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No episódio de hoje do Cuidar Não É Educar, Marcella Lorenzon e Julio Walz conversam sobre a curiosidade infantil — como as crianças entendem o próprio corpo, o mundo ao redor e os medos que surgem no final da infância.
A partir de uma perspectiva acolhedora e sem tabu, eles abordam a sexualidade infantil como parte natural do desenvolvimento — não como algo “adulto”, mas como um movimento espontâneo da criança em direção ao autoconhecimento, à descoberta e à construção de identidade.
O episódio explora:
- Como as crianças formam suas primeiras percepções sobre o corpo
- De onde vêm os “terrores” e medos do final da infância
- Como acolher perguntas difíceis sem assustar ou silenciar a criança
- A importância do olhar adulto para transformar curiosidade em segurança
- O papel da escuta como ferramenta de proteção emocional
✨ Infância é descoberta. É pergunta. É imaginação. É tentativa de entender o mundo — e a si mesmo.
🎧 Assista, reflita e compartilhe: como você acolhe a curiosidade e os medos das crianças ao seu redor?
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Nesse episódio do Cuidar Não É Educar, Marcella Lorenzon e Julio Walz falam sobre a tragédia que chocou o Brasil: um jovem de 19 anos que entrou na jaula de uma leoa e perdeu a vida.Dias depois, descobriu-se que ele tinha esquizofrenia, e a discussão abriu espaço para um tema urgente — a linha tênue entre doença mental, megalomania e abandono.✨ Não se trata de julgar. Trata-se de enxergar o que não está sendo visto.Esse episódio é um convite para pensar sobre cuidado, negligência, responsabilidade coletiva e o impacto devastador da falta de diagnóstico, tratamento e acolhimento.🎧 Assista, reflita e compartilhe esse alerta para a saúde mental no Brasil.#CuidarNaoEEducar #SaúdeMental #Esquizofrenia #Psicologia #PodcastBrasil #JulioWalz #MarcellaLorenzon #SaudePublica #Tragédia #Megalomania #Reflexão
Seu filho adolescente parece te rejeitar, não quer conversar, evita contato e reage a tudo como se você fosse o inimigo?
Neste episódio, Julio e Marcella conversam sobre o que realmente está acontecendo quando um adolescente “odeia” seus pais — e por que essa leitura quase sempre está equivocada.
Entre regras, vigilâncias e preocupações do cotidiano, muitos adultos acabam enxergando os adolescentes como um problema a ser controlado. Mas a adolescência é um período de construção de identidade, transformação e busca de visão de mundo. E, nesse processo, o jovem precisa — mais do que nunca — de um adulto que o veja, o escute e esteja disposto a dialogar.
✨ Neste episódio você vai ouvir sobre:
Por que tantos pais interpretam a autonomia do adolescente como rejeição
O impacto das regras, punições e vigilâncias excessivas
Como abrir espaço para diálogo real (mesmo quando parece impossível)
O papel do adulto como referência — não como controlador
O que muda quando paramos de tratar o adolescente como “problema”
🎙 Cuidar Não É Educar é um podcast que aproxima pais, mães, educadores e interessados na relação adulto-adolescente com conversas profundas, práticas e sensíveis.
Se esse episódio te tocou, não esquece de curtir, comentar e compartilhar com alguém que também está vivendo esse desafio.
Neste episódio de Cuidar Não É Educar, Julio Walz e Marcella Lorenzon mergulham no clássico Frankenstein para falar sobre temas profundamente humanos: nossa relação com os pais, o peso do abandono e a necessidade de amor, pertencimento e identificação que carregamos por toda a vida.O “monstro” de Frankenstein não é apenas uma criatura rejeitada — ele é a metáfora da infância que não foi acolhida, do adulto que busca desesperadamente ser visto e do ser humano que sofre quando não encontra espelho, afeto ou lugar no mundo.🎧 Assista e reflita: o que Frankenstein diz sobre as nossas próprias dores?#CuidarNaoEEducar #Psicologia #Frankenstein #SaúdeEmocional #Infância #RelacionamentoFamiliar #EducaçãoEmocional #PodcastBrasil #JulioWalz #MarcellaLorenzon
Ninguém gosta de se frustrar — mas será que estamos ficando cada vez menos tolerantes à frustração?
Nesse episódio, Julio Walz e Marcella Lorenzon conversam sobre como a dificuldade de lidar com o “não”, com os limites e com o imprevisível está presente em todas as idades — de crianças a adultos.
A intolerância à frustração não nasce do nada: ela é alimentada por um mundo que promete satisfação imediata, onde tudo precisa ser rápido, fácil e perfeito. Mas a vida não é assim.
Aprender a se frustrar é, na verdade, aprender a viver.
✨ Frustrar-se não é fracassar. É parte do crescimento.
🎧 Assista e reflita: o que você faz quando as coisas não saem como queria?
Julio Walz e Marcella Lorenzon conversam sobre o hiperconsumo na infância e o vazio que tentamos preencher com coisas.As crianças aprendem o valor das coisas quando os adultos entendem que elas não nos definem.
💭 Porque as questões da alma não se resolvem com consumo.
Uma produção: @radio_minima
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Leia o livro que inspirou o programa "Cuidar Não É Educar": https://www.editorasinodal.com.br/produtos/cuidar-nao-e-educar/
Nesse episódio do podcast Cuidar Não É Educar, Julio Walz e Marcella Lorenzon conversam sobre o documentário A Vizinha Perfeita e se perguntam: será que o conflito entre vizinhos poderia ter terminado de outro jeito?Julio traz novamente o tema da rivalidade — essa necessidade de provar que estamos certos, de nos sentir superiores. Quando o orgulho fala mais alto, perdemos a capacidade de dialogar, de entender o outro e de buscar uma solução verdadeira.O mundo atual nos incentiva a olhar apenas para o próprio “eu”, esquecendo o poder da gentileza, da conversa e da vontade real de resolver os problemas.✨ Sofrer não é sentir. Quando nos permitimos sentir de verdade, conseguimos transformar a dor em aprendizado e libertação.
🎧 Assista e reflita: como você lida com os conflitos do cotidiano?
💬 Deixe nos comentários: o que mais te marcou no documentário A Vizinha Perfeita?
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Um oferecimento do CEAT - Colégio Evangélico Alberto Torres de Lajeado
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Ser um bom exemplo para os filhos vai muito além do que fazemos — tem a ver com como enxergamos e acolhemos as emoções deles.Neste episódio, Julio Walz e Marcella falam sobre validação emocional, escuta e presença na relação entre pais e filhos.🔸 Como validar as emoções das crianças sem confundir com permissividade🔸 O impacto de desvalorizar sentimentos na formação emocional dos filhos🔸 Por que acolher o outro começa em reconhecer o próprio cansaço e limitesA validação é um respeito pela vida do outro — e talvez o maior gesto de amor na educação emocional. 💛Uma produção: @radio_minima Acompanhe a gente em: @pod.cuidar Um oferecimento do CEAT - Colégio Evangélico Alberto Torres de Lajeado Conheça o CEAT: https://www.ceat.netLeia o livro que inspirou o programa "Cuidar Não É Educar": https://www.editorasinodal.com.br/produtos/cuidar-nao-e-educar/
Vivemos sobrecarregados. Entre notificações, reuniões, compromissos e expectativas, pais e mães estão cansados — e mais conectados do que nunca.Mas será que toda essa conexão digital não está nos afastando do que realmente importa?
Neste episódio de Cuidar Não é Educar, Julio Walz e Marcella Lorenzon conversam sobre o cansaço emocional dos pais e o impacto da hiperconexão na relação com os filhos.
📱 Quando o celular vira refúgio, o que acontece com o vínculo?
💭 Como cuidar de si num mundo que cobra presença o tempo todo?
💬 E o que significa estar “presente” de verdade — para nós e para as crianças?
Um episódio sobre presença, afeto e a urgência de desacelerar.Uma produção: @radio_minima
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Vivemos em uma sociedade cada vez mais diagnosticada — TDAH, dislexia, ansiedade, autismo... Mas será que estamos realmente entendendo o que esses diagnósticos significam?Neste episódio, Julio Walz e Marcella Lorenzon conversam sobre como o diagnóstico pode tanto iluminar caminhos quanto aprisionar olhares.Quando usado com consciência, ele nos convida à empatia e à compaixão — mas quando mal compreendido, pode reduzir uma criança ao seu rótulo.Como olhar além da limitação?Como enxergar também a criatividade, a sensibilidade e as potências que cada criança carrega?Um episódio sobre o equilíbrio entre compreender e rotular — e sobre a importância de ver a criança por inteiro.
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