O Ego quer agarrar um ponto firme, “agora descobri, achei a verdade!”
-Eu sou a X definida, a X convicta, a que sabe de tudo!
Abrindo mão da suposta convicção.
Em Curiosidade (1879) é informado, sutilmente, sobre a apreensão da mudança.
-O que é o casamento?
Como fazer para não ser vítima da enexperiência?
É impossível saber o que virá depois do Caiporismo.
É possível calcular o resultado do pulo no abismo?
“Não se atire de cabeça para baixo numa aventura sem fundo”
É impossível criar alguma novidade respeitando o método.
Como se virar diante da situação do imprevisto?
Por que Will Smith foi vítima do dito?
A pessoa cria uma situação...
“Martinha concluiu que a culpa era sua, toda sua; queimou todas as cartas e guardou a flor”
-O que dirão do que eu farei?
O Freud também fez um movimento arriscado.
“O que eu faço, retorna sobre mim mesmo”
-Vou pular no abismo de cabeixa para baixo, não sei, pode ser que dê certo, tchau!
“Cuidado, Machado, você vai publicar Brás Cubas, vai causar um choque!”
(Machado pensando consigo mesmo)