A estratégia mais segura para saber se é possível ou não patrocinar algum conteúdo jurídico é entender o tipo de comunicação.
Primeiro, campanhas baseadas em intenção de busca, normalmente feitas no Google. Elas respondem a uma demanda existente e permitem explicar serviços jurídicos deforma técnica, oferecendo até mesmo a contratação direta.
Segundo, campanhas de posicionamento e educação jurídica, feitas principalmente em redes sociais. Nelas, o objetivo não é vender diretamente, mas construir autoridade e informar opúblico.
Essa separação entre busca ativa e conteúdo educativo tem sido a forma mais segura de estruturar marketing jurídico dentro das regras atuais.
Neste bate papo vamos entender como o marketing digital pode se tornar uma ferramenta legítima de posicionamento e autoridade para escritórios de advocacia, sem risco disciplinar.
Juliano Trevisan, idealizador do portal Divulgue Direito, é estrategista digital, formado em Direito, com especialização em Direito Constitucional pela Academia Brasileira de Direito Constitucional e MBA em Marketing. Possui mais de 14 anos de experiência liderando projetos de crescimento e posicionamento de marca, tendo atuado à frente de iniciativas para empresas como Microsoft, inFlux Franchising, Italínea e Divino Fogão, além de personalidades como Wanderlei Silva, Rafael Cordeiro (Kings MMA), Demian Maia e Fabricio Werdum.
Atualmente, atua exclusivamente na linha de frente de estratégias digitais de crescimento e ganho de autoridade no mercado jurídico, integrando a LETS Marketing, reconhecida como a maior consultoria de marketing jurídico do Brasil.
Rede profissional: https://www.linkedin.com/in/juliano-trevisan/
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