Duvido, se como eu, algum Cuidador nunca pensou em “abreviar” a vida de quem cuida. Pode até parecer um pensamento “maligno”, mas tenho certeza que todos os Cuidadores de pessoas com diagnóstico de alguma doença crônica, degenerativa ou não, mas de prognóstico fechado, incurável; tenham um dia refletido sobre o assunto. Mas como posso me permitir certos pensamentos, dentro de uma casa e família católicas, com a formação humanística que já adquiri até aqui, e principalmente, eu, que tanto prezo pelos princípios da ética e bioética?