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Nesse episódio, mergulho em um devaneio que surgiu após uma divergência com alguém: quantas pessoas realmente me conhecem de verdade? Às vezes, tenho a sensação de que sou constantemente idealizada ou mal interpretada. E isso me faz pensar como, em muitos momentos, ser simplesmente quem eu sou já foi visto como algo "maluco".
Falo sobre como é conviver com essa sensação de desencontro, entre o que sinto, o que sou e o que esperam de mim. Sempre fui chamada de “a maluca”, não por fazer algo fora do comum, mas por ousar me expressar com autenticidade. Por tentar me descobrir e me permitir. E, honestamente? Ser chamada de maluca por buscar ser quem eu sou já diz muito sobre o mundo à nossa volta.
É um papo leve, mas profundo. Sobre identidade, sobre incompreensões e sobre o peso de ser rotulada quando se tenta viver com verdade. Porque, no fundo, todo mundo só quer ser compreendido. Ou, pelo menos, aceito.
By Ana Vitoria Gaspar da SilvaNesse episódio, mergulho em um devaneio que surgiu após uma divergência com alguém: quantas pessoas realmente me conhecem de verdade? Às vezes, tenho a sensação de que sou constantemente idealizada ou mal interpretada. E isso me faz pensar como, em muitos momentos, ser simplesmente quem eu sou já foi visto como algo "maluco".
Falo sobre como é conviver com essa sensação de desencontro, entre o que sinto, o que sou e o que esperam de mim. Sempre fui chamada de “a maluca”, não por fazer algo fora do comum, mas por ousar me expressar com autenticidade. Por tentar me descobrir e me permitir. E, honestamente? Ser chamada de maluca por buscar ser quem eu sou já diz muito sobre o mundo à nossa volta.
É um papo leve, mas profundo. Sobre identidade, sobre incompreensões e sobre o peso de ser rotulada quando se tenta viver com verdade. Porque, no fundo, todo mundo só quer ser compreendido. Ou, pelo menos, aceito.