Deu Samba na Cast

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By Deu Samba na CastSociety & Culture
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Deu Samba na Cast episodes

  • Q#12 - ANA ROSENO

    Ana Roseno é formada no curso de Pedagogia da Faculdade de Educação da USP (FEUSP), pesquisadora na área de alfabetização e educação emocional, palhaça, professora da Rede Estadual de São Paulo, comediante stand up e mãe de uma Helena.

    1 hr 48 min
  • Q#11 - MESTRE ALCIDES

    Mestre Alcides de Lima nasceu em 1947, na cidade de Santa Rita da Estrela, em Minas Gerais. Alcides de Lima é conhecido e respeitado Mestre de Capoeira e Griô da Tradição Oral pelo Projeto Ação Griô. Atua como coordenador do Ponto de Cultura Amorim Rima / CEACA e do Projeto “Expresse-se com consciência - Faça capoeira”, Mestre Alcides também é representante nacional da comissão de Mestres da Tradição Oral. Mestre Alcides é Licenciado pleno em Educação Física e possui especialização em Educação Física Infantil e Ginástica de Manutenção. É também Licenciado em Pedagogia com habilitação em Administração Escolar e Orientação Educacional. O jovem Alcides de Lima iniciou sua trajetória na Capoeira em 1969, na USP, com o Mestre Eli Pimenta. Participação como atleta no I Campeonato Brasileiro de Capoeira (Federação Paulista de Capoeira), em 1975. Obtenção do grau de Professor de Capoeira em 1982. Fundador do Centro de Estudos e Aplicação da Capoeira (CEACA) em 1988, na época localizado na sala 51 do Bloco C do CRUSP (Conjunto Residencial da USP), Cidade Universitária, São Paulo, SP . Obtenção do grau de Mestre de Capoeira em 1993, já no CEACA. Além da capoeira, também praticante de karatê (faixa marrom do estilo Shotokan), desde 1973, no CEPEUSP. Mestre Alcides é dos mais atuantes Mestres de Capoeira de São Paulo na atualidade desenvolvendo Projetos e ações de cunho cultural e educacional. Durante o Seminário Capoeira Universidade e Comunidade do CEPEUSP Mestre Alcides foi homenageado pelo nobre e dedicado ao trabalho em prol da Capoeira e Cultura Popular Brasileira. na época localizado à sala 51 do Bloco C do CRUSP (Conjunto Residencial da USP), Cidade Universitária, São Paulo, SP. Obtenção do grau de Mestre de Capoeira em 1993, já no CEACA. Além da capoeira, também praticante de karatê (faixa marrom do estilo Shotokan), desde 1973, no CEPEUSP. Mestre Alcides é dos mais atuantes Mestres de Capoeira de São Paulo na atualidade desenvolvendo Projetos e ações de cunho cultural e educacional. Durante o Seminário Capoeira Universidade e Comunidade do CEPEUSP Mestre Alcides foi homenageado pelo nobre e dedicado ao trabalho em prol da Capoeira e Cultura Popular Brasileira. na época localizado à sala 51 do Bloco C do CRUSP (Conjunto Residencial da USP), Cidade Universitária, São Paulo, SP. Obtenção do grau de Mestre de Capoeira em 1993, já no CEACA. Além da capoeira, também praticante de karatê (faixa marrom do estilo Shotokan), desde 1973, no CEPEUSP. Mestre Alcides é dos mais atuantes Mestres de Capoeira de São Paulo na atualidade desenvolvendo Projetos e ações de cunho cultural e educacional. Durante o Seminário Capoeira Universidade e Comunidade do CEPEUSP Mestre Alcides foi homenageado pelo nobre e dedicado ao trabalho em prol da Capoeira e Cultura Popular Brasileira. não CEPEUSP. Mestre Alcides é dos mais atuantes Mestres de Capoeira de São Paulo na atualidade desenvolvendo Projetos e ações de cunho cultural e educacional. Durante o Seminário Capoeira Universidade e Comunidade do CEPEUSP Mestre Alcides foi homenageado pelo nobre e dedicado ao trabalho em prol da Capoeira e Cultura Popular Brasileira. não CEPEUSP. Mestre Alcides é dos mais atuantes Mestres de Capoeira de São Paulo na atualidade desenvolvendo Projetos e ações de cunho cultural e educacional. Durante o Seminário Capoeira Universidade e Comunidade do CEPEUSP Mestre Alcides foi homenageado pelo nobre e dedicado ao trabalho em prol da Capoeira e Cultura Popular Brasileira.

    48 min
  • Q# 10 - MÔNICA DE LUNA

    Graduada em História e em Direito, Mônica de Luna iniciou a carreira jurídica como advogada enquanto cursava a pós graduação em Ciências Criminais. Também se especializou em Direito Eleitoral, Direito Municipal e Direito do Trabalho e Processual do Trabalho.  Sua vivência como mulher cisgênera, mãe e avó, ex-hétera compulsória e lésbica assumida, num mundo corporativo majoritariamente machista e homofóbico, conduziram a guinada profissional para o ativismo dos Direitos Humanos, especialmente a proteção integral das mulheridades.  Atualmente é advogada presidenta da Comissão da Diversidade Sexual e de Gênero da OAB Lorena - SP.  Para saber mais sobre a nossa convidada, acessem linktr.ee/monicadeluna_      


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    58 min
  • Q# 9 - KEILA GUEDES

    Keila Guedes é Bacharel em Direito, lésbica e coordenadora regional da ABRAFH - Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas. Cristã, também luta pelo direito das pessoas LGBTQIAP + de expressarem a sua fé. Criadora das páginas do Instagram @direitolgbtqi e @direitoadeus, Keila é ativista pelo direito das pessoas LGBTQIAP + serem reconhecidas socialmente. Como coordenadora da ABRAFH, Keila busca uma rede de solidariedade e acolhimento que se expande por todas as regiões do Brasil e pelo exterior para as pessoas desassistidas na sociedade. A ABRAFH se destina a todas as famílias que possuam ao menos um componente LGBTI + (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, intersexuais e outros). Todas as configurações familiares são bem vindas e acolhidas. Desde a sua fundação, a ABRAFH pautou sua agenda pela visibilidade positiva e reivindicou o papel de proteger e zelar pelos interesses, direitos e bem-estar das famílias LGBTQIAP + brasileiras. A preocupação maior ainda repousa na necessidade de fortalecimento e empoderamento dos núcleos familiares com as pessoas LGBTQIAP +, por meio da educação, da cultura, do acesso à informação e da inserção social. Em síntese, o que um os membros associados na ABRAFH e que motiva a Keila é o sonho da construção de uma sociedade evoluída que respeite a diversidade no mais amplo sentido e que possua leis de amparo específico.

    1 hr 12 min
  • Q# 8 - SIMONY DOS ANJOS

    Simony dos Anjos é moradora de Osasco desde o nascimento, evangélica e filha de pais pastores, aos 18 anos tornou-se professora da Escola Bíblica Dominical da comunidade ao qual frequenta até hoje. Companheira do Rodrigo, mãe do Bernardo e da Nina.  

    Cientista Social e Mestra em Educação, pesquisou sobre a Antropologia da Educação e a relação da educação com a diversidade. É Doutoranda em Antropologia, militante do PSOL de Osasco, coordenadora do coletivo Evangélicas pela Igualdade de Gênero e membro da Rede de Mulheres Negras Evangélicas, que são espaços que discutem a relação entre fé, gênero, raça e política.  

    Simony dos Anjos também desenvolve pesquisas sobre a relação entre negritude, igreja evangélica e feminismo. É colaboradora do Justificando, como colunista da área de Gênero e Religião, e foi candidata à prefeitura de Osasco.

    1 hr 15 min
  • Q# 7 - SEU DADINHO

    O paulista Eduardo Joaquim nasceu 08 de agosto de 1943. Um “quilombo urbano de resistência cultural” em meio à extinção da tradição negra na zona norte de São Paulo, também conhecido como Seu Dadinho, fez carreira nos Correios, mas sempre dividiu o seu tempo e dedicação com samba.

    Seu Dadinho é considerado um dos fundadores da escola de samba Camisa Verde e Branco e conviveu com grandes baluartes como Seu Inocêncio no Camisa Verde, Pé Rachado da Vai-Vai, Seu Carlão do Peruche, Madrinha Eunice no Lavapés (primeira escola de samba de São Paulo, ainda em atividade) e Alberto Alves da Silva da Nenê de Vila Matilde. Todas essas personalidades plantaram a semente do samba no estado de São Paulo.

    Ritmista e compositor de mão cheia, já coordenou a bateria da escola e escreveu canções como Peso da Tradição, Festa No Morro, Malandro Vacilão, Canto Pra Viver, Revelação, Eta Samba Bom.


    1 hr 18 min
  • Q# 6 - KARIRI XOCÓ

    Uiriçá, Everu e Tauí representam a etnia indígena Kariri Xocó.

    A denominação Kariri-Xocó foi adotada como consequência da mais recente fusão, ocorrida há cerca de 100 anos entre os Kariri de Porto Real de Colégio e parte dos Xocó da ilha fluvial sergipana de São Pedro. Estes, quando foram extintas as aldeias indígenas pela política fundiária do Império, tiveram suas terras aforadas e invadidas, indo buscar refúgio junto aos Kariri da outra margem do rio.

    Kariri (ou Kirirí), por outro lado, é um nome recorrente no Nordeste e evoca uma grande nação que teria ocupado boa parte do território dos atuais estados nordestinos desde a Bahia até o Maranhão. As referências a Xocó (ou Ciocó) remontam ao século XVIII.  A denominação Kariri-Xocó para se referir ao grupo, identificar a aldeia bem como o posto indígena é, porém, recente, posterior à criação da FUNAI. O posto em Colégio, fundado em 1943, recebeu o nome de Posto Indígena Padre Alfredo Dâmaso, modificado depois para P.I. Kariri. Apesar disso, em 1960 Hohenthal Jr. identifica como Xocó a comunidade indígena de Porto Real do Colégio.

    No interior do grupo esta dupla denominação também pode causar disputa ou motivar união. Quando ainda aspiravam conquistar de volta a ilha de São Pedro, juntamente com os Xocó que permaneceram no município sergipano de Porto da Folha, a ascendência Xocó era a mais acionada. Por outro lado, quando perceberam que a conquista das terras da Fazenda Modelo ou Sementeira era politicamente viável, a identidade Kariri se sobrepôs.

    Os Kariri-Xocó estão localizados na região do baixo São Francisco, no município alagoano de Porto Real do Colégio, cuja sede fica em frente à cidade sergipana de Propriá. As duas cidades estão ligadas pela ponte que serve de eixo entre a região sul e o nordeste brasileiro, como parte da BR-101. A aldeia e o posto indígena estão cerca de um quilômetro da praça central da cidade.  Representam, na realidade, o que resta da fusão de vários grupos tribais depois de séculos de aldeamento e catequese. Seu cotidiano é muito semelhante ao das populações rurais de baixa renda que vendem sua força de trabalho nas diferentes atividades agropecuárias da região. Contudo, pode-se dizer que é um grupo que tem sua indianidade preservada pela manutenção do ritual do Ouricuri.

    Em novembro de 1978 esta identidade foi revitalizada pela retomada da Fazenda Modelo ou Sementeira, então administrada pela Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (CODEVASF) e por eles considerada parte de seu território ancestral. Esta conquista estimulou uma política de reformulação positiva de sua identidade, quer como "índio" (genérico), quer como Kariri-Xocó.  Os Kariri-Xocó não preservaram sua língua. Apenas alguns termos foram mantidos. Clarice Novaes da Mota, em As Jurema told us (1987), faz minucioso levantamento de vocábulos indígenas usados pelos Kariri-Xocó para designar plantas mágicas e medicinais por eles utilizadas. Os mesmos afirmam preservar "na idioma", como se referem à sua língua extinta, expressões mágicas do ritual do Ouricuri.

    De acordo com dados fornecidos pela FUNAI, em 1997 a população Kariri-Xocó estava estimada em 1.500 pessoas, número que vinha sendo repetido desde, pelo menos, 1993. Em notícias publicadas na Gazeta de Alagoas de 22-11-92 e 1-10-93, porém, os números variam de "1.700 índios" na primeira data para "2.500 integrantes" na segunda.


    42 min
  • Q# 5 - YONÁ SANTOS

    Yoná Santos possui mestrado em Ciência Política pela USP na área de Teoria Política. É formada em Ciências Econômicas pela PUC SP com experiência nas áreas de pesquisa econômica e responsabilidade social; e Filosofia pela USP com experiência no Ensino de Filosofia - Ensino Médio e Ensino de Jovens e Adultos na rede estadual de São Paulo onde também passou pela Coordenação Pedagógica e na Rede Privada de ensino lecionando no Ensino Médio e Ensino Técnico. As questões raciais sempre estiveram presentes na sua trajetória intelectual e atualmente participa de lives discutindo temas como racismo, educação antirracista e a lei 10.639. Em abril de 2021 participou da audiência pública  da Comissão de Juristas no Combate ao Racismo Estrutural e Institucional abordando o tema do Genocídio da Juventude Negra.

    1 hr 45 min
  • Q# 4 - DANIELLE ARAGÃO
    A escritora e poeta Danielle Aragão nasceu em Pernambuco, mas mora nos EUA desde 2002. Sua vivência como imigrante lhe trouxe uma visão culturalmente diferenciada para proporcionar às suas personagens um empoderamento há muito perseguido pelas mulheres brasileiras, propositalmente lhes presenteando com inevitáveis finais felizes.  O seu livro Memórias De Armário (disponível na Amazon) trás pequenos contos sobre mulheres e seus desafios para sair do armário e viver suas grandes história de amor. Os contos não tratam apenas de historinhas românticas de lésbicas apaixonadas, mas sim de mulheres fortes que lutam com unhas e dentes pelo direito legítimo de amar.  Memórias de Armário é o primeiro livro de contos LGBTQ de Danielle Aragão. Cinco contos não relacionados, apresentam estórias de cinco mulheres, que de formas muito distintas, saíram de seus “armários”. Cada conto é baseado em uma de muitas histórias que a autora ouviu de mulheres aleatórias, concedendo a elas força, obstinação e acima de tudo: finais felizes. Memórias de Armário é um convite ao entendimento dos medos e conflitos que mulheres lésbicas, bissexuais, pansexuais, transexuais e afins, enfrentam no seu caminho de descobertas e busca da felicidade e aceitação.
    1 hr 14 min
  • Q# 3 - DJ PUFF

    Rogério Cássio Rosa, mais conhecido como DJ Puff, além de tocar por todo o Brasil e ser formado em Jornalismo, é  proprietário do UpClubSp, um club totalmente direcionado a Black Music e suas vertentes.  Com muito estilo próprio, faz cerca de 300 apresentações por ano, um recorde para o estilo misturando todas as vertentes da Black Music em um estilo só (Hip Hop, R&B, Soul, Flash Back, Reggae Pop e Funk.), DJ Puff faz a alegria da galera.  Atualmente o set do Dj Puff tem pitadas de Hip House, uma vertente comercial do Hip Hop onde a rima predomina em cima beats de 128BPM, Rap Nacional, R&B e muito Hip Hop Pop recheiam e completam o set e garantem a diversão do começo ao fim da apresentação.  “Influenciado musicalmente pelo seu PAI que foi DJ, DJ Puff iniciou sua carreira em meados dos anos 90”.  Nos anos 90 Dj Puff tocava nos famosos bailes de periferia, dividindo- se entre os bailes, o trabalho e o curso de Jornalismo.  No ano 2000 assumiu a profissão DJ e se dedicou somente a tocar começando com residência sólida no Club “Bar’N’Soul”, um club já extinto mais que fez muito sucesso na Vila Madalena.  Fez residências importantes da carreira desse DJ, o club “Heaven” em 2003, Club em que o DJ Puff oficializou o seu estilo e ficou conhecido nas principais capitais do Brasil.  DJ Puff se diferenciou dos outros DJ’s de Black Music por usar o microfone como um mestre de cerimônias agitando a galera e cantando sobre as músicas, uma forma já usada pelos DJ’s americanos e que virou sua marca.  Nessa época surgiram as “party’s” conhecidas como “Hip Hip Chic”, essas festas levavam e ainda levam esse nome por tocar um Hip Hop mais comercial, chic e sensual e porque elas acontecem em Clubs Right Society, clubs classe A que antes só tocavam HOUSE.

    2 hr 22 min

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