Se acabou o problema de ter que motivar time, dar feedback, lidar com coleguinhas tóxicos! Os agentes de IA eliminam tudo isto, mas também eliminam nossos trabalhos.
O que faremos? Nos apoiaremos nas "power skills" para sermos imprescindíveis? Será que os agentes também podem aprendê-las?
Acompanhe, Edson, Agilson e eu, Alessandra, em mais um bate papo existencial que começa com o fim do trabalho e acaba no Japão.
Principais temas:
1m- Agentes de IA e as demissões em massa
Vantagens do “time artificial”: não exige feedback, motivação ou recompensas.
Mas, afinal, qual é o papel do líder? Cuidar de pessoas leva tempo — mas essa não é justamente a sua principal função?
O líder é cobrado pela gestão ou pela produção?
Se ganha tempo com agentes de IA, esse tempo será usado para quê?
E mais: um agente pode ser líder?
8:40m- O agente como líder
As “power skills” podem ser aprendidas pela IA?
Falamos tanto de criatividade como diferencial — mas, na prática, estamos realmente sendo criativos no contexto atual?
E a tomada de decisão: pode ser totalmente delegada à inteligência artificial?
Como estamos lidando, no dia a dia, com esses novos “colegas” — os agentes de IA?
Criatividade exige tempo. Ainda estamos dispostos a investir nele?
18:30m- A noção de tempo
Economia de tempo e aceleração constante.
Tempo para fazer mais… mas fazer o quê? E para quê?
Da máquina de escrever ao smartphone, e agora à IA: o que fizemos com o tempo que ganhamos ao longo das décadas?
22:35m- Excedente de pessoas
Como recolocar a massa de profissionais que perderá seus empregos?
A velocidade de reposição exigirá medidas drásticas.
Se há excesso de pessoas sem poder de compra e, ao mesmo tempo, excesso de produção — a conta simplesmente não fecha.
Em um mundo de custo quase zero, o excesso de lucro ainda faz sentido?
28m- A dificuldade de imaginar o futuro
Somos parte do processo — e, por isso, enviesados. Não enxergamos todas as variáveis.
O consumo será diferente. Há excesso por um lado, mas os recursos continuam finitos.
É o fim do mundo — ou apenas o fim de um modelo?
Talvez seja preciso abstrair e imaginar outros cenários.
E se caminharmos para um mundo mais artístico? Um mundo de criadores?
37m 40s- Pensando o oposto
E se o mundo ideal fosse feito de “férias eternas”? Artes para todos.
Mas pessoas felizes deixam de questionar?
Quem definiria as regras desse mundo ideal? Ele é sequer possível?
“O homem é o lobo do homem.” Sozinhos, não chegamos longe — mas e as nossas comunidades?
Sem confiança, existe coletivo?
50m- O robô é melhor do que nós?
Somos um vírus?
A criatura pode se voltar contra o criador?
O que a IA “pensaria” sobre nós?
Somos desiguais dentro da nossa própria igualdade.
Uma versão moderna do comunismo seria viável?
E o medo da China — é racional ou projeção?
1h 1m- Comunidade, valores e tempo
Comunidades estruturadas em castas geram insatisfação.
A cobiça humana exige um “reset” de valores?
Talvez o uso consciente da criatividade seja o caminho para repensar o futuro.
E, inevitavelmente, voltamos à questão do tempo.
1h 7m- A responsabilidade sobre o tempo
Estar ocupado nos protege do vazio — mas também nos desgasta.
Como fazer uma escolha mais inteligente sobre o uso do nosso tempo?
1h 17m- Conexão em um novo mundo
Onde fica a conexão em meio a tudo isso?
Ela muda de geração para geração?
A conexão física está sendo substituída — mas por quê, exatamente?
Os gadgets são apenas ferramentas ou também fontes de vínculo?
E se o futuro já estiver acontecendo — como no Japão?
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