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É dia de treino. O Marques da Silva prepara-se para receber os heróis que carregam Ovar ao peito. Os jogadores vão chegando às pinguinhas, mas ao longe já se ouve um Renault 5 a dar música nas alturas. Gipsy Kings, talvez. Ao volante, um guardião de cabelo comprido, patente dos míticos anos 90. Não é Higuita, nem David Seaman, mas tem nome de craque: Titó. Titas para os amigos, Vaca Voadora para companheiros e adeptos mais apaixonados.
Minhoto de nascença, fez-se jogador no Braga e guardou balizas em Paços de Ferreira e Setúbal, antes de se juntar à Ovarense em 89. Daqui não mais saiu e conquistou o coração da terra. Dentro de campo, com o título da II B em 90/91 à cabeça. Mais tarde, quando aceitou liderar o barco num fim de época atribulado, e como distinto dono de café na nossa cidade.
Enquanto cozinhamos o próximo episódio, aproveitamos para recordar um dos mais acarinhados guarda-redes do nosso clube, que nos deixou no início de 2021. Para isso, vamos à boleia do eterno capitão Artur Marques, numa espécie de “curta” sobre uma figura que fará sempre parte do imaginário vareiro.
By Às três na OliveirinhaÉ dia de treino. O Marques da Silva prepara-se para receber os heróis que carregam Ovar ao peito. Os jogadores vão chegando às pinguinhas, mas ao longe já se ouve um Renault 5 a dar música nas alturas. Gipsy Kings, talvez. Ao volante, um guardião de cabelo comprido, patente dos míticos anos 90. Não é Higuita, nem David Seaman, mas tem nome de craque: Titó. Titas para os amigos, Vaca Voadora para companheiros e adeptos mais apaixonados.
Minhoto de nascença, fez-se jogador no Braga e guardou balizas em Paços de Ferreira e Setúbal, antes de se juntar à Ovarense em 89. Daqui não mais saiu e conquistou o coração da terra. Dentro de campo, com o título da II B em 90/91 à cabeça. Mais tarde, quando aceitou liderar o barco num fim de época atribulado, e como distinto dono de café na nossa cidade.
Enquanto cozinhamos o próximo episódio, aproveitamos para recordar um dos mais acarinhados guarda-redes do nosso clube, que nos deixou no início de 2021. Para isso, vamos à boleia do eterno capitão Artur Marques, numa espécie de “curta” sobre uma figura que fará sempre parte do imaginário vareiro.