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Todo dia quando acordamos ficamos mais velhos. Mas esquecemos de tratar bem aqueles que já estão na Terra a mais tempo.
O preconceito contra idade (idadismo) ainda é um tema pouco debatido, mas com grande implicações na vida de todos. Independente do nível de privilégio, o idadismo é o único preconceito que atingirá todos, sem excessão.
Essa semana trouxemos o Sergio Serapião, fundador da Labora e especialista em longevidade. Ele faz um trabalho incrível para reinserir os idosos no mercado de trabalho através de programas de qualificação e parcerias com empresas.
Um papo mais do que necessário para todo mundo, com insights importantes para quem quer se reinventar ou tem alguma pessoa próxima precisando mudar o rumo da sua carreira com o aumento da idade.
A Paula Monteiro é apresentadora do Pequenas Empresas Grandes Negócios, programa de TV com mais de 30 anos que dá espaço para pequenas empresas aparecerem em um grande meio de comunicação e tem um papel fundamental na disseminação do empreendedorismo no Brasil.
Essa é a primeira conversa com alguém que não é empreendedor, mas que entende muito do assunto. São mais de 800 empresas que ela entrevistou nos seus 6 anos no programa.
1. Público do PEGN?
2. Desconstruindo o empreendedorismo por necessidade.
3. Traços comuns dos empreendedores que prosperaram.
4. Profissionalização do pequeno empreendedor e o papel da MEI.
5. A mudança do perfil do empreendedor e o crescimento do empreendedorismo por oportunidade.
6. Bastidores do PEGN e escolha das empresas que vão para o ar.
7. Dicas para aparecer no PEGN.
8. Alimentação e moda sustentável e terceira idade como oportunidades de mercado.
9. Jornada da Paula para virar apresentadora do PEGN e a resiliência para chegar tão longe.
10. Mil fãs de verdade e os jornalistas como empreendedores e investidores.
Leonardo Letelier é fundador da Sitawi e um dos pioneiros em finanças para impacto social e análise de performance socioambiental de empresas. A empresa iniciou suas atividades em 2008.
A Sitawi é uma empresa bem peculiar que tem um braço sem fins lucrativos e um com fins lucrativos que se ajudam para ampliar o impacto gerado.
Neste episódio falamos de diversos assuntos para empreendedores que querem conhecer mais sobre negócios sociais ou para quem quer empreender de uma maneira geral.
Discutimos os seguintes assuntos entre outros:
- Qual o papel do dinheiro em negócios de impacto e no terceiro setor.
- Como as empresas e pessoas deveriam pensar em doações e filantropia.
- Como empreender no setor de impacto.
- Como financiar negócios de impacto.
- Estrutura de negócios e organizações sociais.
- Transição de carreira tradicional em consultoria para empreender em um setor pouco sexy.
- Vislumbrando ondas de negócio e como se posicionar.
- Desafios para criar uma estrutura para viabilizar negócios e organizações sociais.
- Papel das grandes empresas nas doações e alocação de pessoas.
- Desafios do crescimento usando trabalho remoto.
Claudio Spínola é fundador da Morada da Floresta, uma empresa que surgiu para oferecer soluções e produtos que ajudam na adoção de posturas ecológicos - composteiras, fraldas e absorventes.
Leticia Paiola é responsável pelo Marketing da Bananinha Paraibuna, uma empresa que existe a mais de 46 anos e é uma verdadeira instituição brasileira.
Neste episódio falamos sobre como a empresa tem se reinventado sem perder as tradições que tornaram ela uma empresa única.
Precisamos falar sobre Afroempreendedorismo !
A pauta da inclusão dos negros no mercado de trabalho em condições mais justas ganhou bastante espaço nos últimos anos, infelizmente o afroempreendedorismo e a presença de lideranças negras no mundo das startups é um tema pouco debatido.
Essa semana no garimpo do desNegócio falamos com a Fernanda Ribeiro, co-fundadora e CEO da Conta Black e da Afrobusiness.
A Fernanda é uma pessoa incrível que tem muito para ensinar. Contrariando todas as estatísticas, ela é uma mulher negra que conseguiu destaque no mundo das fintechs na jornada para diminuir a desbancarizaçãp da população negra.
Neste papo falamos sobre:
1. A força de ser criada em uma família com 7 mulheres fortes
2. As barreiras simbólicas, físicas e sociais para as mulheres e a população negra crescerem nas empresas e como a Fernanda fez para quebrar barreiras.
3. A importância do letramento racial para combater o racismo no dia-a-dia e nas empresas
4. O peso colocado nos profissionais negros que precisam estar sempre se provando para conseguir espaços facilmente ocupado por brancos
5. O papel do marido da Fernanda, o Sérgio, na criação da Conta Black e como eles conciliam a vida de casal e sociedade 6. Os desafios de levantar dinheiro sendo um empreendedor preto e como a Conta Black precisou caminhar com dinheiro próprio pela dificuldade de levantar capital.
7. Como as discussões de ESG estão melhorando a perspectiva para os afroempreendedores
8. A importância de ter impacto social no centro do negócio e como a Conta Black faz isso
9. O papel perverso do endividamento e como os banco se aproveitam da fragilidade
10. Os maiores desafios para empreender sendo negro
11. Importância do uso das redes de apoio aos empreendedores pretos
12. Importância de colocar dinheiro na mão dos afroempreendedores
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Rodrigo Pipponzi é sucessor do grupo RD e CEO da Editora Mol, maior editora de impacto social do mundo. Usando um modelo inovador de filantropia, a Editora Mol doa R$4,87 para cada R$1 de lucro operacional. A empresa foi responsável por doar R$43 milhões para 103 ONGs e projetos sociais nos seus 13 anos de atuação.
Rodrigo e a empresa ganharam diversos prêmios, o mais recente foi como Trip Transformadores 2021.
Herdeiro de uma família que construiu um grande legado empresarial através da Droga Raia, Rodrigo decidiu seguir o caminho menos óbvio. Formado em administração pela FGV decidiu estudar jornalismo e fundou uma agência de comunicação com um amigo. Foi através dessa primeira jornada que ele entrou em contato com o GRAAC e tudo mudou.
Usando sua potência empreendedora , ele criou um modelo no qual ele multiplica o valor doado por empresas. Ele usava o dinheiro doado para viabilizar a revista que era vendida no varejo. O valor gerado pelas vendas é revertido para ONGs e projetos sociais , efetivamente multiplicando o valor através das pequenas contribuições dos leitores.
Foi de revista em revista que ele ajudou o GRAAC a construir um hospital e tantas outras iniciativas incríveis.
Neste papo falamos sobre:
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Lucas Marques é COO e sócio da Méliuz, primeira startup brasileira a ser listada na bolsa brasileira (b3).
Também escreveu o livro "Empreender: a arte de se f*der todos os dias e não desistir" junto com o Israel, CEO da Méliuz.
Evitamos trazer "startupeiros" para o desNegócio, mas o Lucas é diferente.
Um cara que levanta a bandeira das startups raiz, aquelas que não se encantam com o canto da sereia e constroem empresas resilientes e cheias de propósito. Sem a preocupação com um eventual venda.
- Transição: como foi a saída de Lucas da AMBEV, onde tinha sido aceito em um dos programas de trainee mais difíceis do Brasil, para empreender e como foi sua chegada (pouco usual) na Méliuz.
- Retenção de Talentos: discutimos a importância da cultura para reter talentos no começo, quando a empresa não tem muito dinheiro para pagar salários e como a Méliuz usa o conceito de sociedade (partnership).
- Exit: como criar uma empresa pensando na venda cria decisões piores para a empresa no médio e longo prazo e eles resistiram a tentação de vender a empresa.
- Criar empresa fora de SP: a Méliuz tem escritório em BH e em Manaus e teve muita dificuldade de levantar dinheiro no começo. Isso acabou gerando um grande diferencial para a Méliuz.
- Rodadas de Investimento: como a preocupação com as rodadas de investimento criou um ambiente perverso para os empreendedores.
- Sociedade e Papeis dos Sócios: importância dos conflitos entre sócios, como criar processos decisórios que sejam bons para as empresas.
- Estrutura: como estrutura societária e de gestão deve evoluir com o tempo para se adequar aos desafios enfrentados.
- Processo de Inclusão de Novos Sócios: como é o processo da Méliuz para trazer novos sócios e o papel do conceito de captura de valor na divisão da sociedade.
- Meritocracia: como ela é importante, ao mesmo tempo, como é difícil ter uma meritocracia efetiva em uma empresa.
- ESG: como a Méliuz trata o assunto e a importância de fazer a "lição de casa" primeiro.
- IPO: o que mudou na Méliuz com a abertura de capital.
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Val Oliveira (IG: @val_co) é um empreendedor da noite muito atuante na cena LGBTQIA+.
Através da Fab2 ele produz as festas Rebobinights (@rebobinights) e a Rainbow Festival (@rainbowfestivalsp).
Neste papo falamos sobre muitos temas importantes para quem tem vontade de empreender na noite, para o mercado LGBTQIA+ ou empreender de maneira geral.
O Val compartilhou a jornada da Rebobinights e dicas importantes:
- Como as baladas ganham dinheiro? O Val abriu como é a divisão de dinheiro entre os donos do espaço e os produtores, onde as baladas efetivamente ganham dinheiro e como os VIPs mudam a dinâmica de receita das festas.
- Canalizar a sua personalidade no negócio: O Val compartilhou como ele conseguiu transformar uma festa de amigos em um grande evento sem perder a identidade.
- Nicho: Os diferentes nichos dentro da comunidade LGBT e como a Rainbow Festival surgiu nesta separação.
- Patrocínio: O papel do patrocínio nas baladas e como as marcas têm se posicionado nos diferentes nichos da comunidade.
- Valor: Como o Val cobra um valor mais baixo nas baladas para conseguir ter mais diversidade na festa.
- Colaboração: A Rainbow Festival surgiu de uma colaboração com a Desculpe Qualquer Coisa e várias outras baladas de nicho.
- Pandemia: O impacto da pandemia na noite e como o mercado está mudando (não necessariamente para melhor).
- Diversidade: Os desafios de empresas tradicionais fazerem iniciativas LGBT de verdade, a esperança nas empresas que estão surgindo e como a Fab2 trata esse assunto nas suas festas.
- Empreendedorismo LGBT: infelizmente o empreendedorismo LGBT ainda é um tema pouco debatido e incentivado, mas existem muitos empreendedores fazendo coisas muito legais nos diferentes nichos da comunidade.
Agrindus é uma das maiores produtoras de leite do Brasil e a Letti A2 é pioneira na venda e distribuição de leite e derivados com o leite do tipo A2.
Essa semana conversamos com a Diana e Roberto Jank. Pai e filha que estão a frente dessa empresa com mais de 76 anos de tradição.
Seguindo nosso garimpo para encontrar empresas incríveis pouco conhecidas, encontramos a Agrindus e a Letti A2 que já está caminhando para sua terceira geração.
Nesse episódio tratamos de temas relevantes para herdeiros e para empreendedores de uma maneira geral.
Em especial, tratamos das inúmeras oportunidades para quem quer empreender no campo.
Temas abordados:
- Entrar no negócio da família: Diana conta como foi a decisão de sair da sua carreira no mundo da moda para assumir o braço de produtos para consumidor final da Agrindus.
- Marca própria e Spin Off: A estratégia da Agrindus de lançar a Letti A2 como uma forma de se diferenciar num mercado de commodities e como foi criada a estrutura totalmente separada para que a empresa tivesse autonomia.
- Rastreabilidade: Existe uma grande oportunidade para empresas em todos os segmentos, especialmente o agro, de mostrar os bastidores da empresa, mostrando a a origem dos produtos.
- Crescimento do eCommerce em produtos frescos: Importância da pandemia para o crescimento do eCommerce de produtos frescos e a complexidade de lidar com a entrega
- Local produced to local families: Como a produção local para famílias locais é uma solução interessante para os problemas de pegada de carbono e de alimentos ultra-processados.
- Terrorismo nutricional: Assim como o ovo, o leite está passando por um momento de vilanização. Como a Agrindus e a Letti estão navegando neste contexto.
- Pecuária Sustentável: A Agrindus tem uma preocupação e práticas para que a produção de leite seja sustentável. Esse cuidado vai desde a escolha do tipo de gado, manejo de água, balanceamento da dieta dos animais e tratamento / reutilização de dejetos.
- Desafios da produção em larga escala: Existe uma imagem muito negativa da produção da pecuária, o Roberto demonstrou que usando a tecnologia correta é possível produzir em larga escala, em pequenos espaços com pouco impacto ambiental e cuidado do bem estar animal.
- Oportunidades para empreender: tratamos de várias oportunidades para empreender no agro - rastreabilidade e origem, produção de leite, intensificação de produtividade, distribuição e venda fora dos grandes centros.
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