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Hoje, comemoramos o centenário de nascimento de Paulo Vanzolini.
Como cientista, ele foi um dos idealizadores da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo e colaborador do Museu de Zoologia da USP. Já como sambista, compôs os clássicos Ronda e Volta por Cima, além de diversas outras músicas.
Aproveite a homenagem do Curta Musical para conhecer um pouco mais sobre a curiosa biografia de Paulo Vanzolini e ainda ouvir a gravação que Maria Bethânia fez para a música Ronda, em 1978.
Neste Curta Musical você vai entender como a cantora e compositora pernambucana Lia de Itamaracá se tornou a Rainha da Ciranda, enquanto trabalhava como merendeira numa escola pública da Ilha de Itamaracá.
Ao final, ouviremos Lia de Itamaracá num pot-pourri das músicas Eu Sou Lia, Minha Ciranda e Preta Cirandeira.
Lula Côrtes foi uma figura mítica da música nordestina. Espécie de guru do movimento Udigrudi, que aflorou nos anos 70 em Recife, ele é apontado como pioneiro na fusão de ritmos locais com o rock n’ roll.
No currículo de Lula Côrtes estão duas joias da psicodelia nacional, os discos Satwa, de 1973, em parceria com Lailson e o lendário Paêbirú, lançado em 1975 junto com Zé Ramalho.
Ao final do programa ouviremos a música O Morcego, do disco O Gosto Novo da Vida, lançado por Lula Côrtes em 1975.
Neste mês, comemoramos os 80 anos de Fausto Nilo. Autor de cerca de 600 canções, o artista cearense é considerado um dos maiores letristas da MPB.
Entre os célebres parceiros do compositor, temos nomes como Fagner, Zé Ramalho, Moraes Moreira, Armandinho, Dominguinhos, Geraldo Azevedo, Lulu Santos, entre outros.
Ao final desta homenagem preparada pelo Curta Musical, vamos ouvir o sucesso Eu Também Quero Beijar, que tem letra de Fausto Nilo e foi lançada em 1981 por Pepeu Gomes.
Neste episódio do Curta Musical você confere um inventário sobre dois dos temas favoritos de Dorival Caymmi, a Bahia e o mar. E para ilustrar, vamos ouvi-lo com a música Coqueiro de Itapoã, na qual o artista reuniu a Bahia e o mar numa mesma canção.
Este Curta Musical é sobre Fábio Jr., ícone da música romântica brasileira, que se destacou também como ator, mas sempre preferiu a carreira de cantor e compositor, emplacando sucessos como Caça e Caçador, 20 e Poucos Anos, Alma Gêmea e Só Você.
Ao final da homenagem, ouviremos Fabio Jr. na versão original, de 1979, da música Pai, composição dele que se tornou uma espécie de hino da paternidade no Brasil.
Robertinho de Recife é um dos maiores guitarristas do Brasil. Além de ter contribuído com trabalhos importantes de nomes como Gal Costa, Fagner, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Amelinha, Nara Leão e Zé Ramalho, ele ainda foi precursor do heavy metal no país.
E tem muito mais sobre Robertinho de Recife neste Curta Musical, que termina ao som de Babydoll de Nylon, um dos maiores sucessos do guitarrista.
No início da década de 1990 a Axé Music extrapolou as fronteiras da cidade de Salvador, ganhando o Brasil e o mundo. Mas, diferente do que muitos imaginam, a Axé Music não é um ritmo musical, mas o encontro de diversos estilos que fazem parte do repertório baiano voltado para o carnaval.
Então, aperte o play para conferir tudo sobre este grande fenômeno musical e ainda ouvir O Canto da Cidade, um clássico da precursora Daniela Mercury.
Neste episódio do Curta Musical você vai conferir a história do primeiro ritmo urbano do Brasil, o Choro, surgido no século XIX, que apesar de ter perdido popularidade com o passar do tempo, nunca deixou de existir.
Para exemplificar, ao final do programa ouviremos dois chorões da atualidade, interpretando um choro das antigas: Yamandu Costa e Hamilton de Holanda na música Escorregando, composta por Ernesto Nazareth, um dos precursores do estilo.
Várias músicas brasileiras já ganharam o mundo, entre elas Garota de Ipanema, Envolver, Brasileirinho, Ai Se Eu Te Pego e Tico-Tico no Fubá. Este Curta Musical, no entanto, é sobre a primeira de todas, o maxixe Dengoso, que obteve sucesso mundial há mais de um século.
Uma das várias curiosidades que você vai conferir sobre essa música é que seu autor, o gênio Ernesto Nazareth, morreu antes dela ficar famosa.
É claro que, ao final, ouviremos Dengoso, numa releitura de 1962, feita pelo canadense Percy Feith.
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