Da Vila ao Espírito Santo

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By davilaaoespiritosantoHistory
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Da Vila ao Espírito Santo episodes

  • Governador Lindenberg, a cidade mais jovem do ES

    Governador Lindenberg foi a última cidade do Espírito Santo a se emancipar, em 1998. A caçula capixaba foi ocupada a partir de um programa governamental, mas, para surpresa de funcionários do Estado, no meio da mata, sozinho na floresta, habitava um ermitão. Era um indígena conhecido apenas como Menininho Baiano, que ficou marcado como primeiro morador da região. Neste episódio, a gente te conta mais sobre essa e outras curiosidades do município.

    14 min
  • Colatina, a cidade onde nasceu a “guerra civil” capixaba

    Você sabia que Colatina foi a maior cidade do Espírito Santo durante um bom pedaço do século XX e por pouco não virou Capital do Estado? A Revolta de Xandoca, que marca a história do município, daria um excelente filme cheio de conspirações, traições, ataques surpresa, heróis e antiheróis. Foi um período de tensão, em que o Estado teve dois governadores e duas Assembleias, praticamente uma guerra civil. Além disso, Colatina foi, literalmente, o primeiro lugar do Norte do Rio Doce a ser integrado com o Centro Sul, a partir da Ponte Florentino Avidos. Foi a partir de lá que surgiram várias das atuais cidades do Estado. Quer saber mais sobre a história de Colatina? Te conto se você der o play.

    25 min
  • Barra de São Francisco, a cidade que protagonizou uma guerra

    Fazendo divisa com Minas Gerais, Barra de São Francisco já surgiu em meio a um grande conflito pela disputa de territórios. Espírito Santo e Minas reivindicavam o direito de dominação daquelas terras. Foram quase 50 anos de litígio e ameaças na chamada Guerra do Contestado. O auge das tensões aconteceu nos anos 40 e quase terminou em um conflito armado. As tropas de prontidão se estranharam, mas não chegaram a abrir fogo. Por tudo isso, a cidade carrega o lema de sentinela capixaba. Está curioso pra saber como essa história terminou e quais impactos ela teve na vida da população de Barra de São Francisco? É só apertar o play que a gente te conta.

    19 min
  • Baixo Guandu, do massacre indígena à Lama da Samarco

    Baixo Guandu era território dos "temidos" aimorés, ou melhor, o povo borum, que tinha muita identidade com a floresta e o Rio Doce, resistindo por anos às tentativas de colonizadores de se instalarem e os expulsarem da região. No século XIX, eles foram em grande parte assassinados, em um dos massacre promovido pelo Império. Quem se estabeleceu por lá foi um veterano da Guerra do Paraguai. Baixo Guandu nasceu do encontro de dois importantes rios que passam pelo Estado, o Guandu e o Doce, e foi um importante entreposto comercial até o início do século XX. Esses rios guardam até hoje a cicatriz do rompimento da barragem da Samarco, em 2015, que mudou a vida de muita gente que dependia desses afluentes. Quer saber mais? Dá o play aí, então.

    23 min
  • Águia Branca, a Polônia do Noroeste capixaba

    A mesma águia branca que é o principal símbolo do brasão da Polônia também se tornou símbolo do município de Águia Branca, maior colônia de poloneses do Espírito Santo. A cidade faz parte da diáspora de muitos poloneses que fugiam do nazismo e da violência antes e durante a Segunda Guerra Mundial. No Estado, eles encontraram um lugar totalmente diferente na cultura, no clima e na biosfera. Com o tempo, se adaptaram e fizeram parte da fundação de uma das maiores empresas do Estado, a Águia Branca. Vamos viajar na história da cidade? Dá o play aí que a gente te guia.

    16 min
  • Água Doce do Norte, da Guerra do Contestado à "piada de tiozão"

    Água Doce do Norte ganhou espaço em 2020 por conta do vice, que mesmo recebendo os salários para a função, vivia nos Estados Unidos há dois anos e meio. Mas a história da cidade traz ainda mais curiosidade. O nome dela, inclusive, era uma forma pejorativa que os tropeiros se referiam ao café da região, feito com menos pó. Um café mais ralo que para muitos era só uma "água doce", daí o nome "Água Doce do Norte". Quer saber mais detalhes da cidade? É só dar o play.

    15 min
  • São Domingos do Norte e a história do "padrinho de municípios"

    Boa parte da Região Noroeste foi ocupada a partir de loteamentos feitos durante os anos 20 e 30 por um "colonizador profissional", um empreiteiro contratado pelo Estado para abrir pequenas trilhas e fornecer uma infraestrutura básica para a instalação dos colonos que povoaram essas regiões. Bertolo Malacarne é "padrinho" de várias cidades por lá, inclusive São Domingos do Norte. Quer conhecer mais sobre ele e a cidade? A gente te conta neste episódio.

    14 min
  • Alto Rio Novo, a cidade escondida nas montanhas do Noroeste

    A região de Alto Rio Novo foi durante algum tempo uma zona proibida para exploradores. Quando o ouro ainda era o principal interesse dos colonizadores no Brasil, a coroa portuguesa não queria saber de ninguém abrindo novos caminhos até Ouro Preto. Foi só em 1921, durante uma expedição, que descobriram um planície do município no alto de uma montanha, onde havia um rio. Um lugar ideal para dar início a um povoado. Neste episódio você vai conhecer como o município passou de uma área isolada um importante produtor de café no Noroeste capixaba.

    11 min
  • # Pedro Canário, das brigas entre madeireiras e ambientalistas até a Operação Naufrágio

    Pedro Canário surgiu de um pequeno povoado isolado na mata, nas margens do rio Itaúnas. O desenvolvimento do município aconteceu durante a época do avanço do desmatamento pelo Estado, quando a atividade madeireira derrubou boa parte da Mata Atlântica capixaba. Parte dessa floresta foi protegida pela ação de ambientalistas que garantiram a demarcação de uma reserva ambiental em meio a conflitos entre jagunços das madeireiras e posseiros. O município, anos mais tarde, também ficou marcado por conta de um prefeito envolvido na Operação Naufrágio, o maior escândalo do Judiciário capixaba. Tudo isso, você confere neste episódio. 

    20 min
  • # João Neiva, cidade com ferro e ferrovia no DNA

    Fundada por italianos, João Neiva teve um rápido crescimento com a chegada da estrada de ferro no Espírito Santo. A ferrovia Vitória-Minas foi o grande impulsionador da região que se desenvolveu no entorno dos trilhos e da estação João Neiva. Até o nome do município é em homenagem a um político que impulsionou a criação dessa linha férrea. Essa identidade com a estrada de ferro é muito forte no município. Até a equipe de futebol mais importante da cidade tinha relação com os trilhos do trem. O nome era Ferroviária de João Neiva e era formada por operários. Quer conhecer melhor o município? É só dar o play.

    18 min

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