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Desacelerar é um gesto de amor pela vida.
É voltar a habitá-la com presença.
É perceber que, em algum ponto do caminho, a gente entrou num piloto automático tão bem ensaiado…
que até o sentir virou tarefa cumprida em ritmo apressado.
A gente come.
Responde mensagens.
Trabalha, resolve, entrega.
Atravessa os dias com o corpo sempre em movimento e a alma pedindo pausa, como se tudo exigisse urgência para permitir atenção.
E, quase sempre, a vida pede outra coisa.
Desacelerar mora nas pequenas escolhas.
No café saboreado com calma.
No banho vivido como descanso.
No caminho percorrido em silêncio, com espaço para olhar, respirar e simplesmente estar.
A vida pede escuta.
Pede intervalo.
Pede esse gesto simples — e profundamente humano — de aliviar o ritmo e lembrar que existir é presença, não disputa com o tempo.
Em muitos momentos, desacelerar é um ato de coragem.
Porque quando o barulho diminui, o encontro acontece.
E todo encontro verdadeiro pede sinceridade com o próprio coração.
É nesse ritmo mais humano que algo se reorganiza por dentro.
O corpo encontra leveza.
A mente descansa.
E o sentir volta a ocupar o lugar que sempre foi seu.
Desacelerar transforma o jeito de caminhar pelo mundo.
Transforma o modo de permanecer.
Transforma a forma de viver cada instante.
Meu carinho.
Meu afeto.
Meu cordial e fraternal abraço.
Que você permita a si mesmo desacelerar.
By Grupo ArautoDesacelerar é um gesto de amor pela vida.
É voltar a habitá-la com presença.
É perceber que, em algum ponto do caminho, a gente entrou num piloto automático tão bem ensaiado…
que até o sentir virou tarefa cumprida em ritmo apressado.
A gente come.
Responde mensagens.
Trabalha, resolve, entrega.
Atravessa os dias com o corpo sempre em movimento e a alma pedindo pausa, como se tudo exigisse urgência para permitir atenção.
E, quase sempre, a vida pede outra coisa.
Desacelerar mora nas pequenas escolhas.
No café saboreado com calma.
No banho vivido como descanso.
No caminho percorrido em silêncio, com espaço para olhar, respirar e simplesmente estar.
A vida pede escuta.
Pede intervalo.
Pede esse gesto simples — e profundamente humano — de aliviar o ritmo e lembrar que existir é presença, não disputa com o tempo.
Em muitos momentos, desacelerar é um ato de coragem.
Porque quando o barulho diminui, o encontro acontece.
E todo encontro verdadeiro pede sinceridade com o próprio coração.
É nesse ritmo mais humano que algo se reorganiza por dentro.
O corpo encontra leveza.
A mente descansa.
E o sentir volta a ocupar o lugar que sempre foi seu.
Desacelerar transforma o jeito de caminhar pelo mundo.
Transforma o modo de permanecer.
Transforma a forma de viver cada instante.
Meu carinho.
Meu afeto.
Meu cordial e fraternal abraço.
Que você permita a si mesmo desacelerar.