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Unamuno aborda de maneira contundente este tema sensível: vida e morte. Sua filosofia é penetrante e provoca reflexão até naquele que passa como que desatento. Na análise de hoje, uma história real extremamente forte aciona um questionamento que o filósofo espanhol nos ajuda a responder, ou, noutra linguagem, provoca uma fome que só pode ser saciada de uma forma.
Abdelwahab Meddeb e o Dr Lima Vaz nos ajudam a compreender a razão da crítica de Churchill esboçada no título deste podcast. Infelizmente, fazemos parte do contexto, mas, felizmente, podemos sair vitoriosos.
Salomão e Heidegger, ao analisarem questões sobre o tempo, enriquecem o olhar sobre certo comentário de Voltaire a respeito dos amigos de Jó. Numa breve consideração, veremos que o que dizem nos serve, e muito, em todo tempo, inclusive neste.
Tempo de reflexão como nenhum outro no ano, fustigada por sentimentos de gratidão e de débito, a razão provocada, numa combinação de análises de Chaïm Perelman e situações do cotidiano, tenta resgatar um aspecto que não poderia passar despercebido, afinal este também é seu caso.
Estamos dentro desta realidade e ela nos importa em muito; possivelmente, importe mais que a importância que temos dado. É preciso atentar para isso o quanto antes.
Hegel desenvolve o conceito de Astúcia da Razão como uma espécie de último recurso para nos fazer ajustar à realidade. Será que ele precisará ser usado? A resposta depende de muitos fatores
Eros e Psiquê viveram uma das mais emocionantes histórias de amor da mitologia greco-romana. Dela, extraímos uma lição que ninguém deveria desprezar, sob o risco de, em desprezando, ser vítima fatal.
Dois anos, cento e dez episódios, mas os números não fazem sentido sem você e cada um dos outros cento e sessenta inscritos. Agradeço sua companhia. Espero, mais uma vez, ser ouvido e refletido, pois a razão provocada não quer falar pra paredes.
Entre a dúvida real e aquela encenada para ludibriar há um abismo. O problema parece não estar em identificá-las, mas em assumi-las.
Estamos tão habituados que pouco refletimos se nos habituamos ou se somos habituados. Certo é que esse fenômeno está presente ora como "mocinho" ora como "vilão", mas sempre presente.
Às vésperas das eleições no Brasil, trago um tema leve e imparcial, o que não significa irrelevante, até porque a filosofia deve ser atemporal conquanto aplicável a cada momento.
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