundo Valter, pelo fato do mercado cripto ser global, este acaba respondendo também à maior economia do mundo, que é a dos Estados Unidos. Em seguida, o apresentador comenta que na reunião do FOMC foi acordado que o Federal Reserve (banco central americano) irá acelerar o tapering, ou seja, o governo irá reduzir mais a compra de ativos e de papéis do Tesouro americano, diminuindo a quantidade de dinheiro injetada na economia.
    A decisão feita na reunião do FOMC foi bem recebida tanto pelo mercado tradicional quanto pelo cripto, e fez com que as criptomoedas voltassem a subir. Na sequência, Narriman aponta que a decisão serviu como um acalanto para o desequilíbrio entre oferta e demanda devido à pandemia de coronavírus.
    Em relação à comparação entre moedas fiduciárias e criptomoedas, Lucca aponta que as primeiras deverão perder seu valor de compra ao longo do tempo, mesmo moedas consideradas fortes, como o dólar. Quanto a isso, Valter comenta que a taxa de juros no mercado tradicional estava preocupando o mercado cripto recentemente, pois uma subida muito forte e efetiva dos juros poderia levar a um “risk-off”, em que investidores retiram seu capital de ativos de risco.
    O fato de isso não ter acontecido cria expectativas para um ralí neste final de ano, visto que, em anos anteriores, a primeira quinzena de dezembro marcava um movimento mais ligado à queda no preço dos ativos, enquanto que a segunda quinzena indicava uma retomada dos investimentos.
    Será que essa retomada dos investimentos no final de 2021 poderá ser sustentada? Ou será necessário recorrer a outras formas de rendimento dos criptoativos, como o staking? Aperte o play para saber mais.
    Veja quais foram as recomendações do Mineração da Semana no Crypto Times e mande as suas sugestões para o e-mail [email protected].
    32 min
  • #111: Big Techs irão conduzir a ampla adesão de cripto no mundo?
    Nesta edição do podcast Crypto Storm, Lucca Benedetti e Narriman Silva começam o podcast falando de empresas tradicionais do segmento da web que decidiram integrar serviços com blockchain e criptomoedas. O exemplo trazido por Lucca e Narriman é o Meta, antigo Facebook, que anunciou no final de outubro o desenvolvimento de seu próprio metaverso, que será baseado em blockchain.
    Apesar de a rede social criada por Mark Zuckerberg ser o maior exemplo dessa integração, esse movimento pode ser percebido em outras companhias, como o Twitter, que deseja integrar os tokens não fungíveis (NFTs) à sua plataforma. Em seguida, Narriman ressalta que o que antes era somente uma observação distante do mundo cripto por essas empresas tornou-se uma constatação do potencial que ele apresenta.
    Os apresentadores também comentam que, desde 2016, o Facebook tem tentado lançar a sua própria criptomoeda e sua carteira digital, “Novi”. Inicialmente chamada “Libra”, a moeda mudou de nome para “Diem”, mas ainda não chegou ao mercado, pois enfrenta altas barreiras regulatórias nos Estados Unidos. Embora a moeda da rede social tenha sido barrada no país, a carteira digital foi lançada, na metade de outubro, em um teste-piloto com a stablecoin Paxos (USDP). Nessa última semana, Meta aproveitou para lançar Novi também no WhatsApp, inicialmente acessível somente para alguns usuários nos Estados Unidos.
    Apesar de o lançamento da carteira ainda não ter acontecido no Brasil, Narriman e Lucca ressaltam que, devido ao amplo uso do WhatsApp em território nacional, quando esse momento chegar, será uma porta de entrada significativa ao mundo cripto, trazendo cada vez mais usuários para a possibilidade de usar criptomoedas em pagamentos cotidianos.
    Com a crescente adesão de criptomoedas e stablecoins, o mundo cripto sai do pano de fundo, restrito àqueles que têm um extenso conhecimento sobre o assunto, e passa a ocupar um lugar de destaque, inclusive para as pessoas que não estão familiarizadas com o setor.
    Será que as grandes empresas de tecnologia serão as responsáveis por ampliar a adesão de cripto no mundo? O futuro mundo virtual do Meta será seguro o suficiente para seus usuários? Aperte o play agora para conferir.
    Veja quais foram as recomendações do Mineração da Semana no Crypto Times e mande as suas sugestões para o e-mail [email protected].
    28 min
  • #110: o aumento da inflação levará o mercado cripto a um novo ciclo de baixa?
    Nesta edição do podcast Crypto Storm, Lucca Benedetti, Valter Alencar e Narriman Silva começam o episódio comentando sobre a renomeação de Jerome Powell ao Federal Reserve, nos Estados Unidos. Valter indica que a escolha por Powell foi uma decisão recebida com tranquilidade pela maior parte do mercado, por haver menor incerteza quanto ao futuro da economia americana. No entanto, um tópico que preocupa é a postura “hawkish”, esperada no novo mandato de Powell, ao invés da adoção de uma postura “dovish”.
    Como forma de contextualização, “hawkish” e “dovish” dizem respeito a posturas que autoridades monetárias podem adotar em relação ao mercado. Esses termos são derivados de “hawk” (falcão) e “dove” (pomba), e dizem respeito ao comportamento das aves. A primeira é uma ave de caça, enquanto a segunda é geralmente associada à ideia de paz. Com isso, a postura “hawkish” indica que a autoridade monetária de um país defende o aumento da taxa de juros, para ter um maior controle fiscal e da inflação. Já “dovish” indica a expectativa de redução da taxa de juros e uma política de expansão monetária.
    Os apresentadores comentam que a tendência de inflação acelerada tende a aumentar a taxa de juros, mas que, por outro lado, existe a perspectiva de investidores cripto, que veem os criptoativos como uma espécie de “porto seguro” contra o cenário de alta inflação.
    Em seguida, Lucca comenta que o mercado já está acostumado ao modo de operação de Powell e que isso poderá gerar menos incerteza, o que é relevante também para o mercado cripto.
    Na sequência, trazendo a perspectiva do mercado tradicional, Narriman indica que é esperado que Powell, mesmo em um cenário econômico diferente de seu mandato anterior, deverá manter alguns dos pilares e tentar reestruturar a economia aos poucos, pois uma mudança drástica poderia gerar um amplo efeito cascata, que afetaria cripto e a alavancagem de ativos digitais.
    Em seguida, os apresentadores falam das principais diferenças estruturais entre o mercado cripto de 2017 e o atual, levando em consideração a mudança do cenário econômico. Quanto a isso, Lucca aponta que, em 2017, havia diversas promessas no mundo cripto, sem necessariamente existir valor nos projetos de blockchains, criptomoedas, ofertas iniciais de moeda (ICOs).
    Sobre o cenário cripto atual, Lucca comenta que o mercado está mais maduro, com o crescimento da indústria e o surgimento das finanças descentralizadas (DeFi) no último ano. Desde 2020, o mercado cripto cresceu como nunca antes, movimento esse que também foi impulsionado pelos jogos em blockchain, como Axie Infinity (AXS), e pela maior integração com a Web 3.0.
    Escute agora o episódio desta semana para saber mais sobre o possível impacto da inflação ao mercado cripto.
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    32 min
  • #109: DAOs e a revolução proposta pela nova forma de “crowdfunding”
    Nesta edição do podcast Crypto Storm, Lucca Benedetti, Valter Alencar e Narriman Silva comentam eventos históricos da semana, relativos às organizações autônomas descentralizadas (DAOs, na sigla em inglês).
    Como forma de contextualizar o ouvinte e o leitor, Lucca explica que as DAOs são como empresas descentralizadas, em que tudo é definido e realizado pelo código estabelecido na organização. Além disso, as DAOs são usadas como modelo de coordenar recursos para determinado objetivo, como meio de reunir a colaboração humana de maneira descentralizada.
    Em seguida, os apresentadores comentam sobre a DAO que obteve destaque nesta semana: a ConstitutionDAO. A proposta dos organizadores dessa comunidade era arrecadar fundos para poder participar do leilão realizado pela Sotheby’s de uma cópia rara da Constituição dos Estados Unidos. Segundo Valter, a DAO estava angariando fundos na rede Ethereum para a participação no leilão.
    No entanto, após a finalização do leilão, ocorrido no dia 18 de novembro, a ConstitutionDAO não conseguiu adquirir a cópia, que foi vendida por US$ 43,2 milhões. Apesar de a organização ter perdido o leilão, o financiamento colaborativo (“crowdfunding”) de mais de US$ 30 milhões, feito pela comunidade em menos de uma semana, foi o maior já registrado, tanto em criptomoeda como em moeda fiduciária.
    Os apresentadores comentam que, apesar de não ser considerado uma oportunidade enquanto investimento, o atrativo da DAO era justamente oferecer a chance de participação em um evento histórico, como foi o leilão da cópia da Constituição americana.
    Na sequência, os apresentadores comentam como a descentralização poderá tornar as ações em plataformas resistentes à censura, a qual pode acontecer em sites e plataformas centralizadas com termos e condições próprias. Quanto a isso, Lucca comenta que plataformas de tokens não fungíveis (NFTs) descentralizadas podem tornar o trabalho de artistas mais livre e possibilita que estes tenham contato mais amplo e direto com seus fãs e com a comunidade.
    Os apresentadores lembram também de um outro caso recente: a venda do álbum do grupo musical Wu-Tang Clan, produzido pelos próprios membros, como um tipo de resposta ao modelo da indústria da música, em que grandes gravadoras ficavam com a maior parte do valor relativo à venda dos discos.
    Esse álbum do conjunto musical tinha somente uma cópia, que, ao longo dos anos, foi leiloada, mas acabou sendo adquirida pelo polêmico Martin Shkreli. No entanto, Shkreli foi preso e seus pertences, incluindo o álbum do Wu-Tang Clan, tiveram de ser vendidos para ajudar no pagamento das multas.
    Com isso, outra organização autônoma descentralizada, a PleasrDAO, arrecadou fundos para adquirir o álbum no leilão, o que de fato conseguiu. Após ter adquirido o álbum, a comunidade por trás da organização decidiu por um meio de distribuir o álbum para que mais pessoas pudessem ter acesso.
    Os apresentadores ressaltam que essa é a potência trazida pelo mundo cripto, pois estabelece um meio de conectar pessoas por meio de um código, no qual não é preciso confiar no indivíduo do outro lado, mas sim no código da rede. Por fim, Valter ressalta que, quanto mais pessoas usam cripto, mais o setor será consolidado, tanto em protocolos de pagamentos como em protocolos de Web 3.0 e contratos autônomos.
    Aperte o play para conferir mais sobre as DAOs, o mercado cripto e como a descentralização pode mudar o futuro do mundo tradicional.
    Veja quais foram as recomendações do Mineração da Semana no Crypto Times e mande as suas sugestões para o e-mail [email protected].
    43 min
  • #108: como o bitcoin pode ser uma proteção contra a crescente inflação?
    Nesta edição do podcast Crypto Storm, Lucca Benedetti e Valter Alencar apresentam Narriman, a nova integrante da equipe de inteligência cripto da Empiricus e do podcast. Em seguida, os apresentadores introduzem o tema do episódio, que são os principais acontecimentos da semana no mundo cripto, que trouxe novas máximas históricas e correções, além do cenário macroeconômico de inflação e como isso influencia o bitcoin (BTC) e os investidores.
    Na sequência, Valter comenta sobre para onde vão os investimentos quando há uma alta inflacionária. Segundo ele, quando o dinheiro perde o valor, os investimentos podem migrar para os que são corrigidos de acordo com a inflação, como papéis do tesouro indexados ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ou a ativos, como imóveis ou ouro, ou ainda, como tem acontecido na última década, aos criptoativos, em especial o bitcoin. O apresentador lembra de grandes investidores, como Paul Tudor Jones, gestor de fundos de hedge, e Michael Saylor, CEO da MicroStrategy, que apostaram na maior criptomoeda do mundo como reserva de valor e proteção contra a inflação.
    Em seguida, Lucca complementa ressaltando que a principal diferença entre o ouro e o bitcoin está na forma de transacionar o ativo. Para o primeiro, é preciso ter o ativo físico e o processo para transacioná-lo irá despender muito esforço e dinheiro. Enquanto que, para o segundo, a transação pode ser feita a partir de um celular, de modo muito mais simples, com taxas não tão altas, e o ativo chegará ao destinatário dentro de um período de horas.
    Os apresentadores, na sequência, mencionam o cenário de inflação em grandes economias mundiais, como Estados Unidos e China, cujos dados mostram um cenário preocupante. De acordo com Valter, o Federal Reserve afirmou que está em “águas desconhecidas” no momento atual, em relação a empregos e demanda de abastecimento nos EUA.
    Nessa semana, após a divulgação de dados da inflação americana, o preço do bitcoin subiu, devido ao aumento da procura pela criptomoeda como reserva de valor. O BTC chegou a uma nova máxima histórica, atingindo US$ 69 mil por um breve período. Porém, momentos depois, o preço da moeda caiu, devido a liquidações de contratos. Neste momento, o BTC está sendo negociado a US$ 63.570.
    Lucca ressalta que o objetivo do bitcoin como proteção contra a inflação era uma das intenções do criador anônimo da moeda, Satoshi Nakamoto. Para o criador do BTC, as moedas deveriam ser independentes de um órgão centralizador, como banco central, a fim de serem protegidas contra a inflação.
    Os apresentadores comentam que as moedas fiduciárias podem ter data de validade. Isso impulsionaria as nações a adotarem criptomoedas, como é o caso de El Salvador, que aderiu ao bitcoin como moeda corrente, em 7 de setembro deste ano. Para Lucca, o modelo econômico baseado em moeda fiduciária é insustentável e seria necessário um novo modelo. Quanto a isso, o apresentador aponta que é exatamente esse ponto que os “bitcoiners” (defensores do bitcoin) defendem: a “hiperbitcoinização” do mundo.
    Aperte o play para saber mais sobre as hipóteses do futuro econômico e como o bitcoin pode ser uma maneira de proteção contra a inflação.
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    41 min
  • #107: metaversos, jogos em blockchain e a relação com a Web 3.0
    Nesta edição do podcast Crypto Storm, Lucca Benedetti e Valter Alencar comentam sobre os principais assuntos da semana: metaverso e jogos em blockchain. Os apresentadores começam falando sobre a grande recente mudança que rapidamente impulsionou o mercado cripto e de investimentos: o comunicado do Facebook sobre sua alteração de nome para Meta e o desenvolvimento de seu futuro metaverso.
    A inovação comunicada pela rede social e por seu fundador e CEO, Mark Zuckerberg, movimentou, de maneira veloz, demais empresas, que correram para anunciar seus novos fundos de investimento para o desenvolvimento de metaversos, jogos em blockchain e tokens não fungíveis (NFTs, na sigla em inglês). No período de uma semana, Solana Ventures, FTX, Lightspeed, Enjin e Sfermion comunicaram seus fundos de investimento milionários para impulsionar o desenvolvimento de seu próprio metaverso ou de startups ligadas a games em blockchain.
    Os apresentadores comentam o fato de a maior rede social do mundo ter questões polêmicas, no que diz respeito à privacidade e à liberação de dados de usuários para terceiros. Na sequência, Valter comenta que, antes de tratar propriamente do metaverso, é preciso olhar para a história da internet.
    Durante a fase conhecida como “Web 1.0”, que aconteceu por volta de 1995 até o início dos anos 2000, os usuários da internet não conseguiam interagir com os sites, somente realizar a leitura dos conteúdos disponibilizados neles.
    Já a “Web 2.0”, a atual fase, permite que serviços funcionem em cima de sites da internet, assim como acontece com o Facebook e o Twitter, fornecendo serviços para os usuários, que dão informações e demonstram seus interesses dentro da plataforma. As empresas, então, analisam esses dados para redirecionar conteúdos condizentes com os interesses dos usuários, a fim de que estes permaneçam por mais tempo na plataforma, dando continuidade a esse ciclo.
    Quanto a isso, Lucca relembra que essa proposta consolidada na Web 2.0 foi revolucionária para a publicidade, que pôde redirecionar seu foco para o interesse do usuário. Com isso, outras ferramentas puderam ser desenvolvidas para atrair o consumidor. No entanto, Valter ressalta uma preocupação trazida por esse modelo: quando há um serviço, como o Facebook, que centraliza esses dados, as informações ali presentes podem ser vendidas para terceiros sem a devida permissão dos usuários. Sobre esse tópico, Lucca aponta que, na Web 2.0, os usuários são a fonte do valor das plataformas.
    Aperte o play para conferir a edição desta semana, para saber mais como funciona o conceito de propriedade digital e sua aplicação na realidade, além das mudanças previstas com a ampliação da Web 3.0.
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    36 min
  • #106: o que aconteceu com os investimentos em protocolos cripto?
    Nesta edição do podcast Crypto Storm, André Franco, Lucca Benedetti e Valter Alencar falam sobre investimentos em protocolos cripto. Diferentemente do mundo das finanças tradicionais, em que existem diversas rodadas de arrecadação de investimentos, o mundo cripto apresenta uma mistura de opções, que podem ter origem no mercado de investimentos privado, mas também podem contar com o apoio da comunidade do protocolo.
    André Franco comenta dados da Dove Metrics que apontam comparações entre investimentos realizados no segundo e terceiro trimestres deste ano. De acordo com os dados apresentados, o principal setor que passou por um desaquecimento foi o de finanças descentralizadas (DeFi, na sigla em inglês). No segundo trimestre de 2021, DeFi tinha 35% dos investimentos do setor cripto, mas, no trimestre seguinte, essa porcentagem caiu para 25%.
    O apresentador ressalta que a diferença de investimentos foi destinada aos tokens não fungíveis (NFTs, na sigla em inglês) e à área de infraestrutura cripto.
    Porém, Lucca indica que, apesar de a porcentagem de investimentos em DeFi ter diminuído, o volume presente no setor se manteve o mesmo. Ele relembra ainda o ciclo de 2017, no qual a disputa estava ligada ao menor preço e à maior velocidade. No entanto, atualmente, os usuários demonstram maior interesse pelas propostas que estão construindo maior valor, como DeFi, jogos em blockchain (como Axie Infinity ou Star Atlas), colecionáveis digitais, entre outros.
    Já Valter complementa o debate apontando para a interseccionalidade do setor cripto, visto que NFTs, por exemplo, podem ser usados como garantia, além de estarem integrados em jogos, e estes, por sua vez, fazem parte de plataformas de blockchain. O apresentador indica que isso está acontecendo, em boa parte, devido à entrada de capital novo, vindo de grandes empresas, como a Fantom, por exemplo.
    Em seguida, os apresentadores comentam sobre o papel polêmico da Comissão de Valores Mobiliários e de Câmbio (SEC) dos Estados Unidos, apontando que a postura da reguladora impede que investidores não institucionais participem de ganhos cripto, afirmando estar protegendo-os.
    Além disso, eles apontam como a postura de reguladoras americanas fazem parecer não que estão protegendo os investidores de varejo, mas, sim, que não gostam da indústria cripto.
    Aperte o play para conferir a edição desta semana, para saber como permanecem os investimentos em protocolos cripto e em outros setores da indústria, além de como a regulamentação americana pode interferir em cripto nos Estados Unidos e, consequentemente, no mundo.
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    34 min

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O Crypto Storm é um podcast produzido pela equipe de análise do Empiricus Crypto. Aqui, você vai encontrar discussões, debates e entrevistas com a opinião de quem vive esse mercado todos os dias. Como…

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