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Neste episódio, mergulho em um tema sensível e profundo, a minha relação com a religiosidade a partir de um olhar psicológico. Compartilho a experiência de uma oficina de arquétipos inspirada nas ideias de Carl Gustav Jung, onde fomos convidadas a refletir sobre símbolos, forças internas e quem somos por referências que atravessam o inconsciente.
Ao final da vivência, realizamos um exercício voltado aos arquétipos ligados a entidades afro-ameríndias, e foi ali que escolhi Iansã, não apenas como símbolo, mas como um espelho de movimento, intensidade e transformação.
Também falo com honestidade sobre o momento que estou vivendo em relação à fé. Por um tempo, percebi-me questionando profundamente minhas crenças, me aproximando até de uma visão mais ateia da vida. Em uma conversa marcante com uma amiga, consegui nomear algo importante, eu vivi muitas experiências para simplesmente negar tudo, mas também já não acredito na fé da forma como acreditava antes.
Hoje, me reconheço em um lugar de transição, onde a crença se ressignifica. Continuo acreditando na cultura, nas histórias, na força simbólica e ancestral que nos atravessa. É menos sobre seguir uma fé pronta e mais sobre construir sentidos que façam verdade dentro de mim.
Um episódio sobre dúvidas, descobertas e a coragem de se reinventar espiritualmente.
By Ana Vitoria Gaspar da SilvaNeste episódio, mergulho em um tema sensível e profundo, a minha relação com a religiosidade a partir de um olhar psicológico. Compartilho a experiência de uma oficina de arquétipos inspirada nas ideias de Carl Gustav Jung, onde fomos convidadas a refletir sobre símbolos, forças internas e quem somos por referências que atravessam o inconsciente.
Ao final da vivência, realizamos um exercício voltado aos arquétipos ligados a entidades afro-ameríndias, e foi ali que escolhi Iansã, não apenas como símbolo, mas como um espelho de movimento, intensidade e transformação.
Também falo com honestidade sobre o momento que estou vivendo em relação à fé. Por um tempo, percebi-me questionando profundamente minhas crenças, me aproximando até de uma visão mais ateia da vida. Em uma conversa marcante com uma amiga, consegui nomear algo importante, eu vivi muitas experiências para simplesmente negar tudo, mas também já não acredito na fé da forma como acreditava antes.
Hoje, me reconheço em um lugar de transição, onde a crença se ressignifica. Continuo acreditando na cultura, nas histórias, na força simbólica e ancestral que nos atravessa. É menos sobre seguir uma fé pronta e mais sobre construir sentidos que façam verdade dentro de mim.
Um episódio sobre dúvidas, descobertas e a coragem de se reinventar espiritualmente.