Quantas pessoas mais precisam morrer por suicídio por não receberem tratamento adequado, ou pelo fato de muitas Instituições (de ensino e religiosas) ainda não abordarem o tema como deveriam, devido a tantos tabus sobre o assunto?
- O fato é que eventuais problemas psicológicos e psiquiátricos devem ser tratados, sendo suas causas evidenciadas desde indícios de depressão e pensamentos suicidas, passando por traumas, complexos discriminatórios, violência sistêmica, bullying, ou até mesmo distúrbios alimentares. Seja como for, o sofrimento é intenso por parte de quem o sente, e, se não tratado, leva o indivíduo a tentar contra a própria vida. Em meio a essa terrível realidade, surgem grupos de profissionais voluntários e filantrópicos, principalmente do setor da saúde, predispostos a ajudar essas pessoas vulneráveis aos problemas e pressões do dia-a-dia, ainda mais em tempos de isolamento social imposto e necessário como este.
- É sobre isso que conversamos hoje. Num papo leve, descontraído mas não menos sério, meus convidados, ambos psicólogos residentes no Estado de Mato Grosso do Sul, Edinelson Queiroz e Jesiana Andrade, falam como superaram a depressão e suas crises de tentativas suicidas, e também explicam a iniciativa, os objetivos e o alcance do Projeto PAPO PELA VIDA, criado e trabalhado por eles junto a uma grande equipe além fronteiras.