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"Quando a gente engravida, a gente liga o modo on da imaginação. Imaginamos cor de pele, com quem o bebê vai se parecer, se dormirá muito, se será tranquilo ou agitado, se terá todos os dedos, algum problema de saúde. Tantas coisas que parecem importante até que se apresentem os desafios da vida.
Por desconhecer essa realidade, nas minhas duas gestações, aguardei sempre pela USG morfológica porque, no meu pré-natal humanizado, essa era a recomendada para saber se eu teria um bebê “saudável” e, portanto, apto para um parto domiciliar. Mas o que seria “saudável”?
A gente aprende a pedir a Deus (ou às deusas) pela saúde dos nossos filhos. A gente não sonha, não pede, que nossos bebês tenham deficiência. Até tê-los"...
Com muita emoção envolvida, Dhuan leu sua própria carta contando a história da sua vida. Atenção, esse episódio contém muitas lágrimas. Preferimos publicá-lo do jeito que foi gravado porque é real. Muito real. É a verdade da dor, da alegria, da superação, da frustração e de todos os sentimentos mais de quem cuida de uma criança com deficiência em um mundo deficiente.
Espero que vocês escutem com empatia e deixem seus comentários em @em_pod_eradas.
Edição: @tagaudiovisual
By Tassiana Oliveira e Dhuan Vitorino"Quando a gente engravida, a gente liga o modo on da imaginação. Imaginamos cor de pele, com quem o bebê vai se parecer, se dormirá muito, se será tranquilo ou agitado, se terá todos os dedos, algum problema de saúde. Tantas coisas que parecem importante até que se apresentem os desafios da vida.
Por desconhecer essa realidade, nas minhas duas gestações, aguardei sempre pela USG morfológica porque, no meu pré-natal humanizado, essa era a recomendada para saber se eu teria um bebê “saudável” e, portanto, apto para um parto domiciliar. Mas o que seria “saudável”?
A gente aprende a pedir a Deus (ou às deusas) pela saúde dos nossos filhos. A gente não sonha, não pede, que nossos bebês tenham deficiência. Até tê-los"...
Com muita emoção envolvida, Dhuan leu sua própria carta contando a história da sua vida. Atenção, esse episódio contém muitas lágrimas. Preferimos publicá-lo do jeito que foi gravado porque é real. Muito real. É a verdade da dor, da alegria, da superação, da frustração e de todos os sentimentos mais de quem cuida de uma criança com deficiência em um mundo deficiente.
Espero que vocês escutem com empatia e deixem seus comentários em @em_pod_eradas.
Edição: @tagaudiovisual