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Durante a CPI da Pandemia, depoentes e parlamentares trouxeram conceitos distorcidos em relação aos cuidados paliativos. Diante da confusão gerada, a Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP) se posicionou para explicar o real papel dessa atividade, que visa a melhoria da qualidade de vida do paciente e de seus familiares. “É um conjunto de profissionais que cuida do sofrimento das pessoas que convivem com doenças mais graves”, resume o médico geriatra, paliativista no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e atual presidente da ANCP, Douglas Crispim.
“Essa pessoa é olhada em todo o seu espectro: a dor existencial, social, espiritual. Às vezes, o seu pior medo não é o de sentir dor física, mas de deixar alguém da família. Então, atuam ali em conjunto psicólogo, psiquiatra, assistente social”, completa a jornalista Juliana Dantas, criadora do podcast Finitude.
No áudio, Crispim relata a situação de uma paciente que teve a oportunidade de ser madrinha de casamento, mesmo com doença em estágio avançado. Já Dantas fala sobre a experiência de ver a avó e o pai receberem cuidados paliativos: “Chega um momento em que não é mais ‘que’ a pessoa vai morrer, mas ‘como’ ela vai morrer (...) e ver pessoas partirem com dignidade, nos dá dignidade também”.
By Instituto ClaroDurante a CPI da Pandemia, depoentes e parlamentares trouxeram conceitos distorcidos em relação aos cuidados paliativos. Diante da confusão gerada, a Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP) se posicionou para explicar o real papel dessa atividade, que visa a melhoria da qualidade de vida do paciente e de seus familiares. “É um conjunto de profissionais que cuida do sofrimento das pessoas que convivem com doenças mais graves”, resume o médico geriatra, paliativista no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e atual presidente da ANCP, Douglas Crispim.
“Essa pessoa é olhada em todo o seu espectro: a dor existencial, social, espiritual. Às vezes, o seu pior medo não é o de sentir dor física, mas de deixar alguém da família. Então, atuam ali em conjunto psicólogo, psiquiatra, assistente social”, completa a jornalista Juliana Dantas, criadora do podcast Finitude.
No áudio, Crispim relata a situação de uma paciente que teve a oportunidade de ser madrinha de casamento, mesmo com doença em estágio avançado. Já Dantas fala sobre a experiência de ver a avó e o pai receberem cuidados paliativos: “Chega um momento em que não é mais ‘que’ a pessoa vai morrer, mas ‘como’ ela vai morrer (...) e ver pessoas partirem com dignidade, nos dá dignidade também”.