O origami, a arte japonesa de dobrar papel, é um exemplo fascinante de como uma tradição cultural pode se espalhar pelo mundo, transcendendo fronteiras e culturas. Originário do Japão, o origami conquistou corações e mentes em todo o planeta, adaptando-se a diferentes contextos e culturas.
No Brasil, o origami chegou com os imigrantes japoneses no início do século XX, trazendo consigo a tradição e a técnica de dobrar papel. Hoje, o origami é uma atividade popular em escolas e clubes de todo o país, com artistas brasileiros criando obras-primas que misturam a tradição japonesa com a criatividade brasileira.
Na Europa, o origami ganhou popularidade nos anos 1950 e 1960, graças ao trabalho de artistas como Akira Yoshizawa, que apresentou a arte ao mundo ocidental. Desde então, o origami se espalhou por todo o continente, inspirando artistas e designers a criar obras inovadoras e criativas.
No Oriente, o origami é uma tradição compartilhada em países como a China, a Coreia e a Tailândia, onde a arte de dobrar papel é uma parte importante da cultura e da educação. Na China, por exemplo, o origami é conhecido como “zhezhi” e é praticado há séculos, enquanto na Coreia, o origami é chamado de “jong-i-jeop-ki” e é uma atividade popular entre as crianças.
O origami também conquistou o coração dos artistas e designers em países como os Estados Unidos, a Austrália e a África do Sul, que criam obras-primas que misturam a tradição japonesa com a criatividade local.
O origami é mais do que apenas uma arte: é uma linguagem universal que pode unir pessoas de diferentes culturas e backgrounds. É uma prova de que a criatividade e a imaginação podem transcender fronteiras e criar algo verdadeiramente especial