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No Brasil, a Constituição Cidadã de 1988 estabelece o compromisso do Estado com os direitos sociais. Trinta e cinco anos depois, o que podemos dizer da efetivação desses direitos? Na atualidade os números de desabrigados, da fome e da miséria são alarmantes. Retrocedemos? A impossibilidade de acesso aos direitos sociais produz sofrimento psíquico na população. E, infelizmente, a escuta psicanalítica ainda é uma oferta para poucos em nosso país. Em 1919, Freud defendia que os governos deveriam garantir clínicas públicas para a escuta de sua população. Seria essa uma utopia? Afinal, que ideia de Estado podemos sustentar como horizonte? Para conversar conosco sobre direitos sociais e psicanálise, convidamos o filósofo José Antônio Moroni e o psicanalista Ney Marinho.
By Observatório PsicanalíticoNo Brasil, a Constituição Cidadã de 1988 estabelece o compromisso do Estado com os direitos sociais. Trinta e cinco anos depois, o que podemos dizer da efetivação desses direitos? Na atualidade os números de desabrigados, da fome e da miséria são alarmantes. Retrocedemos? A impossibilidade de acesso aos direitos sociais produz sofrimento psíquico na população. E, infelizmente, a escuta psicanalítica ainda é uma oferta para poucos em nosso país. Em 1919, Freud defendia que os governos deveriam garantir clínicas públicas para a escuta de sua população. Seria essa uma utopia? Afinal, que ideia de Estado podemos sustentar como horizonte? Para conversar conosco sobre direitos sociais e psicanálise, convidamos o filósofo José Antônio Moroni e o psicanalista Ney Marinho.