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Deitado na minha cama, às 15h45 da tarde, estava eu, refletindo sobre a vida e suas nuances. Que é o que eu costumo fazer rotineiramente. Deitado, claro, porque eu sou um ser horizontal. Daí, sobre as minhas papilas gustativas, senti a ausência de um sabor. Logo saquei que estava me faltando café. Levantei, totalmente contra a minha natureza horizontal, e fui fazer um café. Peguei meu copinho americano, sentei na mesa, de frente pra janela – não em cima da mesa, porque isso vai contra o contrato social de que existem dois objetos (mesa e cadeira) e podemos nos repousar apenas sobre um deles, mesmo sendo tangível o repouso sobre a mesa, mas isso é inadmissível.
Enfim, tomando o meu café - que por sinal está muito caro, onde já se viu pagar 40 reais no quilo do café? - e ouvindo Cartola, comecei a reparar em um chiado na música que me remeteu às vitrolas que tocam vinil. Fiquei bons minutos com o ouvido perto da Alexa tentando decifrar o que era aquilo. Talvez esse chiado seja característica de um som analógico... não sei dizer ao certo. Nessa altura do campeonato, meu café já estava frio, porque eu fiquei muito tempo, mais que o normal, refletindo sobre como a humanidade está terrivelmente passiva...
em todas as plataformas: @dizeresquaisquer
Vocês pediram um espaço para enviarem as suas perguntas, afim de que nós as respondamos de forma íntegra e consensual, e nós ignoramos :) Pensamos melhor e, caso você queira um conselho íntegro e consensual, que pague um psicólogo rsrsrs
Esse episódio é especialmente aberto para vocês. Sim, vocês; público, ouvinte e consumidor exacerbado de entretenimento. Esse episódio é para você que tem sérios problemas de estresse, ansiedade, dor de corno e problemas familiares. Então, não tenha pânico, nós estamos aqui para lhe desaconselhar ;) E, para ajudar esses humildes conselheiros, recebemos o ilustre patrocínio de Disistress A.
Confira...
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Não. A cena inicial não é original do seriado The Office. Mesmo parecendo tanto, se trata apenas do trecho inicial de um discurso presidencial. Nesse episódio, quem vos fala sou eu, o locutor mais celibatário que você já conheceu. Se não sabes o que isso significa, não sou eu quem vai explicar. Use e abuse da sua criticidade e tire suas conclusões de forma autônoma. Você não tem mais 7 anos.
Vale lembrar que foram citadas algumas informações e passagens, cujas quais não possuo fontes e não confirmo sua respectiva veracidade. Por quê? eu não tenho compromisso com a verdade, apenas com o entretenimento. O BBB tá aí. Quase acabando, mas tá aí. Nesse ep foram citados alguns brothers que talvez não estejam mais na casa... Mas, tudo bem. Eu também não tenho compromisso com a coerência. Aproveitem S2
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Estávamos refletindo fora dos microfones que existem uma série de produtos, utilitários, objetos, enfim, que mais atrapalham do que ajudam - ou quase isso. Alguns são muito úteis, mas seus efeitos colaterais devem ser levados em conta. Piscina, suco de saquinho, motor de geladeira são belíssimos exemplos de coisas que NÃO FUNCIONAM - ironicamente dizendo, claro.
Nesse episódio, vamos debater esse assunto sem nenhum resquício de conhecimento prévio, embasamento e, sequer, fontes confiáveis. Então, aproveite esse belíssimo momento de duas pessoas p#t@s da vida porque não entendem o básico.
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Com o passar dos anos, objetos e utilitários são criados. O tempo passa e essas coisas são alteradas, mas nunca perdem a sua função/identidade principal. Em suma, as coisas não mudam, ou mudam muito pouco.
Nesse episódio, você verá invenções humanas que parecem atuais, mas são muuuuito antigas. Bem mais do que se imagina.
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Quem é você? Um sonho? Dia ou noite? O que é o sucesso? Hoje entrevistarei Kaio, um rapaz do interior de Minas Gerais que dissocia frequentemente. Ele, que leva a vida como bem entende e detém de uma habilidade sinistra em criar assuntos, senta conosco para um bate-papo que você confere agora, no DE COSTAS COM KAIO PIMENTA.
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As jornadas de trabalho têm diminuído devagar e sempre, no mundo todo. Um europeu da Revolução Industrial puxava até 16 horas por dia, de segunda a segunda. Isso dá 112 horas semanais. Ao longo do século 20, o padrão virou 48 horas - 8 por dia, de segunda a sábado. Sempre fixado em lei: quem quisesse que um empregado trabalhasse mais que isso teria de pagar hora extra. No Brasil, a jornada semanal era de 48 horas até 1988. Já baixou para 44. A França passou a 35 em 2000. Desse jeito, em teoria, os franceses poderiam trabalhar 8h45 durante 4 dias por semana. A ideia do governo era gerar mais empregos, pois mais gente teria de ser contratada para manter o nível de produção. As centrais sindicais brasileiras fazem campanha pela redução da jornada de 44 para 40 horas usando esse mesmo argumento. Mas não funcionou. A economia francesa continuou patinhando. Os empregos a mais não apareceram porque as pessoas foram obrigadas a produzir a mesma quantidade, só que em um tempo menor. Mas ainda há esperança. E ela provavelmente não vai nascer por uma mudança na legislação, mas das transformações tecnológicas.
Hoje nós trabalhamos menos porque, graças a elas, uma pessoa do século 21 produz mais que uma do século 19 - seja numa tarefa braçal, seja intelectual. A tendência é que esse ganho de produtividade continue. E que, em determinado momento, o fim de semana passe a ter 3 dias, Quando isso acontecer, tudo vai mudar. Para começo de conversa, seriamos mais gordos. "No fim de semana as pessoas procuram alimentos mais saborosos, que são mais ricos em gordura e carboidratos. E muitos acabam abusando", diz a nutricionista Michele Trindade, da USP. Com um dia a mais, consumiríamos cerca de 1,16% mais calorias por semana. Pouco? Não: dá quase 1,5 quilo por ano. Além disso, o consumo de álcool também subiria. Metade do consumo de cerveja nos bares acontece de sexta a domingo. Com um dia a mais, o total de vendas aumentaria cerca de 15%. O problema é que o alcoolismo subiria na mesma proporção.
A indústria do entretenimento, de cinemas a motéis, bombaria. Mas, com um dia útil a menos, essas empresas seriam obrigadas a pagar mais horas extras para seus funcionários, ou contratar mais gente. Teríamos mais tempo de lazer - mas esse lazer seria um pouco mais caro. Por outro lado, a poluição do ar diminuiria 15%. É que os congestionamentos seriam 4 vezes menores nas sextas, como acontece aos sábados. A economia de energia também seria clara. Os funcionários públicos de Utah, nos EUA, ganharam as sextas livres. E os gastos com energia por lá caíram 13%. A criminalidade aumentaria. Nas grandes cidades, metade dos assassinatos acontece nos fins de semana que é quando tem mais gente de cara cheia na rua. Aí é só fazer as contas: com um dia a mais, os assassinatos aumentariam 8%. Isso significa quase 4 mil mortes a mais no Brasil a cada ano.
Um final de semana de 3 dias, em suma, não seria um mar de rosas, mas seria uma delícia.
SUPERINTERESSANTE. E SE... : E se Hitler tivesse vencido? E se Jesus não tivesse sido crucificado? E se a terra parasse de girar? Bem-vindo às realidades alternativas. 1ª edição. Brasil: Editora Abril, 2015.
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Um bate-papo sobre profissão dos sonhos, doenças (e a cura delas), pessoas que não deveriam estar nas ruas e mais uma sequência de coisas que ninguém se deu o trabalho de parar para pensar.
Dentro dessa viagem, sem ida e nem volta, desprovida de rumo, propósito ou sequer uma faísca de sentido - sem contar o alto nível de humor rebuscado, diretamente dos confins dessa mente perturbada pelo déficit de atenção - surge esse episódio pra explorar tudo que se passa dentro da cabeça deste PhD: "Pobre Homem Dominado".
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Respirando ofegante pela sede que jaz em seu corpo, anda o mais rápido possível até a cozinha. Sem critérios acerca da temperatura da água, sua palma da mão abraça um singelo copo de vidro e, quase como uma força inconsciente, o leva para debaixo da torneira. Os dedos, sabidos de sua tarefa, percorrem em direção ao registo para, enfim, dar vazão a água. E, assim, finalmente, a água toca o fundo do copo, preenchendo todo o seu interior. Em quatro ou cinco tique-taques do relógio, a torneira é fechada, a água bebida e a sede assassinada. O copo, que outrora fora útil e de importância inestimável, agora não passa de mais uma louça suja dentro da pia. Nada mais.
Você já abandonou alguém por ela não lhe ser mais útil?
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Observar pássaros, Hipismo, Bocha, Coleções... Hobbies, no geral, são passatempos que contemplam o ócio do ser humano.
Confira, nesse episódio, com Kaio Victor, alguns hobbies que são impraticáveis – ou não fazem muito sentido.
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