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A época de 61/62 prometia. O Dr. Malícia, que no ano anterior tinha comandado a Académica de Coimbra, regressava a Ovar e não vinha sozinho: trazia consigo um conjunto de reforços que nos fazia sonhar mais alto.
E assim teria sido, se o Neca Calceteiro não tivesse dado asas à imaginação e passado para uma canção aquilo que todos sentiam.
Décadas mais tarde, ainda há quem saiba de cor esta tragédia de Couto. É o caso do Carlos Campos, que nos abriu as portas de casa na Arruela para uma atuação com “cheirinho”, bem secundada pela guitarra do Rui Pedro.
By Às três na OliveirinhaA época de 61/62 prometia. O Dr. Malícia, que no ano anterior tinha comandado a Académica de Coimbra, regressava a Ovar e não vinha sozinho: trazia consigo um conjunto de reforços que nos fazia sonhar mais alto.
E assim teria sido, se o Neca Calceteiro não tivesse dado asas à imaginação e passado para uma canção aquilo que todos sentiam.
Décadas mais tarde, ainda há quem saiba de cor esta tragédia de Couto. É o caso do Carlos Campos, que nos abriu as portas de casa na Arruela para uma atuação com “cheirinho”, bem secundada pela guitarra do Rui Pedro.