No episódio de hoje vamos conversar com Matheus Ribeiro nascido em 1993, em Piracanjuba, cidadezinha do interior de Goiás. Filho da dona Kátia, professora de português, e do seu Noron, agricultor, passei boa parte da infância na companhia da minha avó, dona Aninha. Uma família simples, mas muito guerreira. Com o esforço dos meus pais para custear tudo, me mudei para a capital aos 16 anos. Foi em Goiânia que terminei os estudos, me formei em Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás e aprendi lições importantes que trago na vida. Logo no começo da graduação, eu já rodeava os professores que cuidavam da rádio e da TV da universidade.
As emissoras-escola eram (e são) uma boa oportunidade de aprendizado e eu já sabia o que queria fazer da vida. Minha carreira na TV teve início em 2013, na PucTV Goiás, afiliada à TV Aparecida. Trabalhei por quatro
meses na emissora, que tinha uma proposta editorial bastante voltada para a cultura e educação. Na sequência, um giro de 180°: fui para a TV Goiânia,
afiliada à Band e com uma linha editorial bem diferente, mais direcionada para o hard-news e, principalmente, o noticiário policial. Nesta época, cobri um dos
casos de maior repercussão da minha curta carreira: a tragédia do serialkiller de Goiânia, que confessou ter matado dezenas de mulheres na capital e já foi condenado a mais de 600 anos de prisão. Com este assunto, participei dos telejornais nacionais por vários dias e consegui uma certa visibilidade.