Neste episódio, convido você a servir uma taça e deixar o tema respirar. ESG virou medalha de prateleira em muitas empresas — bonito no rótulo, vazio na taça. Aqui, decantamos o assunto até separar o verniz da substância: quando responsabilidade é convicção cotidiana e quando não passa de campanha publicitária.
Falamos de cultura como terroir, de governança que protege o processo (não o PowerPoint), de escolhas ambientais que atravessam o DRE e de impactos sociais que não cabem em slogan. Entre acidez, corpo e equilíbrio, exploramos por que o tempo de guarda — paciência, coerência e prática — é o que dá verdade ao ESG.
Para quem éCEOs, conselheiros, CFOs, líderes de sustentabilidade, comunicação e RH — e todo decisor que prefere legado a likes.
Você vai ouvir sobre• ESG de superfície vs. ESG que respira convicção• “Tempo de guarda” aplicado a cultura, métricas e governança• O custo invisível do green/social washing• Perguntas-guia para transformar rótulo em prática
Citação do episódio“Um ESG sem convicção é como um vinho que não respira: bonito no rótulo, vazio na taça.”
CréditosRoteiro e apresentação: Alexandre de Salles • Coluna Decantando Ideias
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