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Os sistemas de comunicação crítica no Brasil estão em transição do analógico para o digital, garantindo segurança e qualidade de áudio. O padrão TETRA é amplamente adotado pela segurança pública devido ao seu custo de implementação 70% inferior ao P25, embora crie desafios de interoperabilidade. A ANATEL gerencia faixas de radiofrequência exclusivas para esses serviços. Enquanto forças de segurança usam sistemas comerciais, as Forças Armadas priorizam o desenvolvimento de sistemas soberanos (como o Link-BR2). O futuro é híbrido, integrando rádio móvel terrestre (LMR) com banda larga (LTE/5G) para dados multimídia e consciência situacional aprimorada. Rádios roubados são neutralizados por criptografia robusta, autenticação de rede e bloqueio remoto.
Os sistemas de comunicação crítica no Brasil estão em transição do analógico para o digital, garantindo segurança e qualidade de áudio. O padrão TETRA é amplamente adotado pela segurança pública devido ao seu custo de implementação 70% inferior ao P25, embora crie desafios de interoperabilidade. A ANATEL gerencia faixas de radiofrequência exclusivas para esses serviços. Enquanto forças de segurança usam sistemas comerciais, as Forças Armadas priorizam o desenvolvimento de sistemas soberanos (como o Link-BR2). O futuro é híbrido, integrando rádio móvel terrestre (LMR) com banda larga (LTE/5G) para dados multimídia e consciência situacional aprimorada. Rádios roubados são neutralizados por criptografia robusta, autenticação de rede e bloqueio remoto.